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segunda-feira, 21 de maio de 2012
IRMÃO K - 18-05-2012 - AUTRES DIMENSIONS
Eu sou IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs na humanidade, que a Graça se estabeleça entre nós.
Eu venho a vocês, hoje, para falar-lhes do equilíbrio entre as polaridades masculina e feminina.
Permitindo, talvez, fazê-los compreender e assimilar o que acontece, durante esses alguns dias, com relação a este ‘equilíbrio novo’ entre dois aspectos, vivenciados sobre esta Terra como complementares e opostos, mas que, além desta Terra e além desta Dimensão, ambos contribuem para estabelecer a mesma Unidade.
Neste mundo de ação/reação predomina o mesmo princípio da falsificação, o princípio da alternância da ação/reação, do carma.
Tudo o que lhes é dado a ver, a perceber, a sentir e a viver, oscila, em permanência, entre o que vocês poderiam nomear o bem e o mal, e que é representado, de maneira muito justa, por esse símbolo muitíssimo antigo chamado de yin/yang.
Onde (como vocês sabem disso) há duas cores, o branco e o preto, e dentro de cada branco, existe um pouco de preto, e dentro de cada preto, existe um pouco de branco, cada um perfazendo o outro.
Trata-se de um ‘equilíbrio dinâmico’.
O dia sucedendo à noite, a noite sucedendo ao dia.
E isso é o mesmo para as estações.
E é o mesmo para tudo o que lhes é dado a observar e a viver sobre esta Terra.
Este equilíbrio dinâmico traduz-se também pela ausência de Fusão, pela ausência de possibilidade de resolução desta complementariedade e desta oposição.
Nos Mundos além da Terra e além desta Dimensão, as polaridades não apresentam esta alternância, nem esta noção de oposição ou de complementariedade.
O equilíbrio das polaridades (masculino e feminino, tais como vocês os nomeiam) é um equilíbrio que eu qualificaria de ‘estático’, porque ele não induz movimento perpétuo de busca de um e do outro.
Tudo o que existe, em meio à vida sobre este mundo, traduz esse princípio de alternância que vocês encontram desde o nível fisiológico, celular, passando pelos próprios ritmos da Terra, onde tudo é apenas alternância, onde tudo se exprime apenas através de um equilíbrio precário, necessitando de um movimento, necessitando ainda desta alternância.
O princípio de complementariedade pode ser vivenciado, efetivamente, sobre esta Terra, como uma noção de equilíbrio, como certa forma de satisfação.
Podendo exprimir-se (e vocês sabem disso muito bem) na noção de casal, na noção, até mesmo, ligada à procriação.
Este equilíbrio, aparente, entre as polaridades masculina e feminina, reflete-se, na maioria das vezes, por uma alternância, também, ao nível do corpo físico como dos corpos sutis: por esta noção de flutuação e de movimento.
Também, por esse sentimento particular que vocês denominam: amar, ou não amar.
E todos nós o sabemos, nós somos marcados, neste mundo (onde eu caminhei, como vocês), pela noção de perda, pela noção de falta que, quaisquer que sejam as circunstâncias da nossa vivência e do nosso comportamento, vai ser marcado, de alguma forma, e nos seguir durante nossa passagem entre o nascimento e a morte.
Esse princípio de polaridade induz então, em alguma parte, mesmo em sua noção harmoniosa, esse princípio de falta.
É completamente diferente, é claro, nos Mundos Unificados já que as polaridades estão Fusionadas, mesmo elas se expressando: por exemplo, um Arcanjo irá expressar uma polaridade dita de natureza masculina, ainda que em sua Androginia.
No conjunto dos elementos que lhes foram dados, durante esses anos, permitindo realizar o Si, com relação à ativação do que foi chamado de Novos Corpos (ou Novas Frequências de Vida), há um dos Corpos, denominado Andrógino Primordial, em ressonância direta com o Ponto AL e com a Estrela AL (ndr: trata-se do 12º Corpo).
Certamente, existe, nos princípios chamados de evolução, sobre este mundo, uma possibilidade de conectar um estado particular (nomeado Samadhi ou Consciência Turiya), onde não existe este antagonismo, esta complementariedade ou esta oposição, onde parece existir um equilíbrio mais intenso dando um sentimento de permanência, chamado de Samadhi ou de Consciência Turiya.
Isso representa, de algum modo, o acesso à Unidade, vindo transcender e superar a Dualidade, inexorável, deste mundo.
Existem, portanto, alguns seres, cada vez mais numerosos (e vocês o são, cada vez mais numerosos), capazes e aptos a reproduzir este estado, onde parece existir um equilíbrio, muito além do antagonismo, da oposição, ou de qualquer complementariedade.
Entretanto, mesmo realizando o que foi nomeado o Si, irá persistir sempre (pelo próprio fato da presença deste corpo e desta consciência, sobre este mundo) a existência de uma falta, mesmo se isso não lhes apareça mais, de qualquer maneira, no estado Turiya.
Esse princípio de falta representa, muito exatamente, o que foi separado e dividido, nesta vida, aqui, sobre esta Terra, que é esse princípio de Fusão das polaridades masculina e feminina.
A ativação do 12º Corpo realiza, em alguma parte, a Fusão dos hemisférios cerebrais, a reunião (digamos) da intuição e da razão, permitindo descobrir virtudes profundamente femininas: o sentido do acolhimento, o sentido da receptividade, o sentido da criação ou da procriação, o sentido mesmo de uma energia voltada (digamos) para o Interior, para o que eu nomearia esta recepção.
Porque, evidentemente, a polaridade masculina, chamada de sociedade patriarcal, é o que lhes é dado a perceber em sua história, de conhecer, através da história da Terra, desde tempos imemoriais.
Onde houve um princípio de dominação, eu diria até um princípio de predação, ligado, justamente, a esse desequilíbrio, aparente, entre o masculino e o feminino.
O conceito de Unidade permaneceu, de algum modo (e vocês sabem disso), um ideal.
Algumas informações e alguns ensinamentos foram dados a vocês, na sua época, pelos povos Intraterrestres, referentes à Unificação da Consciência (ndr: ver “A Humanidade que começa”).
No entanto, e vocês sabem disso, é por vezes extremamente difícil manter uma harmonia, em meio ao que é complementar e oposto, nesse yin e esse yang, nesse bem e esse mal.
O princípio do yin/yang lhes diz ainda que em todo bem existe um mal, e que em todo mal existe um bem.
Ou, se vocês preferirem permanecer mais neutros: em todo branco existe um preto, e em todo preto existe um branco.
E um perfaz o outro, e o outro perfaz o primeiro, permanentemente.
Desta situação de equilíbrio precário decorrem todos os males da consciência humana, confinada e fragmentada, em meio a uma Ilusão, em meio a uma corporeidade polarizada.
O que lhes parece, sobre este mundo, como natural, absolutamente não o é, além da Ilusão.
Este equilíbrio, procurado de maneira muito ativa, por todo ser humano sensível e amoroso, é, em última análise, apenas o resultado desta falta inicial, desta separação que veio alterar, de alguma forma, esta Criação.
Esse princípio de falta induz, permanentemente, uma ação e uma reação.
Isso foi ainda chamado de carma, e lhes foi apresentado, por diversos ensinamentos, como algo inelutável, como algo a superar, mas que podia apenas ser superado ao aderir a esse próprio princípio, a esta própria filosofia.
A partir do momento em que vocês experimentam o Si, a partir do momento em que vocês se mantêm nesse Si (por intermédio do Samadhi, ou por intermédio da Consciência Turiya), o conceito de fragmentação e de separação parecem-lhes como caduco.
Mas vocês não podem negar que, enquanto existir um corpo polarizado (sexual, como vocês diriam), existe necessariamente esse princípio de falta, qualquer que seja o modo dele se exprimir.
Para um ser inserido na realidade tridimensional, e que não tem qualquer procedimento nomeado espiritual, isso vai se expressar nos princípios de competição, como no sentido de ganhar sua vida, de obter um diploma, de se casar, de ter filhos e de encontrar (de alguma forma) um local que seja preciso defender, adquirir e preservar.
Isso está inscrito, é claro, em todos os estágios do ser, desde a esfera sexual, passando pela morte, até a esfera social.
Assim, todas as relações são fundamentadas nessa falta (mesmo se isso não parecer) já que existe, em permanência, uma consciência voltada para o exterior, para este mundo, um princípio ativo levando a realizar alguns objetivos.
Naturalmente, existe um sentimento de satisfação, nesta Dualidade, a partir do momento em que um elemento se encontra em equilíbrio, que isso seja ao nível social, que isso seja ao nível profissional, ao nível afetivo (em todos os níveis, digamos).
Este equilíbrio, vocês sabem disso, é precário.
É precário porque ele se inscreve, de maneira irremediável, no efêmero.
Ele se inscreve, de maneira irremediável entre a vida e a morte, e não apresenta (como eu já disse) qualquer solução de continuidade além da morte.
Esse próprio princípio de separação e de complementariedade criou a falta.
Ele criou a ação/reação permanente.
Ele criou, em permanência, o carma.
Ele criou, em permanência, obrigações e deveres, muito distante da Liberdade, tal como ela pode se expressar quando a própria Consciência não está mais ligada à consciência deste corpo, à consciência destes corpos sutis, mas passando (de algum modo) do outro lado.
Uma série de experiências pode, no entanto, ser vivenciada.
Eu narrei a minha (experiência) para vocês, através da perda e da falta de um ente querido, o que foi suficiente para transformar (de alguma forma), de maneira irremediável, esse sentimento de falta, em mim (ndr: intervenção de IRMÃO K de 17 de março de 2012).
A busca espiritual vai se expressar através do que vocês nomeiam uma busca de Luz, uma busca da Unidade, uma busca de Amor, no seu sentido o mais elevado, o mais transcendental, o mais idealizado, e o mais perfeito que vocês possam imaginar.
Então, é claro, alguns seres (pela meditação, pela prece, pela adesão a uma série de crenças) puderam atingir estados de Uniões particulares, que esta União Mística se refira ao CRISTO, refira-se ao Sol, ou a qualquer outro elemento considerado e vivenciado (antes deste elemento fundador e agenciador, digamos) como exterior a si.
Esta exterioridade traduzindo, aí também, esse princípio de exteriorização da energia da própria consciência, visando completar o que parece incompleto.
A reunificação consigo mesmo consiste, portanto, em estabelecer uma Unidade.
Em transcender e superar o bem e o mal, o princípio da falta, em fazer desaparecer a noção de medo (em ressonância direta com essa falta), a fim de estabelecer-se, de maneira mais estável, nas experiências de Samadhi, nas experiências de Realização, ou ainda nomeadas o Despertar.
A chegada do Manto Azul da Graça restabeleceu, como lhes foi dito, desde mais de um ano, uma ‘junção’: uma junção para a Terra, uma junção em sua consciência, no que vocês são, neste corpo que vocês carregam.
Onde uma alquimia recente vem, de algum modo, culminar na revelação do princípio que está além da Unidade, que não é sequer mais um princípio, mas que, simplesmente, representa (digamos) a solução final do antagonismo, da oposição, da complementariedade.
É o retorno do que foi chamado de Polaridade Feminina d’A FONTE.
Então, quaisquer que sejam os nomes que possam dar-lhes (até agora: a Shakti, a Shekinah, a Polaridade Feminina d’A FONTE), ela, como lhes foi explicado, foi Liberada, também, das profundezas da Terra.
E restituindo, de alguma forma, tudo o que está presente sobre esta Terra, sua inteireza, sua homogeneidade e, se possível, o que foi denominado e nomeado o Absoluto.
O Absoluto consiste desses elementos que vocês nomearam, e progressivamente vivenciaram (para alguns de vocês): desde a Comunhão, passando pela Fusão, passando pela Dissolução, passando pela União Mística, ou passando por Casamentos Místicos com os Duplos, quaisquer que sejam.
