domingo, 30 de outubro de 2011

AIVANHOV - 26-10-2011 - AUTRES DIMENSIONS


Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.

Então, eu os escuto.

Questão: o apego aos nossos animais domésticos vai desaparecer como apego e é substituído pelo que, os animais que nada nos pediram?Então, primeiro, seria necessário saber por que os animais nada lhes pediram.
Eu os lembro que seus animais são chamados de animais domésticos, o que quer dizer que, desde tempos mais ou menos recuados, são almas em curso de criação.
Eles não participam da falsificação, mesmo se algumas raças (como eu já disse há muito tempo) foram criadas de modo, entre aspas, humorístico, pelos Maus Rapazes.

Mas a maior parte dos animais, em especial domésticos, está em curso de processo de individualização da alma.
É extremamente verdadeiro, aqui no Ocidente, para o que vocês chamam os cães e os gatos.
Portanto, eles estão, eles também, em fase de transmutação, extremamente importante, de Consciência.

Agora, eu creio que essa questão foi, talvez, feita antes que interviesse o IRMÃO K nesta tarde, mas o apego não é o amor.
Qualquer apego confina-os.
Isso foi exprimido de múltiplos modos.
Vocês podem amar sem estarem apegados e, aliás, o verdadeiro Amor não é um apego.

Se há, em vocês, um apego (seja em relação a um veículo, em relação a um lugar, em relação a uma pessoa, em relação a uma circunstância, em relação não importa a que), é que há, em vocês, a falha ligada a essa carência que explica o apego.

O apego é indissolúvel da personalidade.
Ele não corresponde a nada, ao nível da Existência.
É uma das características (como o disse IRMÃO K e como nós o dissemos) do eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

Os animais domésticos estão aí para evoluir.
Eles estão aí para permitir-lhes, justamente, viver, de algum modo, outra coisa no plano de uma relação.
Mas essa relação, ela também, deve tender a tornar-se (do mesmo modo que com seus irmãos, que com MARIA, que conosco), uma Comunhão e, quando se comunga, não pode haver apego.

O apego é uma característica da personalidade que resulta, diretamente, do eixo ATRAÇÃO/VISÃO.
Se não houvesse atração, é claro, vocês não poderiam estar apegados.
Seria o que?
A Repulsão.

E vocês não imaginam ter um animal doméstico, ou um marido, ou uma mulher (o que seria ainda pior) com a qual vocês provassem uma repulsa terrível, não é?
Portanto, nada há a substituir.
Há, simplesmente, a transmutar o apego pelo Amor Vibral e vocês são perfeitamente capazes disso.

Isso ilustra (essa questão), perfeitamente, o que lhes exprimia Irmão K, que nós decidimos fazer exprimir pela Presença e pela palavra dele.

O amor, tal como o humano o concebe, é uma constatação, infelizmente, comum ao conjunto da humanidade, exceto para vocês, que começam a abrir-se ou a viver, completamente, outra coisa.

Vocês podem amar sem estar apegados e deveriam ser capazes de amar, mesmo se uma pessoa deixe-os ou morram, mesmo se vocês se divorciam de alguém com quem começam a ter uma repulsa.
Vocês deveriam Amá-la, do mesmo modo.

Mas, obviamente, vocês sabem, pertinentemente, que não é assim porque, enquanto vocês amam, vocês estão apegados, mas, como por acaso, assim que não amam mais, vocês querem estar desapegados.
Isso se chama o divórcio e o ser humano passa sua vida nisso.
Portanto, isso nada tem a ver com o Amor.

Questão: como contatar uma Estrela ou um Irmão ou reconhecer sua Presença?Então, primeiro, numa primeira etapa, é necessário que o que é chamado o Antakaranah (que corresponde à construção, também, de uma especificidade do Antakaranah, que é o Canal Mariano) tenha certo número de sinais.
O primeiro desses sinais é chamado o Nada (ou seja, nossos amigos Orientais chamam a isso o Nada, que faz parte dos poderes da Alma), ou seja, o Som da Alma e do Espírito.

São os assobios, as diferentes tonalidades que, talvez, muitos de vocês ouvem, ao nível de um ou dos dois ouvidos.
Assim que o Som da Alma e o Som do Espírito estão presentes, há a possibilidade de entrar em contato com os estados multidimensionais: ou de ir à Existência (e vocês sabem que muito poucos ali foram, verdadeiramente), ou (através dessa estrutura Vibratória que é chamada o Canal das Estrelas ou o Canal Mariano), estabelecer uma Comunicação e uma Comunhão com uma das Estrelas, um de nós ou outro Irmão que venha dos Mundos Unificados, mesmo não humanos.
Para isso, é necessário que as Portas de Comunicação estejam abertas.

As Portas de Comunicação foram-lhes dadas há pouco tempo.
A construção do Antakaranah apenas pode fazer-se se algumas das Estrelas da Coroa Radiante da Cabeça estiverem despertas, abertas e Vibrantes.
Portanto, a partir do instante em que isso é realizado, as Presenças manifestam-se a vocês e elas se manifestarão, é claro, sempre, do lado esquerdo.
À direita, é reservado aos desencarnados.

Há outros canais de comunicação que não o Canal Mariano.
Há o canal do astral: é o canal dos desencarnados.
Há outros tipos de canais que estão presentes ao nível do corpo, mas com coisas com as quais vocês não têm interesse a entrar em contato.

Agora, não há que se colocar questões de «como se vai fazer».
É sua própria Consciência, quando se expande, que vai – pela aglomeração e aglutinação de Partículas Adamantinas – favorecer, por sua Inteligência, a construção e a ressonância dessas estruturas de Comunhão que vão permitir a vocês entrar em contato com essas outras Dimensões.

Questão: como estar presente no mundo, ao mesmo tempo estando Presentes no Si?Porque, quando vocês estão Presentes no Si, vocês estão presentes no mundo.
Realizar o Si é realizar a não separação de todas as Consciências e de tudo o que existe nesse mundo.

Portanto, realizar o Si não é estar confinado em si.
É, justamente, abrir-se e fazer desaparecer todas as barreiras ilusórias construídas pela personalidade.
Realizar o Si é fusionar com o conjunto da Criação, nesse mundo e em outros lugares.
É fazer cair todas as barreiras do confinamento da personalidade (a barreira Vibratória, a barreira da Consciência), o que quer dizer que vocês são capazes de ser a árvore, de ser o inimigo, de ser aquele que morre de fome no outro extremo do planeta, como ser a lua e ser o Sol.

Quando se diz (URIEL, em epecial, que é, eu os lembro, o Anjo da Presença e o Arcanjo da Reversão): «Presente a Si, presente no mundo», quer dizer, é claro, a mesma coisa.

Vocês não podem estar presentes no Si sem estarem presentes no mundo.
Mas, presentes, não numa atividade exterior, mas pela Consciência e, naquele momento, o que acontece?
Vocês percebem que o conjunto da Criação (o conjunto de Irmãos e de Irmãs, o conjunto de árvores, o conjunto de Arcanjos) já está presente em vocês, e tudo o que há no exterior.

Vocês consideram o mundo como exterior, porque há vocês, e há o mundo.
Mas, quando vocês realizam o Si e estão instalados na Unidade, não há mais barreiras.
A Consciência não está mais fragmentada.
Ela não está mais isolada.
Ela está, totalmente, Unificada.

Quando vocês meditam diante do Sol, vocês se tornam o Sol.
Quando vocês têm alguém em face de vocês, no Coração, ele não está em face de vocês, ele está em vocês.
Isso não é uma visão do espírito ou uma ideia, assim; é a estrita realidade da Consciência.
É por isso que o Cristo dizia: «o que vocês fazem ao menor de vocês é a mim que o fazem».
Porque, é claro, quando vocês realizam o Si e quando podem dizer: «eu e o Pai somos Um», vocês constatam – e vivem e vibram – que o conjunto da Criação está em vocês.
Não é uma visão, assim, figurada.
É a estrita verdade.

Portanto, enquanto existe uma separação em sua Consciência, e enquanto vocês vivem o outro como um inimigo, como um intruso, como um estrangeiro, vocês não podem viver a Unidade e instalar-se no Amor, quaisquer que sejam as Vibrações que lhes cheguem ao nível da cabeça ou ao nível do sacrum.

Vocês podem, talvez, fazer a experiência da Vibração do Coração, mas não cruzam a Porta Estreita.
O que lhes disse IRMÃO K (e tudo o que nós lhes diremos, ainda esta semana) é focado, unicamente, doravante, nessa transformação final da Consciência.

Houve muitas etapas, já desde bem antes dos Casamentos Celestes, e bem antes que eu interviesse por esse canal.
Houve, há trinta anos, ou quase, uma preparação da humanidade.
Mas essa preparação durou o bastante.
É tempo, agora, de mostrar o que vocês são e o que vocês realizaram.
E, enquanto vocês consideram o outro exterior a vocês, ele não está em vocês.
Portanto, isso quer dizer que sua consciência está, ainda, fragmentada e separada.

Questão: como se pode abandonar-se à Unidade quando se é agredido?

Quando é que se foi agredido?
É no instante presente?
Não, era ontem.
Será que ontem existe no instante presente?
Isso quer dizer o que?
Isso quer dizer que o ser humano, enquanto não é Unificado, está sempre referenciando-se ao passado, mesmo sobre as coisas muito agradáveis.
Isso se chama a memória e a lembrança.

A Unidade dissolve e pulveriza o conjunto de memórias.
É necessário compreender que, enquanto vocês falam de agressão, vocês não estão no presente.
Portanto, agora e já, vocês não podem viver a Unidade se não estão no presente.
Portanto, considerar que se tem uma ferida é, já, identificar-se a essa ferida e, portanto, identificar-se a essa ferida é permitir a ela poluir o instante presente.

Aquele que está no presente não tem nem passado, nem futuro.
Ele tem a Eternidade para si.
Ele é o Amor.
Ele é a Luz.
Ele é a Unidade.
Portanto, não há que se colocar questões, porque é um álibi.

O único modo de viver o instante presente é estar no presente.
Como diz o Arcanjo ANAEL: «HIC e NUNC».
Enquanto vocês não estão HIC e NUNC, vocês serão parasitados – possuídos, se preferem, se gostam de imagens fortes – por seu próprio passado.

Mas vocês não são nem o passado, nem o futuro.
A Eternidade está no presente.
É por isso que URIEL intervém, sempre, nessa noção de presente, de Presença.
Tudo o que ele lhes diz, há meses, é unicamente ligado, no plano Vibratório, à Vibração do instante presente.

O importante é o instante presente.
Enquanto vocês não estão imersos no instante presente, o que isso quer dizer?

Não há culpado.
Não há algoz.
Não há vítima e não há, tampouco, salvador.
Vocês estão sós para cruzar a Porta Estreita.
E cruzar a Porta Estreita quer dizer abandonar todos os álibis, sem qualquer exceção.