O resultado, através do que (pelo olhar do ego) possa parecer como uma busca de um ideal que não será alcançado, na realidade, sendo a possibilidade, real e concreta, de atingir este estado de Absoluto (que não é um estado, como lhes foi dito).
Isso passa pelo Duplo, não há outra possibilidade.
Como vocês talvez o saibam, na história da Terra, o Sol foi separado do seu Duplo.
Esse Duplo, nomeado de diferentes maneiras, e possuindo diversos nomes, é o que criou o princípio de isolamento, o princípio de Dualidade.
Esse Duplo Solar retornando a ele, não poderá mais se afastar.
Do mesmo modo, o seu Duplo voltando a vocês, não poderá nunca mais se afastar.
O que é vivenciado em cima é como o que é vivenciado embaixo, agora, de maneira Livre, de maneira Liberadora e Liberalesca.
Levando-os a estabelecer-se em uma consciência (como foi expresso em palavras) onde a Onda da Vida se torna o que vocês São, e onde a Onda da Vida, que vocês manifestam e São, pode (quando o momento chegar, tendo superado as dúvidas e os medos, os condicionamentos presentes em meio à personalidade, e esse sentimento de falta) permitir-lhes realizar a finalidade, o que foi chamado de Ascensão (que isso se refira a este corpo, ou que isso se refira à consciência sem este corpo).
O Corpo de Estado de Ser, que estava confinado no Sol, que foi Liberado, que foi, para alguns de vocês, sintetizado de novo (ao nível do desdobramento da Luz, como lhes foi explicado no ano passado), chega, durante este ano, para fazê-los encontrar esse Duplo Místico.
Que pode adquirir, como vocês sabem disso, diferentes formas.
Através desta Fusão, realizando a Alquimia da sua Lemniscata Sagrada com a Lemniscata Sagrada daquele que é esse Duplo, a Lemniscata torna-se completa e plena.
A circulação da Consciência ocorre, desta vez, em uma Lemniscata que não é mais vertical, mas horizontal, realizando o princípio da Alquimia das Cruzes (tais como elas lhes foram descritas ao nível da sua cabeça, e portadas pelas Estrelas).
Isso se traduz pela reunificação desses Pontos Vibratórios, no centro, ou seja, no Ponto ER da cabeça, como no Centro do Ser, no Ponto ER do peito.
Permitindo-lhes aproximar-se, e viver esta Presença, este estado de Presença nomeado Infinito, que pode, se vocês o conscientizarem, desaparecer ele mesmo, e (em um conceito que lhes é difícil de compreender, enquanto isso não for vivenciado) se estabelecer em meio ao Absoluto.
Os dois, enfim, tornando-se Um.
Esse princípio está inscrito no princípio de separação deste mundo: o que foi separado deve se reunificar, em todos os níveis.
Não é questão de substituir este mundo, onde uma elite patriarcal dominou e controlou o mundo, por uma elite matriarcal.
Mas, sim, de reunir essas duas polaridades (que estavam em equilíbrio de desequilíbrio) em um equilíbrio total, permitindo reintegrar a Androginia Primordial.
Isso se realiza em vocês.
E irá se realizar, de qualquer maneira, mesmo se isso não estiver em andamento, nas fases finais da Ascensão desta Terra.
Em relação a isso, é claro, pode se criar, sobre esta Terra, para vocês, como ao redor de vocês, uma série de reajustes, que vão restabelecê-los a este estado, além de todo estado, chamado de Absoluto.
Que isso seja através do que lhes foi designado um Duplo Monadário, do que lhes foi designado a Fusão com o CRISTO ou com um Ser de Luz, qualquer que seja, que esse Duplo Monadário esteja encarnado, ou não, não muda em nada, é preciso Reunificar-se.
Não somente a reunificação de um ego transcendido pelo Si, não somente um Si vindo (de algum modo) fazer resplandecer alguma coisa em meio à Luz e ao Amor, mas estabelecê-los, nesta Dimensão, além do próprio conceito de complementariedade.
Isso se produz, em vocês, através do aparecimento do Duplo, através do aparecimento do que é chamado de Asas Etéreas (ao nível do Ponto KI-RIS-TI), através da Fusão ocorrendo, tal como foi descrito por UM AMIGO, ao nível do seu Coração, a Fusão entre a corrente ascendente e a corrente descendente (ndr: ver a intervenção de UM AMIGO de 07 de maio de 2012).
O encontro dessas duas correntes e dessas duas polaridades vai fazê-los descobrir, e vai estabelecer, o que sempre esteve aí.
Mas, como a consciência havia sido fragmentada, não podia aparecer para vocês e nem podia, sequer, manifestar-se e se concretizar em meio a este mundo.
O Manto Azul da Graça recobriu, as suas Asas, a Terra, o seu complexo físico e sutil sobre este mundo, os Pontos de penetração (eu lhes falei longamente sobre isso no ano passado), referentes ao Eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
O que se realiza, hoje, através desse Duplo, cria um equilíbrio das polaridades masculina e feminina, instalando-se (pela Fusão de um no outro, do outro no primeiro, do mesmo modo) nessas duas polaridades que haviam sido separadas.
Vocês são levados a tornar-se, como isso foi anunciado, KI-RIS-TI, ou seja, os Filhos Ardentes do Sol, aqueles que não conhecerão mais a sede, aqueles que serão regados n’A Fonte de Água Viva.
Que, jamais, irá permitir qualquer sede aparecer ou reaparecer.
Isso assinala o fim do confinamento, isso assinala o fim da Ilusão, o fim da divisão, o fim da distinção de uma polaridade sobre a outra (em um equilíbrio dinâmico), mas, bem, a instalação em meio ao Centro, a instalação em meio a esta Fusão do Andrógino Primordial.
Naturalmente, existe ainda, mesmo para aqueles de vocês que realizaram o Si, alguns apegos, representados pelas dúvidas e pelos medos, que vêm ainda (se eu puder exprimir-me assim) restringir a sua capacidade e a sua possibilidade de estabelecer-se em meio a esta Unidade Final, representando o princípio de Fusão e de Dissolução das polaridades, dos antagonismos e das complementariedades.
Isso é uma realidade.
Ela lhes é dada a viver em meio ao Si, ela lhes é dada a viver, através do que foi chamado de Alquimia da Lemniscata Sagrada, a Alquimia da Onda da Vida, fluindo de um ao outro, e do outro ao primeiro, realizando uma Unidade nova, muito além do que lhes é dado a viver enquanto isso não for realizado.
Apreendam-se, também, como lhes foi dito, de que não há busca a fazer porque, como o Absoluto, esse princípio de equilíbrio, estático e final, Último, vem a vocês de maneira espontânea.
A partir do momento em que o conjunto do que os confinava, na ausência de conexão entre o que é chamado de 1º chacra e 4º chacra (ou, se vocês preferirem, a esfera pélvica e a esfera cardíaca), a partir do momento em que as barreiras (digamos) que mantinham a separação, tenham desaparecido.
Essas barreiras foram nomeadas o medo e a dúvida, porque nada há de pior, neste mundo e sobre este mundo, do que o medo e a dúvida, que estão inscritos, até mesmo, na célula, pelo trauma inicial que representou a divisão e a separação deste Duplo.
Esta visão, que eu expresso com palavras, os faz pensar e imaginar que existe um Duplo, ou seja, que existem duas entidades diferentes, para vocês, sobre este mundo, que iriam se reunificar.
Na realidade, essas duas consciências, essas duas entidades, são originariamente uma única e mesma entidade.
Que isso se refira ao CRISTO, que isso se refira a vocês, enquanto Filho Ardente do Sol, que isso se refira a uma outra entidade de Luz, qualquer que seja, é o mesmo princípio, é a mesma descrição.
O Absoluto corresponde, doravante, a esta capacidade para transcender o medo e a dúvida, qualquer que seja, e, de alguma forma, para estilhaçar o conjunto dos limites, o conjunto dos contextos, o conjunto das funções da encarnação, que é, de fato, um princípio de separação.
Mais uma vez, através disso, não é questão de abandonar a matéria, mas, sim, de ‘espiritualizar a matéria’.
A espiritualização da matéria apenas pode ocorrer se o Duplo estiver presente.
Esse é o próprio princípio da Ascensão, tal como deve ser vivido para cada um de vocês, no momento final do Reencontro, total e integral, com a Luz Vibral.
A descida da consciência, a descida do Supramental, a subida da Onda da Vida, preparam, em vocês, este Encontro Final.
A fim de se estabelecer, se tal for a sua Realidade, em meio ao Absoluto, ou em meio à Presença Infinita do Si realizado.
Tudo isso está a caminho para vocês.
Quaisquer que sejam as manifestações do seu corpo, quaisquer que sejam as manifestações do próprio desdobramento da sua vida, se vocês saírem do olhar da personalidade, se vocês saírem do olhar da divisão, se vocês saírem do olhar da falta, se vocês saírem do olhar do trauma (qualquer que seja), naquele momento, isso irá se revelar a vocês de maneira extremamente simples, eu digo de novo, sem esforço e sem busca.
Porque nós não estamos mais (e vocês não estão mais) nos tempos de uma busca qualquer.
Porque nada há a buscar.
Porque tudo está aí.
Para isso, é preciso ainda que o seu olhar, o seu ponto de vista e a sua consciência, aceitem mesmo este princípio, aceitem este Encontro, esta União.
Tudo isso, ainda uma vez, mesmo se isso não parecer relacionado a vocês, ou parecer muito distante das suas preocupações atuais, é, eu o repito, um acontecimento inexorável e inelutável.
Independentemente do momento em que ele for vivido (ou que ele já tenha sido vivido), ele irá representar, para vocês, o que eu chamaria de uma certeza total: não pode existir a menor dúvida, o menor medo, a menor interrogação, a menor suspeita, em relação a este acontecimento, porque isso é, realmente, o que eu nomearia um acontecimento.
Este acontecimento não é para ser buscado.
Obviamente, quando ele ocorrer, ele vai possivelmente induzir, ao nível do que vocês são (no que resta de personalidade, de ego, ou de corporeidade), uma interrogação.
Mas mesmo esta interrogação não poderá ser superada pela certeza que é a sua.
Porque esta certeza não se exprime através do mental, não se exprime através das emoções, não se exprime através dos afetos, não se exprime através da esfera denominada Eros, mas se exprime, unicamente, através da Alquimia Vibratória que realiza a Unificação dos Duplos.
E criando, naquele momento, por si mesmo, pelo princípio de Dissolução e de Fusão, o Absoluto.
Recriando-o, revelando-o e o desvendando.
Quaisquer que sejam as circunstâncias em que isso irá ocorrer, qualquer que seja o tempo (ou o momento) em que isso irá ocorrer, para vocês, vocês irão reconhecê-lo, porque é um reconhecimento instantâneo, que não recorre a qualquer oposição.
Lembrem-se de que os únicos obstáculos são vocês mesmos, ao nível dos medos e das dúvidas.
Esses medos e essas dúvidas irão, eles mesmos, estilhaçar-se, a partir do momento em que a intensificação da Irradiação do Sol Central, a partir do momento em que a intensificação da Onda da Vida, Liberada pela Terra, permitirem isso.
Quaisquer que sejam as suas resistências, quaisquer que sejam as sua oposições, vocês não poderão se opor, vocês não poderão resistir ao que é inelutável e inexorável.
O equilíbrio, também, das polaridades masculina e feminina irá tornar-se uma evidência total, porque o estado é o Último.
E porque este Último não pode representar qualquer equivalente do que pode viver a consciência, tanto no ego como no Si o mais Infinito.
A partir deste instante, vocês terão, então (digamos), desencadeado, em vocês, esse processo que é chamado de Ascensão.