Mas, enquanto vocês estão identificados a uma preocupação, vocês não podem estar no presente.
O presente nada mais é do que o presente e, no presente, nada há que não o que vocês são.
Portanto, se há algo que os agrida ainda, que vem de um passado ou de um futuro, no instante, o que isso quer dizer?
Isso quer dizer que, em vocês, existem medos não resolvidos, que, em vocês, existem feridas que não evacuaram e às quais, de certa maneira, com complacência (ainda que vocês recusem vê-las), vocês as deixaram instalar-se em vocês.
Ninguém os obriga a viver, no presente, o que foi vivido no passado.
É claro que há estruturas cerebrais que vão martelar-lhes o mental , mas não o Espírito, não a Consciência.

É o mental que é perturbado.
Não pode ser a Consciência.
Não pode ser o Si.
Mas apenas vocês é que podem cruzar essa última Porta da Porta OD.
Não há ninguém que o fará em seu lugar e vocês devem apressar-se em fazê-lo agora.

Questão: quando se sente o Fogo do Coração, está-se na Graça? E vice-versa, quando se está na Graça, sente-se, obrigatoriamente, o Fogo do Coração?A Graça é um estado de Consciência.
Estado de Consciência que significa que o conjunto de Siddhis, ou seja, o conjunto de manifestações espirituais, ligadas ao Samadhi, estão presentes.
Caso contrário, isso se situa no mental ou no emocional.

Aquilo de que falamos (a Graça e a Comunhão) é um estado Vibratório.
Nas primeiras etapas vocês podem ter momentos de Fogo do Coração e viver a Graça.
E, depois, como foi dito, há a experiência do Despertar que é fulminante, mas há, também (através da etapa, do período atual, desde as Núpcias Celestes), Despertares que se fazem, eu diria, por toda a parte.
Isso quer dizer que vocês vivem processos Vibratórios e fazem o io-iô para permitir-lhes aclimatar-se à nova Consciência.

Alguns de vocês vivem a Graça da nova Consciência por intermitência.
Nós dissemos, efetivamente, que não há qualquer limite de carma, de idade ou de constituição ou de crença.
Portanto, isso necessita Despertares que se fazem, antes, de maneira gradual, para não explodir, simplesmente.

A plasticidade, quando se tem menos de vinte e um anos, não é a mesma que aos quarenta.
E, aos quarenta, não é a mesma que aos sessenta.
Portanto, todos esses processos são graduais, para muitos de vocês.

Quando o Fogo do Coração produz-se, mesmo na experiência, o que acontece?
O que vocês experimentam – que foi chamado o Samadhi – é um dos componentes da Graça, qualquer que seja a intensidade.

Quando vocês estão dissolvidos na Luz, quando têm a impressão de que nada mais existe que não a Luz, é a Graça.
Agora, quando a Graça está instalada, de maneira definitiva, vocês podem passar a vassoura, podem lavar uma travessa e estar, estritamente, no mesmo estado, o que quer dizer que vocês não são mais dependentes de momentos de Alinhamento, de momentos de meditação para viver o mesmo estado de Graça.
Naquele momento, vocês estão instalados, de maneira definitiva, na Graça.

A questão não se coloca porque, se o Fogo do Coração é percebido, é que a Graça está aí.
Se vocês se colocam a questão, o que isso quer dizer?
Que vocês têm um mental muito forte.

Questão: você pode dar-nos precisões sobre a Passagem das três Portas?Há três vezes a Passagem de uma Porta.
Não há três Portas ou múltiplas Portas.

Referiu-se a uma primeira Passagem e uma primeira Reversão, que concerne à Reversão do Triângulo Luciferiano: o ponto AL (entre BEM e MAL, da cabeça), que voltou a colocar-se no exato sentido.
Em seguida (e durante a mesma época, mais ou menos, para muitos), houve a Abertura da boca, ou seja, a ativação do 11º Corpo e a Passagem da garganta, iniciada e impulsionada pelo Arcanjo URIEL (mês de dezembro do ano passado), que tornou possível a instalação da Liberdade (era preliminar).

Portanto, primeira Passagem, primeira Porta, se se pode dizer (mas isso não foi chamado de uma Porta), é a Passagem da garganta.

Após, havia a Passagem que é a primeira ativação de frequências Metatrônicas (durante as Núpcias Celestes e após as Núpcias Celestes), o OD ER IM IS AL.
É a mesma Porta, mas o que acontece, naquele momento, é a Energia que sobe do Kundalini.
É o efeito da Luz que desceu, que volta a subir através do Canal do Éter.
É um dos componentes da Luz que volta a subir.

Segunda Passagem da mesma Porta: ativação do Triângulo da Tri-Unidade, anunciada e realizada, por vocês mesmos, em 29 de setembro de seu ano precedente.
Realização da Merkabah Interdimensional coletiva (ou seja, a Nova Tri-Unidade), que tornou possível o que vocês viveram este ano: Fusão dos Éteres, aparecimento em massa de Partículas Adamantinas e instalação e Revelação da Luz através das Portas e dos Pilares.

Terceira Passagem de Porta, que sobrevém após a Noite Escura da Alma, é o momento da Crucificação.
É a Crucificação do ego e da personalidade.
É a instalação definitiva, pelo Impulso Cristo.
Abertura da Porta KI RIS TI por Metatron.
Instalação nos outros Pilares laterais que correspondem, também (como vocês compreenderam), a dois dos pontos da Nova Tri-Unidade, não é?

É a mesma zona.
Simplesmente, as funções são completadas, digamos.
E, naquele momento, vocês cruzam – pela terceira vez, e de maneira definitiva – a Porta, e vocês se instalam, naquele momento, na Graça e na Comunhão.

É por isso que o Governador do Intraterra reavivou os ensinamentos que ele havia dado no início dessa etapa final de sete anos, e que haviam sido precisados por SERETI (entre julho de 2005 e julho de 2012).

Como vocês sabem, vocês vivem um prazo capital e essencial, aí, nesse momento mesmo, que se traduz, para vocês, por amplificações Vibratórias e por tudo o que vocês observam sobre a Terra e no céu.
Portanto, é a mesma Porta que é passada três vezes.
Há, sempre, três Chamados.
É isso que vocês vivem e que se preparam para viver, para aqueles que ainda não o viveram.

Primeira Passagem da mesma Porta: ativação do OD ER IM IS AL.
A segunda Passagem, que correspondeu – de modo quase simultâneo, se se pode dizê-lo – com a Reversão do Triângulo Luciferiano (a Passagem da garganta), mas que concerne à mesma Porta.
E, agora, desde a Revelação da Luz, a possibilidade de viver a Crucificação, a Noite Escura da Alma e a Ressurreição.

Questão: que fazer se restam traumatismos ligados ao passado?É uma Ilusão.
Enquanto vocês não entram no Coração, enquanto vocês não aceitam que tudo isso não existe, vocês não poderão desembaraçar-se disso.

Se fosse há dez, há vinte anos, ou em minha vida, eu os teria engajado a trabalhar nisso.
Hoje, vocês não estão mais lá.
Por que é que vocês se interessam pelo que não existe?
Apenas existe a Luz, no instante presente.

Se vocês pensam que têm feridas de suas vidas passadas, se pensam que têm feridas da sogra, disso, daquilo, vocês não estão no presente.
Vocês estão no passado, e o passado não existe.

Não existe qualquer Luz no passado, porque o passado não existe mais.
A única coisa que há é o instante presente.
E, no instante presente não há feridas.
No instante presente não há carma, não há vidas passadas.
É a Alma que vive as vidas passadas, não o Espírito, a menos que vocês queiram continuar, é claro, a percorrer os Mundos de 3D Unificada.
Mas, o que eu exprimo esta noite concerne, sobretudo (e eu diria mesmo, exclusivamente), aos seres que, a priori, aqui presentes, esperam viver o Si, ou seja, a Unidade, o Amor Vibral e não construir, ainda, feridas do passado, reencarnações.
Isso, é a satisfação do ego espiritual, nada mais.
Isso não existe.

Questão: quando um Espírito, na Fonte, deseja ir experimentar as diversas Dimensões, sua viagem começa pela terceira Dimensão, a quinta, a oitava, e assim por diante?Absolutamente não.
Vocês estão presentes em todas as Dimensões, ao mesmo tempo.
Não há que ir a qualquer lugar, porque tudo se desenrola no mesmo tempo e no mesmo espaço.
Vocês não estão localizados.
Portanto, não creiam que vocês irão, como na vida (desde o nascimento, até a morte), de um ponto a outro.
Todos os pontos estão no mesmo ponto.
Todos os espaços estão no mesmo espaço.
A Consciência contém todas as Dimensões.

Quando os Arcanjos dizem que eles estão em vocês, é a estrita verdade.
Não é algo de exterior, é, simplesmente, a separação que fez crer, Vibratoriamente, que era algo exterior.
Nos Universos Unificados, nada existe no exterior, porque o interior e o exterior não existem, na medida em que vocês vivem uma Dimensão na qual nada é separado.
Vocês estão Unificados a tudo.

Quando eu digo «a tudo», é a todas as Consciências e a todas as Dimensões e a todos os Universos.
Não há separação.
É o cérebro que crê que ele irá à escola de tal Dimensão, a tal Dimensão.
Isso não existe.

Esqueçam todas as referências.As Leis do Espírito não são as leis da matéria.
As Leis da Alma e da espiritualidade – tal como lhes foram ensinadas – não são as Leis do Espírito.
Vocês não têm qualquer meio de conhecer o Desconhecido com o conhecido, como diria IRMÃO K.

Não temos mais perguntas. Agradecemos.
Então, eu lhes agradeço por terem escutado, de maneira tão atenta.
Mas, aproveitei, verdadeiramente, para sacudi-los um pouco.
Aqueles que ainda estão pensando em seus carmas, em suas feridas, vão perder o trem.
O trem não vai esperá-los.

Esqueçam tudo o que não é o instante presente.
Busquem o Reino dos Céus, que é agora, aqui, imediatamente, no instante, nesse sopro e nessa respiração.
Todo o resto são apenas criações de seu ego que vai seduzi-los, dizendo-lhes que vocês são um ser espiritual, porque vocês prestam atenção ao que comem, porque prestam atenção no meditar nas boas horas, porque conhecem suas vidas passadas ou querem tratar o mal, as entidades etc.

Mas tudo isso é a Ilusão.
Vocês nutrem as quimeras de suas Ilusões.
Agora, é livre a vocês.
Se vocês querem continuar, vocês continuarão.
A Luz, a Verdade, o Espírito, o Amor Vibral não se importa, mas, então, que fazer de sua pequena pessoa?
Essa pequena pessoa, esse corpo, é um Templo.
O que é importante é o que está dentro, não é o Templo em si, uma vez que ele vai desaparecer.

Quanto mais vocês penetrarem a Vibração (que vocês vivem nesse momento, que se amplifica dia a dia), mais vocês e tornarão essa Vibração, porque essa Vibração é a Consciência e é seu Corpo de Existência.
Todo o resto vai desaparecer.

Então, o que é que vocês querem?
Vocês querem prosseguir as quimeras ou vocês querem viver a Luz?
É o paradoxo do ser humano.
Mas releiam os testemunhos de todos aqueles que, realmente, viveram essa fulgurância da Luz.
O que aconteceu?
Todos os marcadores foram varridos.
Nada mais existe.
Tudo é novo.