Não há nada que possa fazê-los duvidar.
Não há nada, ainda uma vez, qualquer que seja o estado do seu corpo, o estado do seu afetivo, o estado dos seus relacionamentos, quaisquer que eles sejam, que possa se opor a isso.
Isso representa o que foi denominado o Juramento e a Promessa, de encontrar de novo com o que havia sido separado de vocês.
Independentemente de qual for a outra parte, da sua parte, trata-se, na realidade, apenas de uma relação de Liberdade, de uma Liberação total, que opera atualmente.
As minhas palavras foram muito breves.
Eu não duvido que elas peçam da sua parte alguns questionamentos, e eu estou aí, agora, para ali responder, exclusivamente em relação ao que eu acabo de dizer.
Pergunta: quando achamos ter encontrado o Duplo encarnado, é necessário provocar um encontro físico?
Minha Irmã, o que você chama de encontro físico?
Este encontro é um Encontro de Eternidade.
Para alguns, ele deve se realizar em todos os planos, para outros, não.
Isso depende, é claro, de vários fatores.
Esses fatores têm por nome, simplesmente, a dúvida e o medo.
A partir do momento em que houver aceitação, ou seja, a partir do momento em que você não mais achar ter encontrado, mas que você tiver esta certeza que eu acabo de abordar, o conjunto do Céu, o conjunto da Terra, irá contribuir para estabelecer este Absoluto.
Não pode existir o menor obstáculo.
Pergunta: quando encontrarmos o Duplo, não pode ali haver dúvida de que é certamente o Duplo?
Isso que eu expliquei: além de qualquer encontro solar, possível e normal, nas Dimensões Unificadas, de fato, assim que vocês estiverem Liberados do princípio de isolamento, assim que vocês reencontrarem a sua Eternidade, como vocês sabem disso, não há mais fragmentação, não há mais limites.
Vocês são ao mesmo tempo a Fonte, ao mesmo tempo o Absoluto, ao mesmo tempo um Arcanjo, ao mesmo tempo um Ser de Luz.
Vocês podem fusionar, naquele momento.
Mas esta fusão é um encontro, muito além (ao nível da qualidade Vibratória vivida pela Consciência) do Êxtase ou do Samadhi o mais importante, possivelmente alcançado pelo ser humano na encarnação.
O Encontro com o Duplo está muito além, qualquer que seja esse Duplo.
Porque isso se traduz, de maneira horizontal e vertical, por uma unificação da Lemniscata Sagrada.
Não é o pensamento que vai criar a certeza, é a própria Vibração que faz a parada da Vibração, ou seja, para o Absoluto.
Portanto, não há que se colocar questão em relação a isso.
A evidência é tal que você não pode negar o que acontece, naquele momento.
Isso estritamente nada tem a ver com qualquer sentimento amoroso ou um sentimento espiritual ou místico.
Isso está muito além.
Como poderia existir uma dúvida, qualquer que seja?
A partir do momento em que as dúvidas e os medos, que estão presente em meio à personalidade, não existirem mais, como vocês sabem disso, a Onda da Vida lança-se para sair pela parte mais alta do crânio e fusionar com o Vajra, realizando o que foi denominado Merkabah Interdimensional pessoal.
Naquele momento, tendo transcendido e superado os limites da encarnação, a matéria é espiritualizada, o que foi descrito por UM AMIGO como sendo esse arrepio e esse estremecimento do corpo.
A partir deste momento e a partir do momento em que ocorrer este Encontro (que nada tem a ver com um encontro comum ou mesmo espiritual), não pode subsistir a menor dúvida, para um como para o outro, onde quer que seja.
Várias Estrelas lhes descreveram seu Casamento com o CRISTO, sua experiência e sua vivência: sua vida tornou-se uma União Mística, permanente e sagrada, com o CRISTO.
Do mesmo modo, que esse Duplo seja um Ser de Luz presente no Sol, ou em outros lugares, um Arcanjo, ou qualquer semblante.
Lembrem-se de que não há separação, portanto, não pode existir a menor apresentação de um questionamento, qualquer que seja.
Só o que resta de personalidade, mesmo tendo superado as dúvidas e os medos, pode fazê-los hesitar.
O aspecto Vibratório, mais uma vez, supera tudo o que pode ser compreendido, tudo o que pode ser vivenciado sobre esta Terra.
Porque existe, realmente, uma alquimia entre essas duas consciências.
A alquimia se realiza não somente ao nível celular, mas, muito mais, ao nível dos centros de energia, dos centros de Consciência, das Estrelas, das Portas, do conjunto das estruturas, onde elas estiverem, realizando uma perfeita sincronia e uma perfeita alquimia e simbiose total.
Pergunta: qual é a distinção entre o estabelecimento no Si Infinito e no Absoluto?
O Si Infinito é o estado denominado o último Samadhi, aquele que os faz descobrir a própria Dissolução da Consciência, mas que, no entanto, não é a Dissolução da Consciência que, como vocês sabem disso, é Absoluta.
A não Consciência é Absoluta.
O princípio da alquimia, que eu acabo de descrever, entre duas Consciências que se sentiam separadas e que estavam efetivamente separadas (que isso seja com o seu Duplo chamado de Estado de Ser, com o seu Duplo Etéreo reconstituído, ou com esse Duplo Monadário, ou com o CRISTO), é muito exatamente isso que se restabelece.
A partir do momento em que o Si é manifestado, o Despertar ou a Realização, a Liberação segue.
Mas ela não segue no sentido de uma lógica.
Ela segue no sentido de uma Transcendência que não tem continuidade.
É, justamente, esse Duplo que permite realizar isso.
Ele não lhes aparece necessariamente, onde quer que ele esteja, desde o início da ativação da Onda da Vida, nem mesmo na finalidade da Onda da Vida.
Porque, como vocês sabem disso, há, naquele nível e em vocês, neste corpo, uma transmutação que se realiza, com relação às dúvidas e aos medos, com relação à reunificação das três Lareiras em meio ao que foi nomeado o Caduceu de Hermes.
Assim que as Asas Etéreas aparecerem, vocês estarão no ponto de revelar o Último.
É naquele momento que se realiza e se concretiza a Ascensão.
Trata-se de uma espiritualização da matéria e não de uma fuga da matéria.
A diferença entre a Infinita Presença e o Absoluto é, justamente, o momento em que se vive, inconsciente ou conscientemente, eu diria, este Encontro com o Duplo, traduzindo-se, em meio à Consciência, por esse arrepio e esse estremecimento, ocorrendo, neste corpo, pela colocação em circulação do Caduceu de Hermes, traduzindo-se, em meio a esta Consciência encarnada, pela ativação do conjunto das Estrelas da cabeça, reunificando-se ao nível do Ponto ER.
Dando-lhes a viver, como mecanismo final da Consciência, o ponto central da cabeça, o conjunto da Lemniscata Sagrada, o conjunto das Portas, a subida da Onda da Vida, o despertar da Kundalini, em sua totalidade.
Pergunta: se nada há a fazer, como isso foi regularmente repetido, o que explica a diferença de vivência entre alguns seres humanos e outros?
Do mesmo modo que, durante as Núpcias Celestes e por ocasião da sua conclusão, alguns seres alcançaram e vivenciaram o seu corpo de Estado de Ser, outros não.
Do mesmo modo, vocês estão nesta etapa de fim dos Tempos e não de fim do mundo, mas de transformação radical de um mundo.
Alguns de vocês amadureceram mais depressa.
Na mesma roseira, as rosas não desabrocham ao mesmo tempo.
Tudo depende da qualidade da seiva, tudo depende da qualidade da luz solar que chegou a vocês, que vocês aceitaram, ou não.
No final, todo mundo, sobre esta Terra, irá viver este Encontro.
Vocês não têm que buscá-lo, porque a busca traduz, simplesmente, um desejo, onde quer que se situe.
Enquanto isso permanecer um desejo, isso fica interditado a vocês.
O Encontro vem a vocês, o Absoluto não pode ser buscado.
Enquanto vocês tiverem um ideal (espiritual, sensual, complementar masculino-feminino), vocês se enganam.
Isso é denominado o Retorno de CRISTO.
O CRISTO lhes disse: “Eu e meu Pai somos Um”.
Pergunta: o Duplo pode se aproximar de nós antes que haja o Encontro, ou não?
Minha Irmã, em que sentido você quer dizer “se aproximar”?
Ele pode se manifestar em sonho, mas a aproximação é antes de tudo Vibratória, antes mesmo de qualquer identificação.
Pergunta: podemos sentir a presença do Duplo, antes que haja o Encontro?
Sim.
Ou nas costas, chegando a suas costas.
Ou chegando ao nível do Canal Mariano, ou seja, do lado esquerdo do seu corpo.
Como uma presença.
E é uma presença.
Qualquer que seja a localização desse Duplo, há uma presença, ao seu lado, que irá penetrar, em vocês, pela esquerda, pela parte superior do crânio ou por trás, ao nível das Asas Etéreas.
Pergunta: na frase “Eu e meu Pai somos Um”, ao que se refere a palavra Pai?
ABBA.
A FONTE.
O CRISTO é o modelo d’A FONTE.
Ele fusionou de novo com sua Eternidade que era, para ele, A FONTE.
Porque o CRISTO (o personagem, nomeado, historicamente, era Jesus), ele incorporou o seu Duplo.
Naquele momento, Ele pôde realizar o seu ministério, durante três anos.
Não antes.
“Eu e meu Pai somos Um” ou “eu e meu Duplo somos Um”, traduz o princípio de um Absoluto.
Novamente, a palavra princípio não é adequada, mas não existe outra palavra.
A maior das armadilhas seria, talvez, buscar esse Duplo.
Porque, a partir do momento, como eu disse, em que houver busca, há desejo, qualquer que seja a expressão desse desejo.
O Duplo vem a vocês assim que vocês tiverem realizado, eu os lembro, a sua Unidade, sobre este mundo.
Segue-se, então, a Unidade no cosmos, em todas as Dimensões.
O que vocês podem olhar, com o seu olhar da razão, da personalidade ou do Si, pode parecer-lhes particular, na medida em que vocês tiverem tendência a considerar que vocês são inteiros, por si só.
Não.
Os místicos de todos os tempos lhes falaram (mesmo sem colocar essa palavra porque eles não tinham possibilidade de colocá-la) desde Encontro.
Que isso seja o nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV) com o Sol, que isso seja outros Anciãos, isso foi muito mais expressivo para o que nós nomeamos as Estrelas e para muitas outras mulheres.
Porque, para elas, era muito mais fácil acolher a parte faltante que estava, digamos, muito mais ativa sobre este mundo, que eu nomeei o patriarcado.
A energia masculina era, na realidade, muito mais abundante do que a energia feminina.
O que explica, de maneira constante, quaisquer que sejam as religiões, quaisquer que sejam as culturas, que a entidade feminina sempre manifestou, de maneira mais intensa, esta Fusão e este Encontro.
Ainda mais que existia, se eu puder me exprimir assim, um modelo chamado de CRISTO.
Pergunta: vários intervenientes nos disseram que tudo estava em nós, os Arcanjos, as Estrelas. Então, o nosso Duplo estaria igualmente em nós?
Na condição de reconhecê-lo.
É o próprio princípio da separação, como lhes foi explicado.
Uma coisa é saber que os Arcanjos estão em vocês.
Outra coisa é vivê-lo.
É o mesmo para o Duplo.
Será que o CRISTO lhes disse que Ele era o Pai?
Aqui, neste corpo limitado, há Fusão, há Unidade, há o Absoluto.
No entanto, você manifesta os atributos de um Arcanjo, aqui sobre este mundo?
Ele está inscrito em sua realidade, em meio ao DNA.
Pergunta: poderia especificar a diferença entre deslocalização e Comunhão?