Aí, hoje, será assim, mas não unicamente com o olhar da Consciência, mas nos fatos materiais e concretos da matéria, de suas vidas.
Preparem-se.
Eu não posso dizer melhor.

Nós dissemos, desde sempre: a Consciência é Vibração.Todo o resto não é a Consciência.
Todo o resto não existe.
Então, depois, no caminho espiritual, é verdade que é muito apaixonante querer conhecer suas vidas passadas.
É verdade que é apaixonante querer tratar das feridas da infância, no ventre da mamãe, de vidas passadas.
Mas terminou tudo isso.
Por que perder tempo?
Vocês não têm mais tempo.
O tempo acabou.

Agora, nós sempre dissemos «não procurem data».
E vocês não têm mais que procurá-la, uma vez que a estão vivendo (a data).

Então, aqueles que não conhecem o presente, o que vão fazer, dado que o passado não existirá mais e o futuro não existirá mais?
Eles serão obrigados a viver o Reencontro com a Luz, mas, se sua Vibração está demasiado afastada dessa Luz, bem, será feito conforme sua Vibração.

Nós jamais lhes escondemos nada nesse nível.
Mas lembrem-se de que não há culpado.
Não há algoz.
Não há vítima.
Não há salvador.
Há apenas o Si, e é urgente vivê-lo.

E não tomem o álibi ou o pretexto de algo que os impede de viver o presente porque, assim que vocês se abandonam, ainda que seja um pouco, à Luz, a Inteligência da Luz vai trabalhar em vocês.
Se Ela não trabalha, não é culpa da Luz.
Não é culpa de ninguém.
É apenas você, em sua Consciência, que não está centrado em seu presente.
E isso vai tornar-se cada vez mais potente, com cada vez mais acuidade, a cada dia, a cada hora, agora.

Vou deixá-los meditar sobre isso.
Não tenham demasiados pesadelos, não é?
Porque os pesadelos estão, também, no passado, nos espaços quiméricos.
Tentem alinhar-se.
Afirmem: «Eu sou Um».
Respirem.
Estejam presentes a si mesmos.
Antes de dormir, à noite, se vocês varrem, se fazem a faxina, estejam presentes a si mesmos.
Não há, agora, melhor treinamento que esse.
E vocês viverão a Graça.
E eu posso assegurar-lhes isso.

Caros amigos, eu lhes transmito todo o meu Amor, todas as minhas Bênçãos e eu lhes digo, certamente, até breve.

Eu lhes dirijo todas as minhas Bênçãos.

Até muito em breve.


Enviado por Rosa
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Tradução para o português: Célia G.
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sábado, 29 de outubro de 2011

MA ANANDA MOYI - 27-10-2011 - AUTRES DIMENSIONS


Eu sou MA ANANDA MOYI.

Irmãos e Irmãs, sobre esta Terra, dignem-se de acolher minhas bênçãos e a Graça da Luz.

Eu venho a vocês, hoje, não tanto para explicar, ainda, a Consciência, mas mais para dialogar com vocês, além das palavras, a fim de estabelecer uma Comunhão íntima e uma compreensão, além das simples palavras, justamente destas três palavras que são: o Presente, a Unidade e o Si.

No período que vocês vivem, e nesses processos que estão em andamento, sobre a Terra como em muitos Irmãos e Irmãs, talvez seja bom tentar esclarecer, ainda mais, se isso pode sê-lo, estas três palavras.

Porque, além de sua definição e além do seu conceito, elas são, efetivamente, as palavras que (além das culturas, além dos séculos) foram as mais frequentemente empregadas para tentar corresponder, ao melhor, ao Despertar, à nova Consciência.

Na realidade, ao que os seres, que vieram antes de vocês, puderam viver, durante este estado particular, quando eles atingem o Ser.

Então, hoje, mais do que longos discursos, nós iremos tentar, juntos, dialogar em relação a essas três palavras.

E exclusivamente em relação a elas.

E, de maneira mais geral, porque eu suspeito que, quaisquer que sejam as experiências que vocês vivenciaram ou que vocês vivem, enquanto essas experiências não são instaladas, de forma permanente e contínua, é muito comum que se coloque algumas questões.

Naturalmente, a partir do momento em que o Ser é alcançado, como vocês sabem, as questões desaparecem por si só, inteiramente.

Mas pode ser que, para alguns Irmãos e Irmãs, aqui e em outros lugares, as questões se colocam, justamente, para favorecer os mecanismos da Realização do Ser.

Então, nós iremos aproveitar o tempo (porque nós o temos) para dar andamento às suas questões.

Enquanto sabendo, pertinentemente, que suas questões são as questões dos seus Irmãos e Irmãs, por toda parte, onde eles estejam sobre esta Terra, quaisquer que sejam suas crenças, quaisquer que sejam suas experiências, qualquer que seja sua cultura, sua educação.

Porque, é claro, o momento atual, sobre a Terra, é um processo coletivo particular que se desenrola, a nada parecido na história da humanidade.

E em relação ao que se desenrola, obviamente, a Consciência é levada, de alguma forma, a reposicionar-se, a redefinir-se, não tanto através de uma definição, mas, bem mais, em relação à sua própria vivência, à sua própria mutação.

Então, eu escuto suas perguntas referentes ao Presente, ao Si e à Unidade.

Eu tentarei me comunicar com vocês o melhor que eu posso, pela minha Presença, pela Comunhão da Luz correspondendo às palavras que eu vou pronunciar.

Nós podemos, agora, prosseguir juntos, eu os escuto.

Pergunta: por que ter escolhido associar esses três aspectos: Presente, Si, Unidade?Porque estas três palavras são as palavras que podem definir, se tanto é que possamos defini-las, a nova Consciência, o estado de Turiya, a Realização do Ser.

Porque são três palavras, além de qualquer noção cultural, que vão, talvez, melhor expressar o que um ser, que vive isso, vai tentar (quando lhe colocamos a questão) traduzir.

Eu, evidentemente, evitei as palavras que teriam excessiva conotação ocidental ou oriental, mas, naturalmente, é evidente que falar de Unidade, falar de Samadhi, de CRISTO, de Luz Branca, de Turiya, é exatamente a mesma coisa.

Mas para ser o mais lógico e ser o mais Universal possível, essas três palavras são, a priori, o que, ao nível de nossa Assembleia das Estrelas, são as mais capazes, em seu idioma como em outros idiomas, de evocar, para vocês, o que é esta Consciência nova, tanto a título individual como ao nível coletivo da humanidade.

Cada palavra, cada uma dessas três palavras, Veicula um conteúdo que não pode atribuir confusão.

Muito mais, por exemplo (como vocês sabem), do que as palavras Amor ou Luz, que são, lógica e naturalmente, coloridas pela experiência de cada pessoa, pela experiência de cada cultura e de cada vivência, coletiva ou individual.

Dessa maneira, essas três palavras (Presente, Unidade e Si) escapam a esta diferença veiculada, porque elas podem ser apreendidas além de qualquer dogmatismo, além de qualquer compreensão subtendida, ligada a um modelo cultural ou mesmo espiritual.

Dizer “o Si” não é perfeitamente a mesma coisa, mesmo se a Vibração seja a mesma, do que dizer “o Atman”.

Dizer “a Unidade” é a mesma Vibração, mas não é perfeitamente a mesma coisa que dizer “Dissolução Bramânica”, etc., etc..

Nós, então, escolhemos as palavras que podem, à perfeição, ilustrar-se fora de qualquer dogmatismo (de qualquer associação, eu diria) ou de qualquer cultura.

Está aí o porquê da escolha dessas três palavras mais do que outras palavras.

Porque as três, também, referem-se a uma mesma ressonância, inscrita no corpo, no Templo do Coração: são, de algum modo, os três atributos que podem, ao melhor, exprimir o que é a vivência do Fogo do Coração.

Pergunta: podemos dizer que Unidade tem como base o Amor, na medida em que o Amor Unifica tudo, em todos os Mundos, em toda a Criação?Meu Irmão, o Amor, em seu sentido o mais direto, é a própria base do que é chamado de Vida.

O Amor seria, de qualquer forma, a síntese e a reunião da Unidade, do Si e do Presente, mas sem qualquer coloração ligada, justamente, à experiência vivenciada por cada Irmão e Irmã, profundamente diferente do Amor.

Desvencilhado, de algum modo, de todas as conotações afetivas, emocionais, mentais, próprios de cada um, segundo a vivência de cada Irmão, de cada Irmã.

Desta forma, podemos dizer que o Amor, no sentido o mais autêntico (Vibral, como foi denominado), é a reunião e a conjunção do Presente, da Unidade e do Si.
A palavra Amor foi muito usurpada para definir qualquer outra coisa, em meio à personalidade e à experiência.

Porque o amor, sobre este mundo privado d’A FONTE, desta conexão Lúcida e Consciente à Unidade, apenas pode traduzir-se, como lhes foi dito, por uma falta a preencher (ndr: ver a canalização de IRMÃO K de 26 de outubro).

E, naturalmente, se eu emprego a palavra Amor, cada um vai compreender algo que lhe é próprio.

Ao passo que se eu emprego a palavra Presente, a palavra Si, a palavra Unidade, e suas Vibrações correspondentes, vocês não podem ali adicionar outra coisa.

Porque, justamente, a Unidade, o Si e o Presente não lhes são acessíveis, na totalidade (para a maioria de vocês), enquanto não são, de alguma maneira, atualizadas, reveladas, atualizadas em meio à Consciência.

E isso, então, vai evitar distorções.

Mas, efetivamente, aquele que vive a Unidade, o Si, que está Presente, descobre a Verdade do Amor.

Mas de um Amor que não tem necessidade de qualquer projeção, de qualquer identificação, ou de qualquer suposição.
O Amor existe em diferentes estágios, em diferentes oitavas.

O Si existe apenas no Si.

A Unidade existe apenas nela mesma e o Presente existe apenas nele mesmo.

Pergunta: poderia desenvolver sobre a relação entre o Si e a Unidade?O Si é Realizado (Conscientizado, é a palavra mais exata) a partir do instante em que a Consciência se localiza, não mais na separação e na fragmentação, mas, justamente, neste estado da Unidade.

O Si e a Unidade, e o Presente, são os três lados, as três facetas de uma mesma realidade.

O Si e a Unidade apenas podem se encontrar no Presente.

O Presente comporta o Si.

O Si é Presente e é Unidade.

A Unidade é o Si e é o Presente.

Cada uma dessas palavras implica na outra.

E a relação que existe (como eu disse) é, de qualquer modo, três maneiras de dizer o Amor, no sentido autêntico e não alterado.

O Amor (no sentido Vibral) é uma inversão total.

O amor, quando nós estamos presentes sobre a Terra, tende a ser projetado, de maneira contínua.

Ele é visto como uma relação, qualquer que seja a forma, como uma comunicação.

O Amor (no sentido Vibral) é um estado que induz a Graça do Ser, e que manifesta o Si no Eterno Presente.

Na Presença e no Presente, há também o imediatismo do Instante, que não pode ser assimilado a qualquer instante, e este Instante é vivenciado, pela Consciência, como indissolúvel da Eternidade.

O tempo não parecia mais como linear, mas sim como englobante, como inscrito no mesmo tempo, chamado de Presente.