A Comunhão se vive no seu corpo.
A deslocalização leva-os a expressar a sua Consciência em outros lugares que neste corpo: no corpo de Estado de Ser, em um Arcanjo, ou ainda no Duplo.
A deslocalização pode também corresponder a um processo particular, realizado através das diversas informações que nós lhes demos, uns e outros, nesses anos.
Em especial, o processo de walk-in consciente bidirecional onde há uma troca de corpo e de alma.
A Comunhão se vive em uma consciência ainda fragmentada.
A deslocalização, assim como a Multilocalização, que acontece mais tarde, realizam o fim da fragmentação, permitindo dar-se conta do que dizia, ainda ontem, MARIA.
Quando vocês estão além da separação, a sua Consciência não é afetada por qualquer Multilocalização, o que lhes é impossível, ainda, deste lado aqui, onde vocês estão.
A partir do momento em que o Absoluto está aí, vocês são, ao mesmo tempo, este corpo, ao mesmo tempo, o outro corpo, ao mesmo tempo, o corpo de Estado de Ser.
E a sua Consciência está presente, do mesmo modo, neste corpo de carne como no corpo de Estado de Ser, como no corpo do Duplo.
Correspondendo, mais uma vez, ao que disse o CRISTO: “Eu e meu Pai somos UM”.
O que emerge é uma revolução total, sem solução de continuidade.
E, no entanto, é muito exatamente o que vocês São.
Vários de nós dissemos que vocês não eram nem este corpo, nem este mundo, nem esta realidade: o conjunto dos filtros colocados pela separação e pelo Eixo ATRAÇÃO / VISÃO impede-os de ver claramente isso e de vivê-lo.
Vocês o vivem, a partir do momento em que houver o Encontro.
Nós não podíamos abordar isso enquanto não estivesse instalada, para vários de vocês, a Onda da Vida.
Porque, lembrem-se de que é, em um primeiro tempo, o Encontro do Supramental e da Onda da Vida que lhes dá a viver a abertura a esta possibilidade.
De nada servia conceber, falar, exprimir o que quer que seja referente a isso, enquanto não estivesse ativada, em vocês, a possibilidade de vivê-lo.
Pergunta: a possibilidade de vivê-lo está ativada em toda a humanidade, em todo ser humano?
Não.
Isso será ativado, para a grande maioria dos seres humanos, no momento final.
Porque as forças de resistência ainda são muito fortes, exceto para aqueles de vocês que transcenderam seus últimos medos e suas últimas dúvidas.
Lembrem-se: o equilíbrio Yin-Yang deste mundo é vivenciado como uma complementariedade e um antagonismo.
O que é estritamente o oposto, no Absoluto.
Há uma sincronia ocorrendo neste corpo e no que eu disse, que é a reunificação do Sol com o seu Duplo.
Pergunta: podemos ter vários Duplos?
Não.
Pode existir o que vocês chamam de Casamento Místico com múltiplas entidades, como vocês o realizam quando vocês saem no Estado de Ser, com um Arcanjo ou com qualquer Consciência liberada.
Existe um Duplo chamado de Etéreo, que é, de fato, simplesmente, o seu etéreo, reconstituído em sua Dimensão de origem, que se sobrepõe ao seu próprio corpo etéreo, vindo modificar, como isso foi falado, a sua própria vitalidade, a sua própria fisiologia.
Existe, enfim, um único e exclusivo Duplo dando-lhes a partilhar e a unificar e a fazer a alquimia, em uma simbiose, da Lemniscata Sagrada, da Onda da Vida e do conjunto das estruturas.
Existe apenas um.
Os diferentes Duplos que foram relatados são: o Duplo Etéreo, eventualmente um Duplo correspondendo a um corpo sutil, mas o mais importante, é claro, é o Duplo denominado Cósmico.
São os únicos Duplos que lhes foram relatados.
O Duplo Etéreo é vocês mesmos.
Nós poderíamos dizer, para aquele que se multilocaliza, que o corpo de Estado de Ser é o seu Duplo.
Mas existe apenas um único Duplo e um só.
O único que lhes permite realizar a alquimia e a simbiose da Onda da Vida e do conjunto dos chacras e do conjunto do Caduceu de Hermes.
Pergunta: um encontro com MARIA, há vários anos, pode ser uma experiência mística?
O que quer que seja, é uma experiência mística.
Agora, isso era impossível, desde alguns anos.
Portanto, isso pode ser apenas um encontro místico.
Doravante, MARIA pode se manifestar como o seu Duplo.
Mas, ainda uma vez, isso não é uma experiência, já que se trata da Fusão definitiva dos princípios da Onda da Vida, dos princípios celulares, dos chacras, assim como do Caduceu de Hermes.
Vocês não podem se enganar em relação a isso.
Somente o seu mental busca e se engana.
Pergunta: está correto que é preciso proceder com o Duplo como com o Absoluto, ou seja, nada buscar já que toda busca iria nutrir mais o mental?
Foi exatamente o que eu disse, no enunciado mesmo da minha conversação.
Enquanto vocês buscarem o que quer que seja, vocês estão errados.
O Duplo é uma evidência que se impõe e que não pode, em caso algum, exprimir um desejo ou uma busca.
Nós temos bem consciência, uns e outros, deste motivo que nos levou a não falar disso antes, porque as projeções são inerentes à natureza humana, de buscar um complemento.
Mas vocês não podem buscar um complemento, ele se revela quando as condições estão reunidas.
Isso não é, em nenhum caso, um ato mental.
Isso não é, em nenhum caso, uma complementariedade, no sentido humano.
Se nós lhes revelamos agora, é porque o Manto Azul da Graça trabalhou, porque a Onda da Vida (para aqueles de vocês que ela nasceu, que ela se elevou) torna possível esse processo.
Mas, novamente, não há que buscar explicação, motivo, justificação, porque, quando isso ocorrer, nada pode resistir.
Existem situações pessoais onde o Encontro do Duplo não é permitido, devido a essas situações pessoais que provocariam sofrimentos e elementos de resistência.
Que o Duplo esteja encarnado, ou não, nada muda.
Na história deste planeta (e no Ocidente, em particular), quando uma alma, um corpo, encontrava o CRISTO, ela entrava nas Ordens.
O que vocês fariam, hoje, se o conjunto da sua vida não estivesse purificado e preparado para isso?
É nesse sentido que a informação é útil, mas ela não deve resultar, em vocês, em qualquer busca e qualquer desejo.
Deixem as coisas chegarem a vocês.
Elas virão no momento que for o mais adequado, para vocês, como para o conjunto das relações, quaisquer que sejam, ao redor de vocês.
Nós não temos mais perguntas. Nós lhe agradecemos.
Irmãos e Irmãs da humanidade, vivamos, juntos, um momento de Comunhão e de Graça, no Manto Azul da Graça.
... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...
Irmãos e Irmãs na humanidade, até breve.
Enviado por Rosa
Mensagem do Amado IRMÃO K no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1459
18 de maio de 2012
(Publicado em 19 de maio de 2012)
Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com
http://minhamestria.blogspot.com/
sábado, 12 de maio de 2012
IRMÃO K - 09-05-2012 - AUTRES DIMENSIONS
Meu nome é IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs em humanidade, presentes na Terra, eu dou graças a sua presença e a sua escuta.
Eu venho me exprimir, entre vocês, sobre a noção de Verdade.
Isso, os remete a um complemento, por assim dizer, do que havia sido anunciado pelo Arcanjo Anael, sobre a verdade relativa e a Verdade Absoluta (nota: ver, em especial a intervenção de Anael 10 de agosto de 2010 ("Anael- 1 ") e 13 de agosto de 2010). Eu expressarei, se vocês o quiserem, isso, por esta expressão: "ver a Verdade na cara."
Na verdade relativa, que é este mundo, é necessário, de alguma maneira, redefinir a Verdade, ver essa Verdade, e a aceitar. Muitas vezes, a verdade, na humanidade, é concebida como ao que faz referência a um quadro de validade e de validação, oriundo tanto das capacidades de julgamento, como das capacidades de experiências já vividas, e também, em função de um certo número de afetos (vividos, também, ou a viver).
A verdade de um ser humano se exprime, sempre, em função de uma circunstância temporal linear. Nós todos sabemos, por termos experimentado a encarnação, que uma verdade, um dia, já não é uma verdade no dia seguinte. A verdade faz parte, efetivamente, de algo que é efêmero, enquanto vocês permanecem dentro do relativo.
A verdade será sempre colorida, mais uma vez, por sua própria experiência, por seu próprio julgamento de valor, por um acordo próprio ou desacordo com o que é observado, o que é visto e, portanto, o que é julgado.
A verdade relativa se inscreve então em um quadro de referência, que é aquele das suas vidas, das suas experiências, das suas crenças, dos seus afetos, e também do momento. A verdade não é então imutável. Ela faz parte do que se transforma, do que muda, em função das circunstâncias da vida, a título coletivo e a título individual.
Existem muitos provérbios falando da verdade. Todas as verdades não são boas de dizer. As verdades podem ser, muitas vezes, modificadas segundo o humor do momento.
"Ver a Verdade na cara", eu gostaria de inscrever isso nas transformações que estão em ação, atualmente, em vocês. Porque o que se passa, e se desenrola em seu interior, os conduzirá a reconsiderar o que é verdade.
A verdade não será mais somente uma apreciação ou um julgamento (com base em suas experiências passadas, seus humores e seus afetos, assim como eu a defini) mas, muito mais, a Verdade da experiência que é vivida. Isso ultrapassa largamente o quadro do sentir, o quadro da intuição, que, ele também, se refere ao que é veiculado em sua própria experiência: a verdade de um não é a verdade do outro, no relativo.
No entanto, em função das alterações que muitos dos Anciãos e das Estrelas, assim como dos Arcanjos, vos descrevem desde quase três meses, a vossa verdade vai ser chamada, de alguma maneira, a ser redefinida. Não mais relacionada a uma experiência passada, não mais relacionada a um quadro de referência (moral, social, ou outro) mas, bem mais, pelo que é vivido, pela Vibração ela mesma.
A particularidade deste tempo é então, de alguma forma, a aparição (por assim dizer) do Absoluto em seu campo de consciência, ou, no mínimo, do Si, em seu campo de consciência.
A verdade não poderá mais ser simplesmente um enunciado verbal. A verdade não poderá mais ser mantida, ou suportada, relativa aos seus quadros de referencias passadas, relativa aos seus afetos, aos seus humores, ou relativa às suas próprias experiências anteriores.
A verdade vai ser chamada a se redefinir, em função de suas experiências do instante. E isso, claro, está bem longe do simples sentir, da simples intuição, do que poderia ser bom ou ruim para vocês (e que poderia ser, por outro lado, ruim ou bom para algum outro).
A verdade relativa tenderá, de alguma maneira, a se apagar diante da Verdade Absoluta.
Essa Verdade Absoluta não é absolutamente condicionada pela experiência deste mundo, e sobre este mundo, mas bem por aspectos inéditos, atingindo, tanto e de maneira intimamente enredada, a Vibração e a Consciência.
Certas verdades a viver poderiam ser definidas (em relação ao quadro de referências anterior da verdade relativa, para vocês) como detestáveis, mesmo desagradáveis, opostas às suas convicções, tal como eram antes, em função de suas experiências passadas. O que eu quero dizer com isso, é que a experiência que é para viver (ou que é vivida) vai levá-los aos novos campos de percepção e aos novos campos de Consciência, que são profundamente e radicalmente diferentes do que vocês poderiam encarar, viver, até o momento.
Refiro-me, é claro, sem me demorar, à Onda da Vida, ao Manto Azul da Graça, a todos esses mecanismos de Consciência, Vibratórios ou não, que se desenrolam atualmente, nesse corpo, nos outros Corpos, e em sua Consciência.