Esse princípio de Reversão do amor se traduz pela descoberta ou redescoberta da Unidade, entre Si e todos os outros Si, entre Si e o conjunto do Universo.

Já que, naquele momento, não pode mais existir qualquer separação, qualquer distância, qualquer sofrimento e qualquer falta.

É, então, bem mais que uma relação, entre cada uma dessas palavras, mas isso é, sobretudo, o que é mais capaz de fazer Vibrar, em vocês, certo número de estruturas físicas, celulares, Vibratórias, energéticas, e em meio mesmo à Consciência.

O Si pode também, e, obviamente, opor-se ao “eu” [‘moi’], ao “eu” [‘je’].

Ele exprime, portanto, outra oitava, aí também, de manifestação da Consciência.

E esse Si envolve a Presença, o Presente e a Unidade.

Podemos dizer, então, que cada uma dessas palavras implica na outra, na mesma realidade.

Pergunta: Vibrar, em nós, é Vibrar em nosso corpo, em nossa personalidade ou em nosso ego?

Meu Irmão, a personalidade e o ego jamais podem Vibrar.

Eles podem apenas se movimentar e, então, fazer circular a energia.

A Vibração não é uma energia que circula, é um estado, justamente, do Presente.

Esta Vibração pode ser definida, precisamente, como uma ausência de movimento, como uma ausência de circulação, como uma ausência de emoção.

Obviamente, o ego tem tendência a querer apreender-se desta Vibração, para torná-la sua.

A Vibração do Ser não pode ser armazenada, nem possuída pelo que quer que seja, já que ela recorre, justamente, a virtudes e a características que são diametralmente opostas ao ego e à personalidade.

O ego é opaco: ele não conhece a Transparência.

O ego jamais é simples: ele busca sempre a complexidade porque ele é complexo.
O ego não conhece a Humildade, ou então, ele apenas traduz uma falsa humildade.

E, enfim, o ego jamais pode ser uma Criança.

Dessa maneira, então, o Si se opõe formalmente ao “eu” [‘je’] e ao “eu” [‘moi’], não tanto como uma oposição de contradição, mas, justamente, como uma oposição de Vibração.

O ego não conhece o Presente, ele está permanentemente prestes a tomar referências, na experiência passada ou na projeção em um futuro.

Ele elabora e constrói hipóteses, permanentemente.

O Si não tem o que fazer das hipóteses, não tem o que fazer do ontem, não tem o que fazer do amanhã, porque ele está imerso em outras coisas.

O ego não pode apreender-se, nem conhecer, nem viver a Unidade, porque ele é construído sobre o princípio da Dualidade, e esta Dualidade se exprime, permanentemente, na vida, enquanto Bem e Mal.

Deste modo, então, tudo opõe o ego e a personalidade, ao Si: nos mecanismos de funcionamento, mas também em tudo o que vai resultar, nas atitudes na vida.

O ego leva tudo para si, mas em meio ao Eu [‘Moi’].

O Si está na Transparência a mais total e não leva nada para ele, exceto que ele encontrou a Fonte do Amor que é, naturalmente, ele mesmo, mas em um Espaço e em um Tempo que nada tem a ver com o espaço e com o tempo da personalidade e do ego.

O ego, por definição, é limitado, fragmentado, e se constrói apenas através do medo, através da ‘vontade de bem’ e da promoção.Nada é necessário além de Ser, e de manifestar a Transparência e o Amor.

Não como algo a buscar (como algo a construir que se inscreve em uma busca e, então, em um tempo): não há caminho, não há busca.

Há apenas, justamente, que parar tudo isso, para viver o Si.

Enquanto há procura, enquanto há pergunta, enquanto há dúvida, existe o ego, porque o Si jamais pode duvidar do que quer que seja.

Ele não conhece a dúvida e não pode conhecê-la.

Não há pergunta, porque ele É a resposta.

Pergunta: quais são as diferenças e as associações entre o Espírito e o Si?O Espírito possui as características, globais e principais, do Si, da Unidade e do Presente.

O Espírito possui, além disso, uma Dimensão outra que esse corpo de carne.

O Espírito é, para vocês (e para nós, quando estávamos encarnados) imaterial, porque invisível, Desconhecido e situado em outras Esferas.

O Espírito é, em outras Dimensões, um Corpo.

Um Corpo com sua densidade (que lhe é própria), com uma forma (que está além da forma, como definida sobre este mundo), com uma coloração (se o podemos dizer, que não é uma coloração da alma, mas, bem mais, um estado Dimensional específico, mas que não é compartimentado ou limitado).

O Espírito é o Si.

O Espírito é a Unidade.

O Espírito é o Presente.

Mas, além desta Dimensão, ele é também um Corpo.

Um Corpo Aberto, não fechado, não fragmentado e, sobretudo, não isolado.

Ele está, então, ligado à Comunhão e à Graça, permanentemente, à Vida e à A FONTE.

O Espírito é Eterno.

É, portanto, um Corpo Eterno que não pode desaparecer: ele pode apenas se transformar.

Ele pode apenas seguir o Si, porque ele é, de qualquer forma, seu Veículo.

Pergunta: o Espírito habita outros corpos, nesta Dimensão ou em outras?

De maneira a mais geral possível, sobre este mundo, a um corpo corresponde um Espírito.

Mas, em outros Mundos, Unificados, o Espírito não é tributário de um Corpo, mesmo se ele é um Corpo, porque esse Corpo é mutável e porque esse Corpo não está fechado, nem localizado.

Pergunta: como fazer perdurar os momentos de Unidade que podemos às vezes viver?

Não há, justamente, nada a fazer.

Há que se manter neste estado, manter-se no Ser, nesta Vibração, como foi dito pelo Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV) e por outros Anciãos, e também por algumas de minhas Irmãs Estrelas.

Há, de algum modo, um processo de aprendizagem que é especial.

Porque ele tem a textura, de qualquer forma, dos tempos específicos que vocês vivem, que estão em relação e em contato direto com um processo que não se refere mais unicamente a um indivíduo (segundo seu caminho anterior), mas que diz respeito à totalidade da Terra e, então, às Consciências que estão ali presentes.

Para a maior parte de vocês, a Realização total e integral do Si significa, hoje (porque vocês estão neste Tempo), a Fusão ou a Transmutação nos Corpos de Estado de Ser (ou Corpo do Espírito).

E que significa (ou que significaria) o desaparecimento total deste corpo e desta personalidade.

O que, como vocês talvez saibam, deve aguardar um momento coletivo particular, que está ligado, ao mesmo tempo, a acontecimentos de ordem cosmológica, astronômica e, é claro, planetária.
Alguns, contudo, têm a capacidade para instalar-se na Unidade, no Si e no Presente, de maneira mais duradoura do que outros, porque a Transparência (que está em contato direto com o Abandono à Luz, com a Porta de CRISTO) está mais pronta, por assim dizer, em meio à personalidade.

A personalidade tende a se tornar, para estes seres, Transparente.

Ela tende, então, a não mais deter a Luz, a não mais freá-la.

Isso é diretamente procedente, é claro, de comportamentos da personalidade, onde o medo foi (não por qualquer vontade) Transcendido e eliminado, onde o Amor se aproxima de sua definição a mais Vibral, perdendo todas suas características pessoais.

E onde o ego (a personalidade, o “eu” [‘je’], o “eu” [‘moi’]) nada mais reivindica, para ele mesmo.

Para estes Irmãos e estas Irmãs, é mais fácil manter-se no Ser, do que viver as três facetas do Ser: o Si, a Unidade e o Presente.

Mas é preciso bem aceitar que isso não é algo para ser buscado, mas que é verdadeiramente algo a que é preciso se Abandonar.

Enquanto existe (e mesmo em meio à personalidade) uma vontade própria do “eu” [‘je’] e do “eu” [‘moi’] de querer viver a Luz, de maneira sistemática, a personalidade vai apropriar-se da Luz, em uma não Transparência e em uma opacidade.

Dito de outra forma, o Si, a Unidade e o Presente, é tornar-se si mesmo esta Luz, mas não utilizar esta Luz para outra coisa que a Luz.
A dificuldade reside, efetivamente, neste nível.

Porque a alma humana é assim feita, e está assim voltada, no Plano Vibratório, polarizada para a encarnação e não para o Espírito.

Dito de outro modo, como CRISTO disse: “seu Reino não é deste mundo”.

Ora, a personalidade quer, a todo custo, estabelecer seu reino com a Luz, o que, logicamente, não pode acontecer.

Jamais.

A anulação e a Transcendência do “eu” [‘moi’], do “eu” [‘je’], é um Sacrifício.

E esta Crucificação (essa Passagem da Porta Estreita, do ego ao Coração, da Nova Fundação de Vida) apenas acontece se o ego se rende, integralmente.

E, aliás, nas experiências de Luz, antes deste período coletivo (e para alguns seres, também, Irmãos e Irmãs que estão com mais maturidade para viver isso), é apenas durante um evento específico, onde o ego se rende (pela meditação, por uma experiência às portas da morte), que se revela a Luz, não de outra forma.

Existem, hoje, alguns Irmãos e Irmãs que vivem a Luz de maneira instantânea.

Naquele momento, como eu disse, os comportamentos mudam, ao contrário.

O Irmão ou a Irmã que vive isso, de maneira imprevista e espontânea, não pode mais fazer uso de suas capacidades habituais.

Tudo é transformado.

Mas enquanto o ego está presente e que ele pensa dirigir, controlar ou dominar, a Luz não pode ser vivida.

Porque a Luz, o Si, a Unidade, o Presente, é muito exatamente a antítese (como eu disse) dos próprios princípios do ego e da personalidade.

É preciso não compreender, por isso que vocês devem matar o ego, porque vocês não mudariam um iota o estado que vocês estão.

Porque, quem desejaria matar o ego, senão o ego?

O qual, é claro, jamais pode ser morto.

Ele apenas pode, como eu disse, render-se, tornar-se Transparente à Luz.
Os Quatro Pilares do Coração, que lhes foram comunicados, e que foram ativados, destinam-se, de algum modo, a favorecer este estado para vocês.

Pergunta: se este estado não pode ser alcançado pela vontade pessoal, pode se alcançar por todos os protocolos comunicados, em particular, sobre as Portas?Tudo o que lhes foi comunicado, seja por UM AMIGO (com relação ao Yoga da Unidade), seja pelos elementos novos sobre a falsificação (que lhes foram dados pelo IRMÃO K), os testemunhos que lhes foram fornecidos (pela minha Irmã GEMMA, ou pela HILDEGARDE ou por outros), são apenas testemunhos.

Os exercícios, as práticas, a meditação, a oração, tudo o que podemos imaginar, podem ajudar, mas na condição de bem se apreender de que isso não é o objetivo, mas os meios.


E de que mesmo esses meios jamais os farão passar a Porta Estreita.

Jamais.

São apenas meios para aproximá-los desta Porta.

Não há outro modo senão se Abandonar à Luz, senão aceitar viver, simbolicamente, sua própria morte, a eliminação de toda vontade, a eliminação de todo Eu, a eliminação de todo medo, de toda opacidade à Transparência.