A Verdade consiste, também, em aceitar ultrapassar o que lhes é conhecido. O desconhecido, aquilo não lhes é conhecido, assim como eu lhes falei algumas semanas atrás (ndr: a intervenção IRMÃO K 14 de abril de 2012), vai levá-los, apesar de vocês, na maioria dos casos, a ultrapassar seus próprios quadros de referência, a transcendê-los largamente, a abri-los largamente, de alguma forma, a uma nova maneira de funcionar em suas vidas.
Fazendo, de algum modo, desaparecer os quadros de referência antigos, que eram (e que derivaram) ligados diretamente ao confinamento, à fragmentação, e à consciência da personalidade.
A verdade relativa está em vias de se transformar, diante dos seus olhos, em Verdade Absoluta, que não depende de modo nenhum de suas maneiras de ver, de modo nenhum de suas experiências passadas, de modo nenhum de seus julgamentos de valor, nem de suas apreciações de valor.
O que é chamado a se manifestar é, de algum modo, a irrupção do Absoluto, desta maneira, também, no campo de suas consciências.
Ver a Verdade na cara, é aceitar se desfazer de tudo o que era válido, ainda ontem, a fim de penetrar os novos campos de experiências que estão e vos são propostos, aqui mesmo, nesse corpo, aqui mesmo, sobre este mundo.
Isso requer de vocês uma atitude de neutralidade, onde a experiência presente não pode ser referenciada relativamente a uma experiência passada, onde o que é desvelado, e visto, e o que vos faz face, não pode ser de nenhum modo comparável ao que foi vivido, experimentado.
Eu quero dizer então que vocês não podem mais aplicar os pontos de referências anteriores, já que a experiência que se desenrola, e que se desenrolará (tanto individualmente, como coletivamente), não lhes deixa, de qualquer maneira, nenhuma margem de manobra dentro de uma apreciação do que é conhecido.
Ver a Verdade na cara, e a viver, vai, portanto, se assimilar (por assim dizer) aos aspectos da Consciência, diretamente, e não mais, aos aspectos afetivos, emocionais, ou dos quadros de referências provenientes de vosso mental e de vossas experiências.
Isto representa uma mudança radical, porque você vai ser conduzido a ir além da noção de julgamento, a confiar no momento presente, que é vivido na experiência, trazendo-lhes a Verdade.
Não, você não poderá de modo algum confiar na intuição, nem mesmo nos sentidos (no sentido em que você o entende), porque você não poderá definir essa Verdade relativamente a um acordo de sua personalidade.
Pode-se dizer também que a Verdade aparecerá no grande dia. Isso participa também do desenvolvimento, que está em curso, referente a tudo o que foram as falsas verdades, como ao conjunto de crenças às quais vocês têm aderido, até o presente.
A Verdade que se manifesta, e que se manifestará mais e mais, não permitirá mais a fuga. Ela exigirá, de vocês, uma qualidade de Transparência, de Humildade e de Simplicidade tal, que vocês não poderão fugir dessa responsabilidade, que vocês não poderão escapar, de maneira alguma, dessa Verdade.
Essa Verdade concerne a vocês, tanto, você, no que você É, como você em suas relações, aqui mesmo, sobre esta Terra.
Tudo o que tinha sido aceito anteriormente, e condicionado como uma regra moral ou normal, vai literalmente voar em cacos. Para deixar lugar ao que eu chamaria de face a face com a Verdade, que é, de alguma forma, uma evidência Vibratória, uma evidência da Consciência. Que não corresponde, mais uma vez, a nenhum quadro conhecido.
Muitos poetas têm expressado essas novas Verdades sob forma poética. Eu darei apenas um exemplo: quando um poeta diz que vossos filhos não são vossos filhos, isso parece, efetivamente, poético, mas bem longe do que vocês vão assumir, na educação, bem longe do que vocês vão impor como regras educativas, como regras morais, sociais, e mesmo familiares. E contudo, o que ocorre, e ocorrerá mais e mais, em suas vidas como na Terra, vai levá-los a se reposicionarem.
Não mais em relação a qualquer coisa exterior (ditada pelos hábitos, ditada pelas experiências passadas), mas que lhes respingará porque isso aparecerá, diretamente na consciência, como uma evidência.
Essa noção de evidência lhes permitirá sair da verdade relativa, de uma verdade condicionada, para desembocar sobre essa Verdade Absoluta. Que se torna, como eu disse, uma forma de evidência, que não pode ser discutida de forma alguma, nem pelo mental, nem pelas emoções, nem por regras, quaisquer que sejam.
Evidentemente, vocês adivinham, essa evidência da nova Verdade refere-se diretamente à Luz e a sua chegada. Isto se traduz, é claro, como vocês as vivem talvez, pelas modificações, por vezes significativas, que ocorrem nos corpos que vocês habitam, como em suas próprias consciências.
A adição, dentro de suas estruturas, do que tem sido nomeado o Supramental (ou o aspecto Vibral da Luz), e o surgimento da Onda da Vida, mudam, de alguma forma, tudo isso. Tudo o que resultou, como verdades relativas, noções de confinamento e as leis, ditas causais, de ação / reação, não vão mais poder se manter perante a evidência da Verdade, que é vista face a face, mesmo que não se queira ver.
A verdade relativa, substituída pela Verdade Absoluta, corresponde, também, à interpenetração e entrelaçamento das diferentes Dimensões, colocando fim ao isolamento, à separação, à fragmentação.
Nenhum dos seus argumentos passados, referentes a sua verdade, poderão se sustentar. Tudo o que foi trazido, até o presente, pelos quadros, quaisquer que sejam, provenientes da lei da causalidade, não poderão mais se sustentar diante da Lei da Unidade e das manifestações da Luz Vibral.
Alguns entre vocês começam a vivê-lo, individualmente. Isso se traduz pelos reajustamentos, necessários, em suas vidas. Levando-os não a julgarem ou condenarem a verdade anterior, que era sua, mas a se estabelecerem, com facilidade e evidência, nessa nova Verdade.
Lembrem-se que esta nova Verdade não depende de modo algum de um julgamento, de modo algum de uma avaliação de valor relativamente a suas próprias experiências, mas deriva diretamente desses aspectos novos, da Onda da Vida e do Supramental.
Sempre lhes foi dito que a Luz Vibral, o Supramental, como a Onda da Vida, possuíam uma Inteligência própria. E que essa Inteligência própria era, de longe, superior à inteligência humana. Porque, de alguma forma, a Luz Vibral, como a Onda da Vida, se estabelecem segundo esquemas diretores que não têm nada a ver com a lei da causalidade, mas que estão em ressonância com a Ação da Graça.
Ação da Graça que pode ser caracterizada por um certo número de qualificativos, e os mais importantes são: a Transparência, a Humildade, a Simplicidade, a Espontaneidade.
Isso os lembra, é claro, do que vos foi anunciado, tempos atrás, referente aos Pilares do Coração (ed: intervenções com esses pilares, feitos de 11 a 16 de setembro de 2011, são apresentados na seção"Protocolos a praticar- Os 4 Pilares do Coração") e a capacidade da consciência para estabelecer-se na Unidade, na Vibração da Coroa Radiante do Coração. Tudo isso vai ajudá-los a se estabelecerem no face a face com a Luz, e no face a face com a Verdade.
Vocês serão, de alguma forma, confrontados com vocês mesmos, em suas próprias Sombras, em suas próprias ausências de Luz, nos julgamentos despedaçados, relativamente aos vossos quadros de referências incluídos em uma causalidade.
A Verdade fora da causalidade. Ela reentra na Liberdade, na evidência, na Transparência, assim como na Humildade, na Simplicidade e Espontaneidade.
Isso significa que vocês não podem mais produzir um juízo de valor sobre o que quer que seja, para fazer uma verdade, mas que a Verdade se imporá ela mesma, como uma evidência, em toda Transparência, e sobretudo, em toda Espontaneidade.
A Espontaneidade faz com que a Verdade, que se desdobra e se desenvolve, em vocês e ao redor de vocês, faça cair, de alguma forma, as últimas máscaras e as últimas ilusões.
Ilusões e máscaras que não são para serem julgadas, não mais, porque elas pertencem a um antigo modo de funcionamento, sobre o qual se sobrepõe um novo modo de funcionamento, que não está ainda atualizado para o conjunto da Terra.
Ver a Verdade na cara, é, muito exatamente, reunir essa Transparência e essa Espontaneidade. Que diz respeito à sua relação consigo mesmo, sua relação com o outro (qualquer que seja), ou com um grupo, ou com o mundo inteiro, é exatamente o mesmo princípio que operará, fazendo-os passar da causalidade à Liberdade.
Essa Liberdade, que está diretamente relacionada (como eu já disse), com uma Liberação do conhecido. Fazendo-os acessar a Liberdade do Desconhecido, se tal é sua escolha, se tal é a sua capacidade.
Ver a Verdade na cara, não é mais julgar, porque ela se impõe por ela mesma como uma evidência, e como evidência vem, também, varrer tudo o que havia sido estabelecido como regra, como quadro, como limite, no momento anterior.
Ver a Verdade face a face, os coloca nesse estado de Transparência totalmente inédito para o humano. Claro, o ser humano reivindica a Transparência, em suas ações, em seus atos, em suas relações. Mas, bem evidentemente, essa Transparência, inscrita na causalidade, foi, de alguma forma, velada, também, pelos afetos, pelas emoções, pelas crenças, pelo próprio mental.
É justamente tudo isto que vai desaparecer. Colocando-os, de alguma maneira, nus. Obrigando-os, de certa forma, a aceitar sua Liberdade. Isto resultará, em vocês, em um sentimento de Liberação, que acompanha (por assim dizer), precede ou segue, os mecanismos descritos antes de mim pelo Arcanjo Anael (nota: ver a intervenção de Anael 09 de maio 2012) referentes a multilocalização ou bilocalização.
Você perceberão que a Verdade que vocês vivem no Estado de Ser como em uma outra Consciência, tornar-se-á preponderante para se estabelecerem na Transparência. Permitindo a vocês, então, olhar a Verdade face a face, em todas as circunstâncias, em qualquer situação, e com a maior das facilidades, a partir do momento em que vocês aceitam sair, vocês mesmos, da ação / reação.
Tudo isso participa, inegavelmente, de um certo número de expressões que lhes tem sido repetidas, em muitas ocasiões, apelando para nada fazer, para permanecer tranquilo, apelando para ultrapassar o observador, e para estar (de alguma maneira) em uma espécie, não de negação, mas de não aceitação do efêmero, permitindo a vocês penetrarem as esferas do Absoluto.
Esse Absoluto, que se desvela de diferentes formas (tanto em sua consciência, quanto na humanidade, em totalidade), chamando-os a redefinir, em totalidade, o que vocês chamam o julgamento, o que vocês chamam de apreciação, o que vocês chamam dos seus sentidos, até mesmo as suas intuições.
Isso reúne também o que lhes foi possível experimentar, desde o início dos Casamentos Celestes, chamando a resposta do Coração, a qual eu vos remeto (nota: ver a intervenção de RAM, 28 Março 2009).
Simplesmente, agora, a resposta do Coração não necessitará mais que você pergunte, ao seu próprio Coração, e de então observar a resposta. Porque, devido à Espontaneidade, a resposta será imediata, por um aspecto direto entre a Consciência, a Vibração, e a percepção de seu estado Vibratório, no momento em que a Verdade é, e nos momentos em que a Verdade não é.
Vocês não terão necessidade de realizar um esforço. Vocês não terão mais necessidade de se interrogar, em relação a uma experiência passada, em relação mesmo à resposta do Coração, porque vocês viverão isso ao mesmo tempo: um elemento, qualquer que seja, referente a suas vidas ou ao mundo, lhes aparecerá.