É isso que foi denominado, em várias ocasiões, o Abandono à Luz, e como disse o CRISTO: “eu entrego meu Espírito em tuas mãos”.

É conceber, aceitar e viver que o efêmero nada é diante do Eterno e diante da Eternidade.

Enquanto há uma vontade de preensão ou de compreensão, é apenas o ego que fala.

A diferença essencial, em relação a uma época anterior até a chegada da Luz (desde uma ou duas gerações), é que, hoje, esse processo é muito mais fácil.

Porque vocês não são obrigados a ascender à Luz, mas é a Luz que desce até vocês.

Simplesmente, resta Conscientizá-la.
E Conscientizá-la significa fazer cessar toda vontade, fazer cessar todo ato da personalidade.

É Abandonar-se à Luz.

Crer que um exercício ou uma prática vai conduzi-los ao Despertar, se isso fosse verdadeiro, vocês seriam centenas de milhões sobre a Terra, e o conjunto da humanidade já teria vivenciado o Despertar, e esse não é o caso.

Mesmo se esse processo, hoje, seja um mecanismo aberto a todos, porque as condições iniciais, precedentes, são totalmente diferentes, desde uma geração ou duas gerações.

Enquanto vocês não estão Humildes, enquanto vocês não são Simples, enquanto vocês não estão Transparentes e enquanto vocês não estão neste Caminho da Infância, o Coração não pode permitir-lhes viver o Si, a Unidade e o Presente.

É o mental que buscará sempre, pela compreensão, apropriar-se da Luz.

A Luz jamais é uma apropriação, é uma restituição, é uma Transparência total.

O ego é que foi criado (eu não retornarei às circunstâncias históricas ou aos mecanismos, pouco importa), mas o ego, gradualmente e à medida do que foi chamado de encarnação, as encarnações, as reencarnações, pouco a pouco foi cristalizado.

A alma desceu cada vez mais, Vibratoriamente, nos mecanismos de ação/reação (quaisquer que sejam os nomes que possam ser dados, no Oriente como no Ocidente, ou como em qualquer época).

O próprio princípio da ação/reação, que é a lei deste mundo, está em total contradição com a Lei do Espírito.

Vocês não podem ascender a este Desconhecido enquanto vocês mantêm o que quer que seja de Conhecido, e o que lhes é o mais Conhecido, é claro, é a personalidade, sua pessoa, seu Eu, mas que não é o Si.

O Si não está no fim de um caminho, ele não está tampouco no amanhã, ele não está tampouco (é claro) no ontem, mas ele está (como foi dito) no Instante Presente.

Ora, o ego jamais está no Presente, porque a partir do momento em que o mental escuta, ele busca compreender e, então, ele não pode estar no Presente porque ele já está no instante seguinte.

É o mesmo para as emoções, e é o mesmo para todos os funcionamentos do que está limitado em meio à personalidade.

Não existe qualquer mecanismo presente na personalidade que irá permitir viver a Unidade, o Si e o Presente.

Todos esses mecanismos, sem qualquer exceção (referentes ao passado, à ascese ou ao aprendizado), devem desaparecer.

Porque mesmo aquele que segue uma ascese aproxima-se, como eu disse, da Porta Estreita, mas jamais a própria ascese fará atravessar a Porta Estreita.

A única maneira de atravessar é o Sacrifício e a Crucificação.

Não pode ali haver Ressurreição (ou seja, manifestação da Consciência do Ser, Realização, Despertar do Si, da Unidade e do Presente) enquanto os elementos que não são o Si, a Unidade e o Presente são a maioria.

E o que conduz a personalidade é, muito exatamente, a antítese do Si, da Unidade e do Presente.

As condições anteriores, de silenciar o mental, as emoções (pela meditação, pela oração, pelo estado Interior), são condições preliminares: essas condições preliminares são úteis, mas elas jamais serão a Passagem da Porta.

Pergunta: foi dito que nossa alma não conhecia nosso Espírito. É possível, por uma Intenção específica, garantir que, justamente, nossa alma conheça nosso Espírito?Sim, isso foi explicado pelo IRMÃO K (ndr: ver a canalização do IRMÃO K de 7 de julho de 2011, referente ao desdobramento da Luz sobre o eixo lateral anterior direito, assim como a descrição das Trilhas correspondentes (Portas AL, VISÃO, PRECISÃO) no Protocolo “Reconstrução do Corpo de Existência”).

É a Reversão da alma, da Visão e da Atração, para o Espírito.

É a Renúncia.

É o mesmo mecanismo que eu acabo de explicar.

Não há outro caminho, não há outra possibilidade.

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
Irmãos e Irmãs desta assembleia, eu rendo Graças por nossa Comunhão.

Eu permanecerei Presente, em vocês (porque eu ali estou), para o período conjunto de Comunhão.

Eu lhes envio a Plenitude da Graça e da Alegria.

Comunguemos antes que eu me estabeleça em vocês.

... Efusão Vibratória/Comunhão ...
Até breve.


Enviado por Rosa
Mensagem da Amada MA ANANDA MOYI no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1245
27 de outubro de 2011
(Publicado em 28 de outubro de 2011)
Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com
http://minhamestria.blogspot.com/

PODCAST: A ALEGRIA DE ACOLHER A GRAÇA




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Download: http://www.4shared.com/audio/z2fc8iic/podcast2.html



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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

*IRMÃO K* - 26 de Outubro de 2011 - AutresDimensions


Eu sou IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs, dignem-se de aceitar minhas saudações.
Eis me aqui, de novo, entre vocês, a fim de abordar, esta noite, neste espaço, um objeto importante, que irá se resumir neste título: liberar o Amor para ser Livre.
Isso que eu vou falar-lhes é a sequência lógica, de algum modo, de minhas intervenções anteriores, durante este verão, referente ao princípio da ATRAÇÃO e da VISÃO.
A palavra amor é, certamente, uma das palavras (com a palavra Deus) que foi a mais empregada na superfície desta Terra.
E o mínimo que podemos dizer é que, quaisquer que sejam as épocas e qualquer que seja a utilização intensa dessa palavra, nós não podemos dizer, como em minha vida, que o amor é a regra.
Agora, falar de liberar o amor significa, evidentemente, que o amor não é Livre, pelo menos tal como é conhecido, tal como é vivenciado neste mundo, nesta Dimensão, e que não corresponde verdadeiramente, talvez, ao que pôde dizer alguns seres que tiveram acesso, como vocês sabem, a estados que não são ordinários e que não são habituais da Consciência humana.
***
O amor, na realidade, exprime-se, muitas vezes, justamente, através de princípios falsificados que se nomeou o eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
E muitas vezes o ser humano, em sua vivência, em suas experiências, em sua vida, em todos os setores de sua vida, diz e afirma que ele experimenta o amor.
Mas este amor é sempre tingido e colorido por esta falsificação da Luz, em ressonância com este eixo ATRAÇÃO / VISÃO e com o que isso significa.
Obviamente, eu não retornarei sobre ATRAÇÃO / VISÃO, porque eu o desenvolvi amplamente.
O amor (seja o amor de um filho por seus pais, seja o amor de um pai por seus filhos, seja o amor expresso entre duas pessoas, ou mesmo em relação a um ser, o mais respeitado mesmo) é e será sempre, em última análise, apenas uma forma de apropriação que resulta diretamente deste eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
O amor pode definir-se como algo que vai nutrir o ser humano, que vai então lhe trazer alguma coisa e desencadear, em ressonância, ações, comportamentos, hábitos e atitudes, que vão tentar prolongar, responsabilizar e explicar (em fatos, em gestos e em atenções) este amor, tal como o vive cada ser humano.
E, no entanto, os seres que vivenciaram estados de consciência não ordinários, eles também, falaram do amor e, contudo, eles não empregaram as mesmas descrições, nem vivenciaram as mesmas referências, as mesmas experiências como o comum dos mortais.
Eu entendo por ‘o comum dos mortais’, não um aspecto de segregação, mas, bem mais, no sentido de coletivo, no sentido de algumas leis, algumas regras morais e sociais, utilizadas, em um dado momento, por um povo ou por uma civilização.
***
De fato, é extremamente difícil, para o comum dos mortais, exprimir o amor de outra forma senão por esse princípio de ATRAÇÃO e de VISÃO.
Dessa maneira, na consciência ordinária, um filho não é livre.
Ele é, se o podemos dizer, criado pelos pais e, de alguma forma, submetido a certo número de leis, a certo número de princípios, denominados ‘educação’, a certo número de elementos que são chamados, por exemplo, de doenças hereditárias.
Existe, então, uma coloração, a partir do momento em que o filho nasce em um determinado meio que, evidentemente, vai condicionar, de alguma maneira, e em grande parte, o futuro deste indivíduo, no entanto, tão novo.
Naturalmente, é mais fácil e mais vicejante nascer em um meio onde existe a abundância, o afetivo, onde existe a possibilidade de realizar uma compreensão deste mundo.
Coisa muito mais difícil para um filho sem pais, ou em meios ditos muito desfavorecidos.
Eu não voltarei, é claro, sobre esta desigualdade, já que, em um caso como no outro, em última análise, o resultado é sempre o mesmo, ou seja, que o amor não é livre, já que o amor sempre deve uma atenção, uma afeição, uma reciprocidade, aguardadas e esperadas.
***
No conjunto das relações humanas (eu tomei como exemplo pais/filhos, mas nós podemos também aplicá-lo a uma relação de cônjuges, ou qualquer relação pondo em jogo o afetivo, e em grau considerado muito forte), este amor está sempre associado a uma observação minuciosa, ou a um princípio de atração, que a maioria das consciências humanas ordinárias não pode explicar.
Passando pela obrigação moral e social da hereditariedade, ou passando pela atração existente entre dois seres (quaisquer que sejam os elementos que possam ser apresentados, como elementos significativos), é claro, muitas vezes é um enigma que pode ir às vezes ao amor romântico, sem qualquer explicação, entre dois seres, satisfazendo-se sem razão alguma e sem justificativa alguma.
O problema é um pouquinho diferente (mas se junta, contudo, à mesma reflexão) quando se trata de um amor projetado, referente a um conceito ideal, que isso faça parte de uma religião, de um Deus, qualquer que seja, ou de um princípio imanente, como pode existir em algumas filosofias.
O amor é então, de qualquer modo, uma forma de projeção, visando preencher alguma coisa que estava deficiente, no interior de si.
Este amor é sempre (como vocês o sabem, eu espero) condicional e condicionado à própria condição do ser humano, tal como ele a vive e tal como ele a experimenta.
Este amor, então, não é em nada livre.
Ele nada é espontâneo e nada é incondicional já que é exatamente o inverso do que representa (e eu o nomearei desta forma, se vocês bem o quiserem) o Amor Vibral.
Nós, com frequência, abordamos esta noção de Amor Vibral como um Fogo: um Fogo do Espírito, um Fogo devorador, que consome a alma e que abre à Alegria Eterna, à Felicidade, ao Samadhi, à Morada da Paz suprema, a uma Consciência não ordinária, que nada tem a ver com o estado habitual das relações em meio à consciência ordinária.
Naturalmente, muitas vezes, no ocidente como no oriente, glorificou-se este Amor absoluto sob forma de poesias, de pinturas, de esculturas e de conceitos, ou de religiões.
E o ser humano vai aderir, por princípio de ‘atração’, a tal ou tal elemento referente a tal ou tal amor mais do que tal outro.
Em qualquer caso, esse tipo de amor não pode tornar Livre, já que ele os torna, de algum modo, dependente da ATRAÇÃO e do que foi criado e manifestado, no Espírito ou na Verdade, com respeito a uma pessoa física, ou com respeito a um conceito religioso, ou filosófico, ou espiritual.
***
Hoje, através de uma série de transformações que vocês vivenciaram (e que eu espero, vocês viverão cada vez mais), vocês foram levados a descobrir espaços novos, manifestando-se por coisas muito diferentes do que existe para o comum dos mortais, denominadas Vibrações, percepções novas, áreas de Consciência profundamente diferentes.
Alterando, aliás, as percepções da consciência ordinária, vindo modificar os mecanismos de funcionamento do pensamento, das emoções, do mental e mesmo do corpo.
O amor, condicionado e condicionante, vivenciado neste mundo, resulta, integralmente, da ausência de conexão com a Fonte, ligado à ilusão da separação e à falsificação da Luz que, como vocês sabem, retirou, então, certo número de funções do próprio funcionamento da consciência e da vida, tal como vocês a manifestam sobre este mundo.
O amor é, então, um ideal.
E um ideal tão ausente, tão buscado que ele vai, na maioria das vezes, conduzir, de alguma forma, literalmente, a vida do comum dos mortais.
Através de uma série de elementos afetivos, profissionais, sociais, de descendência (através dos filhos), ou ainda através da adesão a princípios morais ou espirituais, que, evidentemente, aquele que adere a estes princípios, vai defender, como vocês sabem, em detrimento de outro qualquer.
Na realidade, quem pode dizer, estando em tal religião, que ele ama todas as outras religiões da mesma maneira que a sua?
Quem pode dizer que ama seu cônjuge da mesma maneira que qualquer ser humano sobre este planeta?
Evidentemente, vocês sabem que isso é impossível.
Isso pode permanecer um conceito, isso pode permanecer uma ideia, mas isso jamais será uma Verdade, porque existe, justamente, este eixo ATRAÇÃO / VISÃO que foi deformado e sobre o qual se expressou o conjunto das polaridades do ser humano (em suas dimensões afetivas, em suas dimensões amorosas e em seu amor).
***
O amor é vivenciado, então, sobre este mundo, como um princípio que vem limitar, justamente, a liberdade, mesmo se, nas primeiras fases de um amor (seja conceitual ou seja dirigido e voltado para uma pessoa), ele é como um elemento que vai, efetivamente, preencher uma falha, uma falta.
Isso é profundamente diferente para a Consciência que vive a Unidade, ou que se aproxima da Unidade, porque, naquele momento, o Amor é vivido, já, no Interior de Si, como a expressão mesmo desse Fogo do Amor, como a expressão de algo que se basta a ele mesmo e que não tem, portanto, necessidade de buscar no exterior de si qualquer satisfação (qualquer que seja, referente a uma religião, referente a um cônjuge, referente a qualquer outra relação afetiva ou amorosa), em qualquer setor da vida que seja.
Podemos dizer, então, que o amor, condicionado e condicionante, manifesta-se e se estabelece a partir de uma carência.
Enquanto que o Amor Vibral vai, ele, estabelecer-se e se manifestar, não a partir de uma carência, mas, bem mais, como uma emanação de plenitude Interior.
Fazendo, aliás, com que as Consciências que vivem esta consciência não ordinária possam sentir um Amor que não tem necessidade de exteriorizar nem de se exprimir, mas sim vivenciado Interiormente, não por qualquer vontade de atração e de visão para o que quer que seja.
Mas como um estado diferente da Consciência, onde o Amor seria, de alguma maneira, onipresente, cujos reflexos seriam a Luz, cujos reflexos seriam as diferentes manifestações, justamente, deste estado não ordinário da Consciência.
A diferença é essencial, porque ela vai se traduzir, ao nível da Consciência, por algo profundamente diferente.
***
Na consciência comum, ordinária, o amor está sempre sujeito à garantia, ele é sempre procurado, ele está sempre insatisfeito, devido mesmo a esse princípio de atração, de visão e de busca perpétua, mesmo tratando-se, é claro, da mesma pessoa, em um casal, que vocês poderiam qualificar de fiel, qualificar de autônomo e qualificar de perpétuo, no sentido romântico.
Em meio a esta relação, todos vocês sabem que existem atitudes que fazem com que busquemos, permanentemente, a prova, a demonstração, a manifestação, através dos sentidos, através dos diferentes sentidos e eu não falo unicamente, é claro, da esfera sensual, mas, bem mais, das atenções, das atitudes e dos aspectos, mesmo, que são parte integrante dos jogos do amor, entre duas pessoas.
Vocês observam bem, obviamente, que, sobre este mundo, e de maneira cada vez mais ampliada, este amor dura cada vez menos tempo e ele é cada vez menos romântico e cada vez menos duradouro.
Este amor, de fato, tem, então, como base, uma carência.
Enquanto que o Amor, no sentido Vibral, é a descoberta do Amor, no Interior de si.
Isso nada tem a ver, é claro, com qualquer atitude que poderíamos chamar de narcisista, mas, bem mais, uma atitude de plenitude Interior, fazendo com que existisse, de algum modo, para estes seres, uma nutrição abundante de Amor, manifestando-se dela mesma e não implicando em qualquer busca, exterior ou complementar, visto que tudo já está completo no Interior de si.
***
Então, o que significa liberar o Amor?
Liberar o Amor é já tomar consciência das funções limitantes do amor (seja religioso, seja humano) e que ao nível do ser humano, refere-se a todo tipo de relação, sem qualquer exceção.
O verdadeiro Amor (ou Amor Vibral) é aquele que nasce no Interior de si, sem qualquer referência exterior e sem qualquer projeção exterior.
Toda a diferença iria se situar, de alguma forma, neste nível, em uma orientação da Consciência, seguida por uma orientação da energia, pelo princípio da lei de atração e de ressonância.
O amor possuído no exterior é um amor projetado, idealizado, conceituado, em ressonância com uma projeção que visa satisfazer um sentimento, inato ou adquirido, de carência Interior, em relação a esse sentimento de amor.
O Amor não ordinário (o Amor Vibral), manifestado e conscientizado por aqueles que vivenciaram este Apelo do Amor, não tem o que fazer, de qualquer modo, nem de uma religião, nem de uma pessoa, nem de um contexto, qualquer que seja.
***
Deste modo, é claro, existe uma coloração deste Amor Vibral que pode ser diferente, e que será diferente, segundo o meio educacional, cultural ou mesmo espiritual no qual ele ocorre.
Vocês têm, entre as Estrelas, as Irmãs que, durante sua experiência encarnada, vivenciaram este Amor como uma consumação total no Fogo de CRISTO.
Para um oriental, evidentemente, haverá uma identificação com Krishna, com Vishnou, com o Absoluto, pouco importa, ou o Atman.
Tudo isso representando apenas nomes oriundos de uma coloração da personalidade, existindo ainda quando o Amor se manifesta em si.
O sentido da energia é profundamente diferente, porque o Amor Vibral faz retornar o Amor para si mesmo.
Quer dizer que há (além de qualquer narcisismo, ainda uma vez) um sentimento de Amor, voltado para o Si, e não mais voltado para o eu.
Ou seja, não há mais necessidade de possuir, não há mais necessidade de atrair, não há mais necessidade de ver um objeto de amor no exterior, já que o ser realiza sua Natureza Essencial e Primária, que é Ser Amor.
***
Ser Amor libera então a alma e o Espírito que o vive de uma busca do amor, no exterior de Si, já que o próprio princípio do Amor Vibral é ser completo, desde sua manifestação.
Não há necessidade de qualquer tradução, de qualquer atração no interior de si, e de qualquer projeção de um elemento exterior.
Naquele momento, e somente naquele momento, o Ser pode Irradiar o Amor, por completo.
É nesse sentido que, pouco a pouco, ou mais ou menos rapidamente, vocês se tornam Semeadores e Ancoradores de Luz, aproximando-os deste instante em que vocês poderão, pelo Apelo de CRISTO, denominado a porta KI-RIS-TI ou pela Porta Estreita, conscientizar a totalidade do Amor que vocês são.
E, naquele momento, o mundo jamais será o mesmo, porque não haverá nada a buscar no exterior para preencher o que quer que seja de deficiente no interior de si.
E é naquele momento que o Amor é liberado.
E é somente naquele momento.
Quer dizer que, naquele momento, o conjunto das relações, o conjunto das projeções, pode, enfim, cessar, porque nada há a buscar no exterior que já não esteja presente no Si e na realidade da Unidade vivenciada enquanto que Consciência Unitária, por aquele que descobre este estado de Amor do Si e de Amor, independente de qualquer suporte, de qualquer conceito, de qualquer projeção e de qualquer necessidade de posse, qualquer que ela seja.
***
Liberar o Amor, tornar livre, porque, a partir do instante em que vocês são preenchidos por este Amor, vocês não têm mais necessidade de amar de maneira pessoal, e de amar de maneira individual, porque vocês se tornaram, vocês mesmos, o Amor.
Quaisquer que sejam os laços existentes, isso vai apenas fazer (e isso lhes foi dito por vários intervenientes) com que vocês se desfaçam do conjunto de suas relações, do conjunto de seus afetos.
Mas, pelo contrário, o conjunto deles é transmutado a uma nova qualidade Vibratória, livre de qualquer projeção, de qualquer suposição, de qualquer necessidade de possuir, de qualquer necessidade de aprisionar, que isso seja si mesmo ou o outro, em uma relação.
Vocês se desligam de uma comunicação (mesmo amorosa), sobre o princípio chamado de Comunhão, permitindo-lhes superar, amplamente, o que pode ser conduzido no âmbito de uma relação confinante (seja pelos sentidos, seja pelas palavras, seja pelas atitudes ou ainda pelas atenções dadas à pessoa amada, que seja um pai, um filho, um cônjuge, ou um conceito).
Tudo isso faz parte, como vocês sabem, das fases finais que vocês estão prestes a viver, nós o esperamos, para cada vez mais seres que nos escutam, que nos seguem e que vivem este Apelo da Luz, à sua maneira, mas que deve, em última análise, levá-los (progressivamente ou brutalmente, agora) a estabelecer-se neste Amor.
***
A característica essencial deste Amor Vibral é, justamente, exprimir a Plenitude total do Ser, a Plenitude total da Consciência, sem ter necessidade de qualquer suporte exterior.
Vocês se tornam o Amor e, então, vocês irradiam o Amor, permanentemente.
Não há, portanto, necessidade de manifestar qualquer jogo de sedução, de posse, de atração ou de visão.
Vocês se tornam, naquele momento, totalmente independentes de todas as contingências, eu diria, da consciência comum, da consciência ordinária, totalmente independentes de todas as leis morais, sociais, de todas as leis familiares, hereditárias, ou que governam, de maneira geral, o conjunto dos códigos amorosos do ser humano, porque vocês, justamente, tornaram-se o Amor, vocês mesmos.
Há, então, nessa inversão (porque é uma e uma reversão também), um processo que os leva a não mais projetar no exterior e a conscientizar, de fato, que a fonte de Amor apenas pode existir no Interior de vocês mesmos, no que é chamado de Coração.
É naquele momento que se vive o Fogo do Coração, que vai se traduzir pelo desaparecimento, puro e simples, de tudo o que podia ser chamado de mecanismos do prazer e dos desejos (qualquer que seja seu modo de expressão) porque vocês se tornaram, vocês mesmos, no Interior de vocês mesmos, sua própria fonte de Alegria Interior, que não depende de qualquer Ação / Reação exterior.
As consequências, como vocês sabem, são múltiplas.
Elas passam, é claro, por mecanismos de reconsideração dos diferentes apegos, dos diferentes vínculos, fazendo-os evoluir para uma liberação e uma Liberdade cada vez mais importante, permitindo-lhes viver (e de maneira cada vez mais ampla) um sentimento de Paz, um sentimento de Alegria, que se torna, naquele momento, totalmente independente do olhar do outro e, sobretudo, desta famosa observação dos sinais amorosos, ou das atenções que o outro pode dar ou não.
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Na realidade, a Consciência que vive o Amor, em si, vai manifestar o Amor, evidentemente, como Irradiação ao conjunto do mundo, ao conjunto dos seres vivos e conscientes, que eles o aceitem ou não.