Sem colocar questão, sem ter ação/reação, sem manifestar a menor necessidade de qualquer escala de valores, vocês terão a resposta e vocês verão a Verdade, o mais claramente.
Isso passará bem além do filtro mental, bem além do que eu defini como a experiência ou os quadros de referências. E vocês se conduzirão então a se estabelecerem nessa Verdade Absoluta, de maneira, também, extremamente fluída e extremamente rápida.
O princípio da multidimensionalidade se traduz, em seu modo de vida, e nos mecanismos de sua vida, neste mundo, pelo princípio da evidência, o princípio da Transparência. Se vocês permanecerem Humildes e Simples, toda a sua vida se desenrolará bem além da Fluidez, bem além da Unicidade, e se encherá de Graça, realmente.
Uma vez que vocês estarão, de qualquer maneira, não mais submetidos à ação /reação, vocês terão transcendido isso, e vocês estarão Liberados na Ação da Graça.
Dentro dessa Ação da Graça, as questões se tornarão supérfluas. A Verdade se tornará de uma evidência tal que vocês não poderão, de qualquer forma, senão segui-la, senão precedê-la, senão acompanhá-la.
É exatamente isso que vai se passar. É exatamente isso que se passa, para aqueles entre vocês que já vivem o mecanismo da Onda da Vida, em totalidade, e que têm transcendido , de algum modo, os limites da ação/reação.
Isso, naturalmente, abre as portas, tanto ao Si, em totalidade, mas também, para aqueles de vocês que são os mais aptos a abandonar o Si, e se estabelecer no Absoluto. O efeito da Onda da Vida será a resposta.
A resposta não será mais a resposta do Coração, mas não uma resposta direta, não mais intuitiva, não sentida, mas em ressonância direta com o efeito, sobre a Consciência, da Onda da Vida, no momento em que vocês terão a ver, face a face, qualquer coisa.
Que isso seja, ainda uma vez, em suas relações, que isso seja no que vocês poderiam chamar, ainda, das escolhas a fazer, já que as escolhas a fazer decorrem de seu livre arbítrio, mas absolutamente não de sua Liberdade.
A Liberdade não é uma escolha. A Liberdade é a aceitação da evidência da Verdade, em suas vidas, que vai conduzi-los a manifestar mais e mais o bem estar, em todos os sentidos do termo e também, mais e mais a Alegria e também, mais e mais a Espontaneidade, a Transparência.
Todas as barreiras que haviam sido erguidas, dentro de suas próprias construções, devem desaparecer. A personalidade dá lugar, em totalidade, ao Estado de Ser.
Estas não são palavras vãs, nem uma imagem, mas bem a Verdade do desdobramento mesmo de suas vidas sobre esta Terra. Pois é aqui, sobre esta Terra que vocês preparam o mecanismo ascensional, em totalidade, em todos os setores do que vocês chamam a vida.
A Onda da Vida aí participa, a Vibração do Supramental aí participa. E lhes tornarão mais e mais claro ver a Verdade. Ver essa Verdade não quer dizer discerni-la, não quer dizer julgá-la, mas bem vivê-la no Interior de si e do Si, através das Vibrações, ou então, no Interior de seu estado, além de todo estado Absoluto.
Nesse instante vocês estarão suficientemente distantes de suas personalidades e dos seus modos de funcionamento anteriores, e nada do que se desenrolará em suas vidas será complicado ou difícil.
Aliás, se isso se faz complicado ou difícil, traduzirá simplesmente, aquilo que vocês são, as dúvidas e os medos impedindo-os de ver claro e de ver a Verdade.
A partir do momento em que as dúvidas e os medos dessa personalidade não existirem mais, tudo se tornará evidência, tudo se fará na maior das graças. Qualquer que seja, nenhum obstáculo será insuperável, porque não há obstáculo, simplesmente.
Passar da ação/reação à Ação da Graça, no que se refere à Verdade, proporciona também uma Alegria extrema no nível do Coração, dando-lhes ainda mais facilidade para manifestar essa Alegria do Coração no desdobramento de seus humores, dentro da Consciência e no desenrolar de seus dias.
Vocês constatarão por vocês mesmos que seu humor torna-se igual, que ele não é mais influenciado por uma verdade qualquer, seja qual for, isso corresponde a uma nova estabilidade, que se desenvolve em vocês, independentemente de qualquer circunstância exterior, independentemente de todo conhecido. É muito exatamente isso que a Onda da Vida os chama a viver.
Além mesmo do Êxtase, além mesmo do estado de alegria e beatitude, o conjunto de suas vidas se desenrolará na Verdade. Porque nada do que estava presente anteriormente poderá influir ou desviar suas vidas do que elas devem ser sobre este mundo, como dentro dos veículos diversos e variados, quer eles sejam os vossos ou quer eles sejam, por assim dizer, de alguma forma, ligados ao fim do confinamento, a um corpo emprestado.
Tudo isso vocês são levados a viver. Isso lhes aparecerá mais e mais fácil a partir do momento em que vocês soltarem, de algum modo, os últimos restos de personalidade, os últimos quadros de referências, os últimos confinamentos.
Vocês notem também que a instalação da Ação da Graça ou da Lei da Graça, os coloca no Dom da Graça. Suas vidas não serão senão um sorrir. O olhar que vocês portarão não poderá mais ser marcado pelo menor julgamento, pela menor condenação de vocês mesmos ou de qualquer outra coisa.
Vocês serão bem mais do que um observador ou um espectador. Vocês terão se tornado a própria lucidez. Aparecer-lhes-á claramente a Verdade, a sua como a do outro, além de todo julgamento, além de toda apreciação porque, justamente, essas verdades são desnudadas de qualquer personalidade e de qualquer interferência ligada ao que é chamado de ego, dos apegos, das experiências passadas. Tudo isso está em vias de se viver.
Tudo isso vai se atualizar, de maneira mais e mais límpida, para muitos humanos, em que isso se desenvolve neste momento mesmo.
Assim, a atitude de observador, dentro do Si, vai conduzi-los a observar muito rápido o que se desenrola em suas vidas, como nas vidas daqueles que estão em interação com vocês e, mais uma vez, qualquer que seja o quadro (amizades, afetivo, social, familiar).
Não existirá mais nenhuma diferença e nenhum quadro podendo afetar a Verdade que se estará a viver.
Lembrem-se: essa noção de Espontaneidade, bem mais do que de Fluidez, vai preencher a vocês, a suas vidas, a partir do instante em que não existir mais a menor dúvida, o menor medo, o que é o caso quando vocês aceitam ver a Verdade na cara e quando vocês estão a caminho, de algum modo, ao abandono do Si.
Tudo isso acontece para todo o mundo, sobre esta Terra.
Claro que, dependendo das resistências que estarão presentes na personalidade, isto não será necessariamente fácil, de imediato. Mas a partir do momento em que vocês aceitarem deixar a ação / reação, a partir do momento em que vocês aceitarem deixar o que vem de suas experiências passadas, onde toda noção de utilidade relacionada a uma verdade relativa que serviria para desservir um outro Irmão ou um outro grupo social ou afetivo; se passará na maior das facilidades.
Ver a Verdade na cara, é não mais depender de uma experiência passada, é não mais depender do conhecido, qualquer que seja, mas depender unicamente do momento da Vibração na própria Consciência.
E é então a Vibração da Consciência ela mesma , além da Vibração do Coração, que lhes dará a Viver essa Verdade, a ver face a face, a aceitar, integrar e, por vezes, transcender, se ela vem em contradição ou em oposição com o que foi estabelecido dentro dos quadros de referências anteriores que, como eu disse, vão desaparecer, completamente.
Ver a Verdade na cara, é também aceitar que todos os eventos que ocorrerão sobre esta Terra são bem reais, independentemente das informações ou das desinformações que possam existir.
Vocês têm, em vocês, todos os meios, onde quer que vocês estejam sobre esta Terra, de perceber, de maneira evidente, o que se passa, que isso seja em seus corpos, mas, também, no que lhes é dado a ver, que isso seja no sistema social, no sistema afetivo, no sistema familiar, no sistema do clima, no sistema do Sol.
Todos os sistemas, exteriores a vocês, lhes mostrarão, eles também, os sinais de mudanças importantes em seu modo de funcionamento. É necessário verdadeiramente estar cego, para não aceitar ver essa Verdade e essa evidência, estar na dúvida e no medo, para não vê-los e voltar à ação / reação, ao invés de estabelecer-se no Dom da Graça.
Estejam atentos ao que acontece nos eventos que a vida lhes apresenta, que suas relações lhes apresentam, porque é no seio do que pode lhes parecer, em um primeiro momento, difícil, duro, que se encontra a solução.
Não no fato de lutar contra mas, bem mais, de se colocarem, e permanecerem tranquilos e de verem o que lhes diz a Onda da Vida, de verem o que lhes diz o Supramental, o que resulta no seus humores, a partir do momento em que vocês aceitam a Verdade, tal como ela se apresenta.
Vocês não poderão mais contestar a Verdade, porque vocês não estarão mais no julgamento, porque mesmo se a Verdade Absoluta se manifesta para vocês, lembrem-se de que vocês não têm a mesma verdade relativa, de uns e de outros.
O respeito é também um fruto, que é realizado pelo acesso a essa nova Verdade, por assim dizer, que não depende de absolutamente nada do passado.
Se vocês aceitam os augúrios, se posso dizer, e as manifestações, do que vai se desenrolar, ou que já se desenrola, vocês constatarão, muito rapidamente, como a vida desdobra para você muito de ingenuidade, muito de facilidade, a fim de que o que poderia lhes parecer doloroso, desagradável, difícil, pesado, desapareça de seus campos de percepção, como por milagre, como por magia.
Isso faz parte do Dom da Graça e da Ação da Graça, a partir do momento em que vocês mesmos estão na Onda da Vida e tornam-se a Onda da Vida, tornam-se essa Vibração, esse tremor que invade o peito e o corpo.
Então vocês não podem mais ser tributários de nada além do que vocês estão se tornando e certamente mais do que aquilo que vocês têm sido, certamente mais do que aquilo que vocês construíram através das várias regras da sociedade, o grupo humano.
Assim, a nova Verdade, Absoluta ou relativa, tem lugar em um aspecto Vibratório e diretamente na Consciência, além de qualquer apreciação ou julgamento de valor, além de toda ilusão, além de qualquer pré-conceito, além de todo fato de procurar vantagens pessoais, porque naquele momento, vocês estarão realmente estabelecidos no Coração e vocês só poderão ir no sentido da evidência, no sentido da Transparência e, sobretudo, no da Espontaneidade.
Vocês constatarão, então, que o conjunto de suas interações inter-humanas, e Interiores para si mesmos, tornar-se-ão muito mais fáceis, muito mais cômodas. Isto participa também da desfragmentação, colocando fim à Ilusão, à desconstrução, colocando fim às construções ilusórias, vos restituindo à sua Eternidade e à esta Verdade.
Vocês constatarão em todo caso, mais e mais facilmente, que se vocês ficarem nesse estado de Espontaneidade, a vida lhes fornecerá muito exatamente o que é necessário para vocês. Não haverá nada a buscar, não haverá nada a temer, não haverá esforço, porque isso será espontâneo, evidente, natural, perfeitamente natural.
Guardem isso: a partir do momento em que vocês têm que ver uma verdade na cara, ela não está lá para desestabilizá-los, para destruir, mas ela está lá para transmutar a suas maneiras de ver, modificar seus pontos de vista e modificar as suas capacidades, de alguma forma, para estabelecê-los no Coração, de maneira estável, definitiva, sem retorno possível ao que era antes.
O estabelecimento dessa nova Verdade, essa passagem da Consciência, tal como vocês a vivem, de um estado Vibratório a outro, de uma gama de frequências a outra, os chama a essa revolução Interior da verdade, a sua como a do outro.