E vocês têm, então, naquele momento, escritos, palavras e atos (que são pronunciados por esses seres que vivenciaram o acesso à Unidade e que se estabelecem neste Amor Vibral) que são, obviamente, incomparáveis aos escritos, mesmo românticos do amor, que são apenas o reflexo de um desejo (mesmo altruísta) de posse, de tornar seu, o outro ou um conceito, qualquer que seja.
O Amor Vibral vai, portanto, liberá-los.
Ele vai liberá-los de todos os confinamentos, de todas as conexões, de todas as projeções, porque nada mais há a encontrar no exterior.
Porque tudo se situa, doravante, no Interior, como vem confirmar a visão etérea e, para alguns de vocês, pelo que começa a estabelecer-se como elemento de Visão do Coração, que alguns elementos lhes foram dados como possibilidade de aproximar-se desta visão do Coração.
Através, por exemplo, da Comunhão.
Através, por exemplo, da prática do ‘Eu sou Um’ (ndr: desenvolvida por RAMATAN no livrete “A Humanidade que começa”) (*).
Assim como elementos que vão permitir-lhes viver e experimentar esta dimensão de Amor que está liberada, tornando-os, assim, inteiramente, livres.
Nenhum amor, do tipo pessoal, pode torná-los livres.
Nenhum amor, do tipo conflitante, pode torná-los livres.
Nenhum amor, no sentido humano (quem não atingiu o estado Vibratório do Coração) pode permitir-lhes encontrar a satisfação e a Paz Eterna, que não depende, de forma alguma, de qualquer olhar do outro.
Muitas vezes há, como vocês sabem, uma dependência (através dos códigos sociais, através dos códigos morais, através dos códigos afetivos) que faz com que a relação de amor, entre dois indivíduos, seja sempre condicionada pela presença desses códigos ditos morais, ditos sociais, ou dito ‘normal’ porque vivenciado pelo conjunto da consciência comum da humanidade.
Tudo isso tem um fim, porque, é claro, a época que vocês vivem vai levá-los a compreender o que é o verdadeiro Amor, em sua Dimensão Vibral, que está bem além de todos os sucedâneos do Amor que lhes foram dados a ver, a manifestar e a experimentar, neste mundo.
Obviamente, a maioria dos seres humanos, em meio à consciência ordinária, assim que percebe uma atração, mesmo a mais altruísta, vai falar de amor.
Mas reflitam bem, e compreendam, e Vibrem-no, que o fato de viver este amor jamais irá permitir-lhes viver o Amor ligado ao Fogo do Coração e ao Despertar do Coração.
O Fogo do Coração é um Amor em si mesmo: é o Fogo do Espírito, o Amor da Fonte que se revela em vocês, e que os faz compreender, viver e aquiescer à sua natureza profunda que é o Amor, a Unidade e a Luz.
Evidentemente, o Amor, a Unidade e a Luz, dos quais a consciência ordinária, em meio à personalidade, não tem qualquer ideia, exceto através de projeções ou de idealizações.
***
Apenas pela vivência Vibratória da abertura da Consciência, do acesso à Unidade, possibilitado hoje a uma parte cada vez mais importante da humanidade (através da abertura da Porta posterior pelo Arcanjo METATRON, através da Passagem da Porta Estreita, através dos Pilares que lhes foram desenvolvidos), que o ser humano, se o desejar, hoje, pode aproximar-se, ao mais perto, deste Amor Vibral, autêntico, não dependendo mais de circunstâncias sociais, morais ou afetivas.
Este Amor vem substituir-se, de alguma maneira, a todos os amores, limitantes e condicionantes, permitindo-lhes, assim, ser livres.
Ser livres não quer dizer não mais respeitar os códigos morais, sociais, ou da sociedade ou da família, mas se libertar, plenamente, a fim de não mais ser submetido, no plano Vibratório, a essas leis, que são leis de confinamento.
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Eu os lembro de que o CRISTO pronunciou essas palavras que, de certa forma, vêm liberá-los dos laços da carne e dos laços de sangue.
O mais importante, e Ele lhes disse, são os laços do Espírito, que são Liberação.
Jamais os laços da carne, qualquer que seja esta carne, poderão estar livres, porque a carne comporta certo número de lacunas.
Estas lacunas não são culpa sua, mas resultam de uma alteração do próprio princípio do Amor, através do eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
Eu já havia expressado isso.
A alma se volta para a matéria, ela está desviada do Espírito e vai, então, buscar, permanentemente, o Amor, através da relação, através da comunicação, através da projeção, através do amor romântico, através do idealismo, mas certamente não através do Amor do Espírito.
Há, portanto, neste nível, como vocês sabem, um princípio de Reversão que corresponde, muito precisamente, ao que lhes é pedido para viver e o que, talvez, eu espero, vocês vivam, em número sempre mais considerável sobre esta Terra.
Porque, descobrir o Amor que pode existir no Coração, coloca-os em contato com a Fonte, com o que foi denominado a Alegria, o Samadhi, e esse Samadhi não pode depender, de forma alguma, de um suporte exterior deste mundo.
Naquele momento, vocês terão liberado o Amor.
E, naquele momento, vocês poderão manifestar a Liberdade e amar, sem qualquer condição, cada ser humano.
Aliás, isso não é mais uma decisão, não é mais um fazer, não é mais um ato, mas se torna um estado que eu qualificaria de ‘natural’.
E é neste estado natural que é comunicado certo número de verdades, para alguns, entre nós, ao nível dos Anciãos, ou entre as Estrelas e entre, evidentemente, uma multidão, mesmo limitada, de seres, tendo vivenciado este Despertar ao Amor e este Despertar à Unidade.
***
Hoje, vocês são chamados, também, através dos quatro Pilares, através desta Porta posterior, através desta Porta Estreita e através do enquadramento da Humildade e da Simplicidade, a elevarem-se, vocês também, a esses domínios Vibratórios.
Lembrem-se, nada há a perder.
Há tudo a ganhar, já que, naquele momento, vocês jamais estarão na privação, ou na insuficiência do que quer que seja, visto que a Fonte do Amor não se encontrará mais no exterior, mas no Interior de vocês mesmos.
A maior das falsificações foi fazer crer o ser humano, ao nível de sua consciência coletiva (e fazê-lo crer) em um conjunto de modos de funcionamentos levando-os a buscar, no exterior, o que já existe no Interior, mas que era ignorado.
Fazê-los crer que existia um ideal em outros lugares que em vocês mesmos, que este ideal estava situado em um futuro, que este ideal estava situado em um Salvador exterior, que este ideal estava situado em um Deus vingador, que este ideal estava situado em um Deus Amor.
Fazendo-os, de algum modo, ignorar sua verdadeira Natureza, pelo próprio princípio da projeção no eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
Tudo isso, vocês sabem, termina, e termina, de maneira definitiva.
Nós tivemos a oportunidade, uns e outros, entre os Anciãos, de expressar-lhes uma série de elementos referentes mesmo aos princípios considerados, por vocês, como válidos, pelas consciências que estão na busca espiritual, como vocês o chamam.
O próprio princípio da reencarnação não é uma lei espiritual, não é uma lei do Espírito, mas é uma lei da alma.
As leis que vocês vivem, neste mundo (que isso se refira ao seu corpo, à sua vida, à nossa vida quando a vivemos, e mesmo do outro lado do véu), jamais serão as leis do Espírito, já que, justamente, a manifestação do Espírito é que foi limitada, em sua vida e na consciência comum.
***
O que retorna então, hoje, integralmente, é a Totalidade do Espírito.
Chamando-os, então, a uma revolução Interior, final, chamando-os, se tal é sua possiblidade e seu desejo o mais íntimo da alma, a reencontrar-se em um novo estado de consciência, em um novo estado Vibratório não tendo mais nada a ver com o que vocês conhecem, com o que vocês experimentaram, e com o que vocês conhecem, ao nível das leis, ao nível mesmo das leis chamadas do Espírito, mas que, de fato, são apenas as leis da alma, distorcidas.
O Espírito não tem o que fazer de sua personalidade.
O Espírito não tem o que fazer de suas reencarnações, que pertencem, elas também, à limitação e ao confinamento.
O Espírito não tem o que fazer dos seus laços e dos seus apegos.
O Espírito não tem o que fazer do outro, em uma dimensão pessoal, já que o Espírito vê apenas o Espírito.
Ele ama além das limitações, além das contingências, já que é sua Natureza e sua Essência.
É isso que vocês são chamados a viver.
É também liberar-se do conhecido, como eu disse, para ascender a este desconhecido que os liberará, por completo.
Mas lhes é preciso, como isso foi explicado, inúmeras vezes, e de diferentes modos, abandonar-se ao Espírito, a fim de viver o Espírito.
Isso irá permitir-lhes passar da agonia, da noite escura da alma, passar a este pedido para afastar o cálice de vocês, para, enfim, poder dizer, como o disse o CRISTO: “Pai, eu entrego meu Espírito em suas mãos” e, então, “tudo está consumado”.
Isso vocês são, agora, chamados a viver, cada vez mais individualmente, mas, sobretudo, vocês irão vivê-lo, proximamente, de maneira coletiva.
E é naquele instante que irá ocorrer o que foi mal compreendido, denominado, no ocidente: o julgamento final.
Não há outro julgamento senão aquele que vocês fazem, vocês mesmos, sobre vocês mesmos.
Não há qualquer Deus exterior que virá julgar qualquer de suas ações.
Não existe qualquer punição.
Não existe qualquer recompensa.
Existe apenas o Si, que é para viver no instante presente, a partir do instante em que vocês não deem mais peso a qualquer das crenças referentes ao amor e a partir do instante em que vocês se tornam o Amor.
Naquele momento, a visão do Coração aparece-lhes.
Naquele momento, vocês vivem a reunificação com o Espírito.
E isso não pode existir enquanto existe um amor condicionante, um amor limitante, um amor confinante, ainda presente em meio à sua Consciência.
Eu bem disse em meio à sua Consciência e não em meio à sua vida, porque não é livrando-se dos laços que vocês irão encontrar o Amor Vibral, mas sim transcendendo esses laços, na vivência mesmo do que lhes é dado a viver.
Lembrem-se de que nós lhes dissemos que, tudo (a idade, as condições, o estado físico, a situação afetiva, profissional, em que vocês estão, hoje) corresponde muito exatamente ao que vocês têm a viver para aproximar-se, mais de perto, deste Amor Vibral, a fim de vivê-lo.
Mesmo se as circunstâncias vistas sob o olho da personalidade parecem-lhes diametralmente opostas, estejam certos de que isso é absolutamente falso.
***
O Si apenas aguarda que vocês se revelem.
Ele não aguarda de forma alguma uma circunstância exterior.
Ele não aguarda outra liberação senão a conscientização do seu próprio Si, senão a conscientização do Amor Vibral, a fim de vivê-lo.
Não existe qualquer barreira exterior a isso.
Não existe qualquer karma.
Dito em outras palavras, não existe qualquer limitação física, nem qualquer limitação psicológica, exterior a vocês mesmos.
Há apenas vocês e vocês mesmos, independentemente de qualquer circunstância exterior, e de maneira, eu diria, cada vez mais facilitadora, que podem estabelecer-se no Si.
Não há qualquer elemento limitante, em meio à personalidade, que possa impedi-los de viver o que vocês têm a viver, no Amor Vibral e na Realização do Si.
Isso vai aparecer-lhes como uma Verdade cada vez mais flagrante, a partir do instante em que vocês jogam o jogo da Unidade e a partir daquele instante, vocês irão se estabelecer na Unidade.
Os elementos finais que nós lhes demos, os espaços de Comunhão, o fato de comungar à Consciência Unificada (mesmo de maneira horizontal, entre seres humanos), os diferentes exercícios que lhes foram dados (o ‘Eu sou Um’, dado pelo Governador da Intraterra), são mais elementos, durante este período e específicos a este período, que lhes demos para permitir-lhes voltar-se para o Amor Vibral e desviar-se de todos os amores ilusórios que a sociedade buscou, através do eixo ATRAÇÃO / VISÃO, dar-lhes, para melhor possui-los.
É então a vocês, e só a vocês, agora, que pertence esta última Reversão, para efetuar, e que corresponde à passagem da Porta Estreita.
Nós abordamos, longamente (e, em particular, o bem amado João), o ‘choque da humanidade’.
Foi abordada também, desde pouco tempo, ‘a noite escura da alma’, que é, de qualquer maneira, o ressurgimento dos medos arquetípicos: medos da perda de certo número de elementos, oriundo da personalidade, e resultando diretamente do confinamento.
***
Vocês não podem pretender à Liberdade enquanto permanecendo confinados.
Vocês não podem pretender, como diria nosso Comandante, ser, ao mesmo tempo, uma lagarta e uma borboleta.
É nesses tempos finais que o impulso da Luz irá se tornar, ao nível do Espírito, cada vez mais intenso.
O que resiste, em vocês, será pesaroso.
O que resiste, em sua consciência ou em seu corpo, irá colocar-se no caminho da Luz, enquanto zona de sombra, impedindo-os de estabelecer-se na Paz.
Mas isso não é, de forma alguma, uma punição da Luz, mas, bem mais, uma iluminação total da Luz Vibral, vindo dizer-lhes o que é preciso viver, para Ser.
Uma das Estrelas lhes falou, desde pouco tempo, do Apelo da Luz, em alguns pontos e em algumas de suas Portas.
Nunca se esqueçam de responder a este Apelo.
Isso é importante, porque este Apelo da Luz está justamente aí para permitir-lhes estabelecer-se no Amor Vibral.
Deste modo, é claro, alguns de vocês vão ser mais atraídos, nesses momentos, para sua personalidade, para abrir um jornal, para conversar, para dialogar, de maneira fútil, sobre as circunstâncias deste mundo.
É justamente naqueles momentos que lhes convêm estar vigilantes e atentos a este Apelo da Luz, seja pela Porta posterior, seja por uma das Estrelas ou por uma das Portas.
Resumidamente, qualquer que seja o Apelo da Luz, é a vocês que convêm abrir a Porta, ali responder, e é nesta condição que vocês viverão este Amor Vibral, este estabelecimento em meio à Unidade.
***
Naturalmente, a personalidade vai sempre, fora de seus alinhamentos, agora, exigir de vocês se conformarem a certo número de leis, a certo número de obrigações, reais, em meio à personalidade.
Mas lembrem-se, naqueles momentos, de que lhes convém buscar o Reino dos Céus, que está dentro de vocês, a fim de realizá-lo e de vivê-lo e que depois vocês terão toda liberdade para agir.
Dito em linguagem popular, como vocês dizem na Europa: “não coloquem a carruagem na frente dos bois”.
O que é mais importante, para vocês?
O que é mais importante, em sua Consciência?
O impulso da Luz, como vocês o vivem, torna-se cada vez mais importante, tanto em nível individual como em nível coletivo.
Tudo o que vocês podem observar, na superfície de seus mundos, deste mundo, tudo o que vocês podem observar, ao redor de vocês, são apenas os reflexos da oposição à Luz, ou da aquiescência à Luz.
A oposição à Luz irá se traduzir pelo que vocês observam para alguns seres humanos.
Mas a aquiescência à Luz pode ocorrer, nos primeiros momentos (para aqueles que não conhecem esta Dimensão da Unidade), de maneira um pouquinho dualista, ou seja, há necessidade, de algum modo, de mudar as coisas.
E enquanto o Amor não está estabilizado, em si, a necessidade de mudança, é claro, vai se colocar, muito naturalmente, no exterior.
O fato desta necessidade de mudar as coisas, no exterior (mesmo se o impulso está ligado ao amor), vai se traduzir, é claro, por forças de atrito, cada vez mais intensas, no comum dos mortais, não aberto em meio à Consciência extraordinária (vivendo, então, a consciência ordinária e querendo manter uma espécie de status quo), e na consciência do comum dos mortais, em sua outra versão (recebendo o impulso da Luz, sem integrá-la na totalidade, chamando a um renascimento, e vindo confrontar-se, muito naturalmente, com os partidários da conservação).
***
Lembrem-se de que a mudança é Interior, de que a mudança exterior irá resultar da boa vontade da Terra, mas também da boa vontade da coletividade da humanidade, a partir do instante em que um número suficiente irá viver o Amor, em si, mais do que querer impor o amor, no exterior de si e, então, recair nos esquemas que eu qualificaria de ‘dualistas’.
A Unidade é um estado Interior.
O Amor Vibral é um estado Interior.
O Amor não tem necessidade de outra coisa senão do Fogo do Coração, porque essa é a origem do Amor, que está ao nível da Fonte.
A partir do momento em que vocês vivem isso, vocês verão, por vocês mesmos, que sua vida irá se transformar, mais rápida e mais frequentemente agora, de maneira instantânea.
É através dessas experiências (que irão se tornar, de algum modo, um estabelecimento de sua Consciência, de maneira perene e definitiva, neste estado) que ocorrerá o basculamento total da Consciência em meio à nova Dimensão de Vida.
A Terra, como vocês sabem, está no ponto de realizá-lo.
O conjunto dos sinais que lhes são mostrados no exterior acontece, é claro, no interior de sua Consciência.
Os diversos sons, as diversas Vibrações que vocês percebem, sua amplificação (sem qualquer comparação com o que existiu, desde ainda alguns meses), reflete, em vocês, a iminência da Revelação do Amor.
Esta Revelação do Amor Vibral é uma mudança total de paradigma, uma mudança total de corpo, uma mudança total de funcionamento e uma mudança total do conjunto de regras estabelecidas pelo amor falsificado do eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
***
Vocês atingem, então, a partir de agora, a etapa mais fundamental e final desta conclusão do Apocalipse, desta conclusão da Revelação e do que foi chamado de Ascensão.
O Apelo da Luz e o Apelo do Amor tornar-se-ão cada vez mais importantes, em termos Vibratórios e em termos de Consciência.
Vocês serão, cada vez mais seguidamente, chamados a voltar-se para a Luz.
E, obviamente, isso irá necessitar, também, para cada um de vocês, atualizar suas escolhas, como o disse nosso Comandante.
Com cada vez menos frequência, vocês poderão manter um status quo, permanecer entre duas cadeiras.
Cada vez mais, vocês deverão afirmar um estado ou outro.
E esses dois estados, como eu espero tê-los mostrado e demonstrado, são muito exatamente ao oposto, um do outro.
É isso que pode representar, em escala coletiva e em escala individual, o que vocês são chamados a viver como ‘choque da humanidade’, bem além da noite escura da alma: mas a noite escura da alma coletiva da humanidade, que está às suas portas.
Eis as palavras que o conjunto dos Anciãos me pediu para entregar-lhes.
Além de minhas palavras, é claro, o aspecto Vibratório é essencial.
Se nós tivermos tempo, e se existir em vocês interrogações, não pessoais, referentes exclusivamente ao que eu acabo de exprimir, então, meus Irmãos e minhas Irmãs, eu os escuto com benevolência.
***
Pergunta: poderemos Amar assim os egos e as personalidades dos outros seres humanos?