E isso não tem de ser pensado. Isso não tem de ser construído, lembrem-se: tudo se fará espontaneamente nessa famosa Transparência e nessa famosa Espontaneidade.
Estas são as palavras que eu tinha a lhes dar. Claro, ainda temos tempo, e eu estou então disponível, com grande prazer se, em relação ao que eu vim exprimir, apresentam- se em vocês questões e interrogações.
Pergunta: viver a realidade Absoluta face a alguém que está na verdade relativa, no aspecto da espontaneidade que se pode ter, não arrisca ser relativamente violento para o outro?
Isso pode ser inicialmente. Mas, como você vai ver, vai desaparecer muito rapidamente, por uma razão simples: a Verdade Absoluta ocorre sob a ação da Onda da Vida e da Luz Vibral.
Mesmo que a oposição é descrita como violenta, inicialmente, porque o outro tem de se reajustar, aberto ou não (entre aspas), você vai perceber muito rapidamente que este aspecto de si mesmo, que transcende as verdades relativas, que os instala na Morada da Paz Suprema, não pode deixar ninguém preso, do lado exterior, desse estado, fazendo e colocando em evidência a Lei de Ação da Graça, mas também a Lei da Ressonância, ao mesmo tempo, como nunca você conheceu.
Pergunta: A espontaneidade deve se exercer tanto na Palavra quanto na expressão dela mesma?
A espontaneidade não é algo que se exerce porque se decide. Ela deriva do novo estado Vibracional, por si mesma. Não tem de ser procurada.
Ela não precisa ser o objeto de qualquer vontade. É algo que se desdobra por si mesma, a partir do momento em que a Onda da Vida e a Luz Supramental estão presentes.
Enquanto você faz um esforço para ser Transparente, enquanto você faz um esforço para ser Espontâneo, você não entrará no contexto de que eu lhes falei.
Pergunta: o princípio da refutação pode ser aplicado para viver o princípio da Verdade Absoluta?
O princípio da refutação faz parte da investigação como lhes foi explicado e conduz de maneira inexorável, a se instalar no Absoluto.
Estando no Absoluto, a Verdade Absoluta se manifesta por si mesma. Mas a Verdade Absoluta não pode se manifestar simplesmente pelo princípio da refutação.
A Verdade Absoluta não decorre de um trabalho. Ela decorre diretamente da instalação da Onda da Vida (que, eu o lembro, não depende de você), em conjunto com a Vibração Supramental.
Nós temos mais perguntas. Nós lhe agradecemos.
Irmãos e Irmãs em humanidade, permitam-me Comungar com vocês em Unidade de Consciências, em Comunhão de Estados de Ser.
Vivamos isso juntos, permitindo assim, se estabilizar, em vocês, as palavras que empreguei, em seu profundo significado e em sua evidência, mesmo que isso não esteja presente neste momento, será em um tempo extremamente próximo, não por um esforço intelectual, mas, novamente, simplesmente pela Ação da Onda da Vida.
Vivamo-la.
... Compartilhando o Dom da Graça ...
Irmão K os saúda, em Amor.
Até logo.
Mensagem de Irmão K no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1436
09 de maio de 2012
(Publicado em 10 de maio de 2012)
Tradução para o português: Ligia Borges
http://minhamestria.blogspot.com
sábado, 14 de abril de 2012
IRMÃO K - 10-04-2012 - AUTRES DIMENSIONS
Eu sou IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs presentes, eu vos saúdo, no Amor e na Verdade.
Eu desejaria vos falar da noção de percepção, e da não percepção. Ambas numa relação de continuidade de um para outro, mas também para aqueles que, precisamente, não percebem o que se desenrola.
Lembrem-se que toda a consciência é o meio de perceber, pela distância existente entre o sujeito e o objeto. É precisamente a distância que cria a percepção (ou a sua ausência de percepção).
Esta percepção, certamente, ultrapassa largamente o âmbito dos sentidos habituais. Ela se apoia, certamente, num suporte que é o corpo, e num suporte que é a nossa própria natureza, o mesmo é dizer, antes do Absoluto, a consciência.
A percepção está, de qualquer maneira, na base da consciência. Noutros tempos, vos foi dito que a consciência era Vibração, essa é a Verdade. E a Vibração permite, aí também, consciencializar a Luz, viver o Despertar, viver a Realização (segundo a permanência, ou não, da Luz).
A percepção, que é, portanto, resultado de uma distância, e também qualquer coisa que é descriminante na sua própria manifestação, dando a sentir, ou a ressentir, qualidades particulares. Esta qualidade, qualquer que ela seja, pode resolver-se, de fato, em dois movimentos, e somente dois movimentos: um movimento que dilata e um movimento que retrai.
O movimento que dilata é, de qualquer modo, uma forma de expansão. O movimento que retrai é uma contração. Foi-vos relatada, também, a retração da alma face ao Absoluto.
Isso foi exprimido, em outros termos, pela nossa Irmã GEMMA, há alguns instantes (ndr: intervenção de GEMMA GALGANI, de 10 de abril 2012 [emtradução] ), e também, em múltiplas ocasiões, pelas outras Estrelas.
A percepção pode ser também assimilada a uma mudança de gama de frequências (abrindo ou fechando, indo para cima ou para baixo, na expansão ou na contração) daquilo que é percebido. E portanto, de uma maneira ou de outra, pode ser chamado “ver” mesmo se, certamente, o que é visto não tem nada a ver com os olhos.
A percepção é a base da mudança, que faz passar, se assim podemos dizer, de um estado a outro estado, de uma etapa a outra etapa. Podemos dizer que a percepção, no limite, cria o mundo e que a não percepção faz desaparecer o mundo.
O que se passa nas fases em que vocês acordam de manhã, e nas fases em que vocês dormem, à noite. Sempre o mesmo movimento, num sentido ou no outro, a mesma consciência, e portanto, como corolário, da concepção e da própria percepção.
Há, efetivamente, nesta noção de percepção e de não percepção, uma dinâmica, um movimento, qualquer coisa que muda. Certas mudanças vos são habituais (e nos são habituais, na encarnação), como a alternância vigília/ sono. Outras são menos habituais e correspondem talvez àquilo que vocês perceberam e viveram durante estes anos, em que a vossa consciência passou de um estado separado, dividido, a uma Consciência não separada, não dividida (quer isso seja no âmbito do Despertar ou da Realização). Sempre esta noção de movimento, do que se expande ou do que se contrai e se retrai.
A retração, a contração, é, portanto, uma percepção, também. Mas uma percepção que não vai no sentido idêntico (que é talvez oposto) ao da expansão. Todos os estados de Luz (quer sejam das experiências ou dos estados estabilizados) são expansões da Consciência levando a viver uma Consciência diferente, Unificada ou Unitária. Num dado momento, no espaço e no tempo, vai-se viver uma expansão que não depende mais de si, mas do universo, se o podemos dizer, do ambiente, ou de uma outra Consciência.
Pelo menos, é a impressão que foi dada, depois do que foi descrito como o Casamento místico: um elemento considerado exterior (ou diferente) vem jogar, de qualquer maneira, com a percepção, que pode então oscilar num sentido ou noutro, de contração ou de expansão. Estas são as diferentes abordagens que foram descritas pela nossa Irmã GEMMA.
Também foi relatado, durante estas últimas semanas, a possibilidade de se tornar Absoluto e de não mais colocar distância (e, portanto, percepção diferencial) entre esse corpo, essa consciência desse corpo, e a Consciência da Onda da Vida.
Viver o Absoluto vos leva a considerar as percepções como um elemento relativo, quaisquer que sejam as etapas, de expansão ou de contração. Essas etapas participam, inegavelmente (que isso seja uma distância ou uma identificação) num movimento. Esse movimento, qualquer que seja, sendo a característica do que foi denominado a Vida. E vocês são aquele que observa e vive esse movimento, em permanência, neste mundo.
Se vocês aceitam realizar as pesquisas que vos foram dadas, por diversos intervenientes, vocês irão aperceber-se que, a um dado momento, vos é proposto, por vocês mesmos, por experiência, a não percepção que é bem mais que, simplesmente, a paragem de um movimento. É um mecanismo (se assim posso dizer) onde vocês vão consciencializar, para além de toda a consciência, e portanto, além de toda a percepção, que existe qualquer coisa que é imutável. Que não é mais uma percepção, que não é mais uma consciência, mas que é, de qualquer maneira, a trama que contem tudo o resto.
Nesse momento, o que quer que a vossa vida escolhesse para vos fazer viver a União mística ou o Êxtase (que vos faz tornar-se este Êxtase ou esta União com esta Consciência), vocês identificam, se assim podemos dizer, claramente, que existe qualquer coisa que nunca se moveu, que sempre esteve lá. Que não foi nem uma contração, nem uma expansão e que é, portanto, se o podemos dizer, uma não percepção. Mas que não é verdadeiramente da mesma natureza da não percepção daquele que nunca percebeu um movimento (da Onda, da Vibração, da energia, da consciência). E no entanto, os dois não estão assim tão afastados um do outro.
Certamente, para aquele que nunca percebeu, há talvez uma frustração, o sentimento de não ser como aqueles que vivem o que ele mesmo procura. Eu convido todos estes seres a ultrapassar, precisamente, tudo o que foi descrito. Mas para ultrapassar tudo o que foi descrito, porque não foi vivido, precisa também aceitar ultrapassar as suas próprias emoções, a sua própria vivência, para lá da percepção. E isso abrirá a porta, se assim podemos dizer, daquilo eu nomeei a não percepção, daquilo que está sempre lá, e que sempre esteve lá, e nunca se moveu. E que, de qualquer maneira, está ao mesmo tempo presente na Onda da Vida, no Absoluto, mas também no relativo que vocês são.
Se vocês não vivem nada, e nenhuma percepção, esta interrogação vai-vos tomar, num dado momento ou noutro. Não, simplesmente, a interrogação de porquê vocês não viverem a Vibração (ou a Onda da Vida, ou as Coroas Radiantes): parece-vos, às vezes de forma dolorosa, permanecer no ego, no cais da gare, na mesma margem e de nunca conhecer a outra margem.
As circunstâncias muito particulares da Terra, hoje, fazem com que não possa existir diferença, fundamentalmente, entre aquele que percorre a outra margem, que se estabelece no Absoluto, e aquele que não vive nada. Não porque ele não acredite, não porque ele o rejeite, mas simplesmente porque esta capacidade não nasceu nele: não há possibilidade de percepção, e portanto de mudança.
Para estes seres, tenho necessidade de dizer (mais do que para os outros): aceitem que vocês não são diferentes, que não estão no local errado. E que, precisamente, essa não percepção pode representar um trunfo, no sentido em que vocês estão virgens, precisamente, de perceções diferentes.
Ou então, vocês estão tributários, simplesmente, de períodos de contração, de medos e angústias, de dúvidas. Eu vos peço, mesmo que vos pareça estarem tributários disso, certamente, aí também, de apreender e aceitar que vocês não São isso.
É neste sentido que os diálogos que vos propõe aquele que se denomina BIDI são mesmo para vos fazer descobrir o ponto de Basculamento, mesmo no sentido da vossa própria interrogação e da vossa não perceção. O mesmo é dizer no seio do vosso mental, da vossa própria vida, independentemente de toda a vontade espiritual.
Vocês não estão nem amputados, nem mais pequenos, nem maiores. Considerem simplesmente que vocês estão diferentes, por agora. Mas que a finalidade (se é que nos pudemos exprimir assim) é e permanece sempre a mesma.