Meu Irmão, a partir do instante em que a coletividade descobrir o Amor, os egos e as personalidades não existirão mais, simplesmente, porque eles serão dissolvidos, de uma forma ou de outra.
É mais fácil dizer e proclamar que vocês amam todo mundo.
É outra coisa do vivê-lo no Coração, porque naquele momento, nada há a proclamar, nada há a dizer, há apenas que Ser.
E a Inteligência da Luz e o Amor (que é a característica essencial da Luz) irão se manifestar espontânea e naturalmente.
Isso explica todos os processos, místicos ou misteriosos, manifestados pelo carisma daqueles que encontraram o Amor.
Não há, então, que se colocar esse tipo de pergunta, já que a partir do instante em que o Amor se estabelece em você, não há mais que colocar a questão da personalidade de um ou de outro, ou do ego de um ou de outro, porque o Amor se exprime, da mesma maneira, no conjunto dos componentes daquele que está em frente.
Visto que não mais existe, para aquele que vive o Amor, qualquer diferença entre um ego, uma personalidade e um Espírito.
A Unidade do Amor é isso.
***
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
***

Irmãos e Irmãs, eu rendo Graças pela sua escuta.
Eu lhes proponho vivermos, em silêncio, e antes do Alinhamento ou da Comunhão, vivermos, nós aqui, uma Comunhão.
Eu retornarei, em seguida, no momento do Alinhamento, de maneira mais coletiva.
... Efusão Vibratória ...
***
Eu lhes digo, então, até dentro de alguns instantes, meus Irmãos e Irmãs.
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Mensagem do Venerável IRMÃO K no site francês:

http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1243

26 de outubro de 2011

(Publicado em 27 de outubro de 2011)



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Tradução para o português: Zulma Peixinho

http://portaldosanjos.ning.com