Esta oportunidade de não percepção cria, efetivamente, o que eu denominei esta frustração, e ao mesmo tempo, esta necessidade. Então, eu vos peço para esquecer a necessidade, e esquecer a frustração também. E, mais que nunca, para vocês que estão na percepção, permanecerem tranquilos e em Paz. E de se colocarem a única questão que vale a pena, neste caso, e que não é a de se dizerem: «porque não vivo isso?» ou de procurar uma qualquer causa mas, antes, de se perguntarem quem vocês São.
Ao perguntarem-se, sinceramente, quem vocês São, vocês irão poder colocar-se, de qualquer maneira, à distância daquilo que vocês creem ser. Porque, talvez, o vosso maior problema, que vos auto-limita, seja certamente de se crerem, aí também, esse corpo, essa procura, essa vivência.
A partir do instante em que vocês colocam, aos vossos pés, todas as questões relativas à vossa não percepção, sem procurar perceber o que quer que seja (já que vocês são, à priori, incapazes), simplesmente, vos perguntando quem vocês São, e, claro, não aceitando ser simplesmente essa pessoa (não a abandonando e não a negligenciando), mas se colocando a questão que vos foi submetida, quer dizer, refletir verdadeiramente no que é permanente e no que é efémero.
Assim como pôde fazer BIDI, vocês vão criar zonas que não são zonas de agitação mental mas, antes, zonas de fricção ou de resistência, como foi dito que são, de qualquer maneira, propícias a ir para lá da vossa não percepção.
Vocês fazem, de qualquer maneira, uma espécie de caminho invertido, mas vocês não estão no inverso. A União mística também vos está aberta. As modalidades, simplesmente, são diferentes. Não há aí nenhum julgamento de valor, nem de superioridade, nem de inferioridade. Simplesmente, se posso me exprimir assim, o vosso tempo não chegou ainda. E, no entanto, ele chegou agora, ou vai chegar de forma imediata. Desde que vocês parem de se colocar a questão da não percepção, vocês saem, vocês próprios, do ciclo vicioso da interrogação e do círculo vicioso de uma forma de culpabilidade, de colocarem em dúvida aquilo que vivem os outros, porque vocês não o vivem (ou porque vocês o procuram, no inverso).
Lembrem-se que a Onda da Vida não faz diferença entre uma árvore, um humano e um pássaro: ela é estritamente a mesma para toda a vida, quer essa vida a reconheça ou não, a viva ou não. Vocês banham-se todos, nesta Terra, no mesmo banho, na mesma Onda. Quer isso vos seja perceptível ou não, quer vocês a recusem, quer vocês a aceitem, quer vocês a procurem, isso não muda estritamente nada.
É portanto, a vossa própria consciência que se desloca, de qualquer maneira, na Onda da Vida, ou não, vos dando a perceber, ou a não perceber. Foi-vos dito que a Onda da Vida, mesmo se ela nasceu de forma bem mais presente, pela Libertação da Terra, sempre esteve presente. Simplesmente, o Ancoramento da Luz e a Irradiação da Luz, por aqueles que foram denominados Sementes da Luz, permitiu, de qualquer maneira, torná-la mais estável, e mais evidente.
Se vocês aceitarem, na não percepção, colocar as vossas próprias condições (quer dizer não ser esse corpo, não ser o que viveu esses sofrimentos, e de não ser mesmo a pessoa que está aí, mas mais do que isso), não há nenhuma razão válida para que a vossa consciência não se desloque na Onda da Vida.
Certamente, eu dei a noção de tempo exato, ou do tempo que ainda não veio, mas se vocês não fizerem a experiência, como saberão que o vosso tempo não chegou? A Onda da Vida é, portanto, um convite (para aqueles que a vivem como para aqueles que não a vivem) a ultrapassar a percepção da contração ou da expansão, ou a não percepção.
Lembrem-se que o que é percebido é o que é exterior, mesmo se isso é vivido no Interior.
Lembrem-se que se vocês não perceberem (estando, portanto, na não percepção), vocês se colocam, a vocês mesmos, no exterior, e portanto, se vocês aceitam não ser este exterior, tudo se desenrolará.
Eu não vos peço, claro, aí também, que me acreditem mas, simplesmente, que tentem a experiência. Porque é uma experiência, mesmo se esta experiência ultrapasse o âmbito do que será vivido (ou não) no seio da experiência, porque há uma instalação do que se produz, num período, numa Eternidade.
Lembrem-se do que eu pude dizer: que os únicos obstáculos, finalmente e em definitivo, não são vocês, mas antes (certamente) o que vocês acreditaram, o conjunto das vossas crenças, que estão ainda presentes: aquilo em que vocês creem, aquilo a que vocês aderem, e que não é o Infinito, nem o Absoluto.
Tudo o que vocês aceitaram colocar como âmbito, como limite e como condicionamento, é justamente o que é para observar, agora, como não sendo vocês. Sem nenhuma culpabilidade, mas com um olhar lúcido sobre vocês mesmos, um olhar lúcido e justo, sobre aquilo que vocês creem e que vocês não experimentaram.
Se, simplesmente, vocês aceitarem desfazer-se disso, então, vocês verão, por vocês mesmos, que se desenrolarão coisas bem diferentes, em vocês e no exterior de vocês.
A Libertação começa por encontrar a Liberdade. Com efeito, não pode existir Libertação sem Liberdade encontrada. E a Liberdade é ser Livre de todo o dogma, de todo o limite, do vosso passado. Mais do que nunca, para vocês que não percebem nada, é preciso aceitarem que vocês não são, de forma nenhuma, esse passado que vocês viveram.
Qualquer que seja a impressão que possa dar, de vos afetar, é preciso desembaraçarem-se das vossas próprias percepções passadas. Porque essas percepções do passado vos impedem de viver a percepção do Presente.
É preciso verdadeiramente que vocês se dirijam à Liberdade. De fato, vocês devem Libertar-se de vocês mesmos, do que vocês creem. Não haverá, então, mais nenhuma razão válida para que a expansão não se produza. Vocês não têm que trabalhar sobre o porquê de vocês não perceberem, nem desenvolver (ou querer desenvolver) uma qualquer percepção, mas antes extraírem-se das percepções de todo o passado e de toda a crença.
É preciso, de qualquer maneira, libertarem-se de todos os pesos, de tudo o que vos condicionou, do tudo oque vocês viveram, e que não é mais a experiência do vosso presente. Porque nenhuma experiência do passado pode ser de alguma utilidade para vocês, para perceberem o que se vive, hoje, sobre a Terra.
Aí reside, de qualquer maneira, o segredo da vossa própria transformação. É preciso, portanto, Libertarem-se de tudo o que é conhecido, porque o que é conhecido pertence ao passado ou à crença. É preciso mesmo desembaraçarem-se de uma qualquer crença ou de uma qualquer esperança na Onda da Vida, nas Coroas Radiantes, se vocês não as vivem. É preciso serem como a criança: virgem de todo o pré-julgamento, de todo o condicionamento.
Se vocês se preocuparem somente com isso, não haverá mais nenhum obstáculo válido para a Onda da Vida.
Vocês não têm que a procurar, porque ela não nascerá (como foi dito) de uma busca qualquer mas antes do desaparecimento de toda a organização, de toda a crença, de todo o limite em vocês mesmos. Mas vocês são responsáveis da vossa organização, dos vossos limites, das vossas crenças, das vossas experiências passadas. E somente vocês, são capazes de as aniquilar de qualquer maneira.
É preciso, efetivamente, assumir uma distância e, portanto, olhar o que, até ao presente, vocês viviam (quer isso seja na recordação, ou na memória). Vocês se apropriaram, de qualquer maneira, dos vossos próprios sofrimentos, fazendo-os reviver no presente. E é isso, somente isso, que vos impede de viver o que é para viver. Nada mais.
E portanto, se vocês aceitarem desligar-se, real e concretamente, se vocês aceitarem não ser o resultado do vosso passado ou do vosso condicionamento, não haverá mais nada a fazer. Não haverá nada a querer perceber. E vocês sairão, efetivamente, da não percepção.
Isso realiza-se, se o podemos dizer, rapidamente, muito rapidamente, se vocês forem lúcidos e honestos sobre o que vos condiciona, sobre o que vos faz sofrer, hoje: Não são senão crenças. Da mesma forma que muitos, entre nós, vos falaram deste mundo Ilusório, da Maya. Esta Maya nunca impediu o Brahman de estar aí, o Parabrahman de estar aí, e o Atman também não: é verdadeiramente uma questão de olhar e de posicionamento. E simplesmente, se a Onda da Vida não nasce e se, hoje, nenhuma percepção emerge em vocês, é apenas uma questão de posicionamento, de colocação. Onde estão vocês? E o «onde estão vocês?» não se pode definir senão a partir do momento em que vocês tenham colocado a questão de «quem são vocês?».
Abandonem mesmo a ideia de vocês serem um ser humano, de ser um corpo, de ser uma história. E vocês verão, nesse momento, que os campos da percepção se abrem em vocês.
Existirá um mecanismo (mais uma vez, se eu posso dizer essa palavra) que vai se desenrolar em vocês, se desencadear, como uma forma de expansão que se produzirá.
Lembrem-se que é sempre o olhar que vocês dirigem a vocês mesmos que vos condiciona: é o peso das crenças, o peso da experiência passada, que vos priva da experiência presente.
Há em vocês absolutamente todas as capacidades de realizar esta Obra, simplesmente aceitando soltar o que vocês não são. Hoje, vocês não estão mais, como foi dito, no tempo dos ensinamentos (tais como os que nós vos demos, e, sobretudo, UM AMIGO, sobre os diferentes Yogas). Vocês estão no tempo de atualização de vocês mesmos.
Se vocês aceitam isso, não há nenhuma razão válida que possa opor-se à Onda da Vida, ao Absoluto.
Lembrem-se que é muito fácil e muito simples. Que vocês não estão nas etapas de construção do Si, mas que vocês têm, realmente, a possibilidade, de imediato, de desviar tudo isso. De não ter construído ou a construir o que quer que seja. Tornar-se virgem, e tudo se produzirá. E o que se produzirá, lembrem-se, é independente da vossa vontade, do vosso desejo, da vossa aspiração.
Certamente, vocês poderão sempre imaginar ter a possibilidade de criar esta Tensão para o Abandono, mas é preciso uma alma muito forte e, de qualquer maneira, predestinada. E vocês não têm que culpabilizar, aí também, se vocês não são uma alma forte ou predestinada. Porque, finalmente, nós estamos todos destinados à mesma coisa, quer o queiramos ou não.
Se vocês aderirem a estas percepções da vossa própria Libertação, e sobretudo, da vossa própria Liberdade (em relação ao todo existente, ao todo conhecido, ao todo vivido), vocês serão, efetivamente, como a criança, nua e virgem, e vocês poderão passar para o outro lado.
De fato, não são vocês que passam para o outro lado, é o outro lado que vem até vocês, espontânea e naturalmente.
Vocês não se deslocaram, simplesmente deslocaram o olhar. Aí também, se pode dizer, para vocês que não vivem: não se julguem. Da mesma forma que foi dito para não julgar quem quer que seja, ou o que quer que seja, para aqueles que viveram o Si.
Para vocês que não vivem nada, não se julguem. Se vocês forem capazes de ser suficientemente Simples, e suficientemente Presentes em vocês, Livres de todo o pré-julgamento, de todo o condicionamento, de todo o passado, de toda a história, a Onda da Vida se deslocará até vocês. E vocês farão o caminho inverso, da não percepção à percepção. Sabendo que, definitivamente, o Absoluto vos dá também a transcender o conjunto das percepções e das não percepções. Já que vocês não estão mais limitados à Onda da Vida em que vocês se tornaram, mas que vocês percorrem todas as Ondas da Vida, em qualquer universo que seja, de qualquer forma que seja. Mais nada, nem mais ninguém, podem ter segredos para vocês. E sobretudo vocês mesmos.
Libertar-se de todo o conhecido é, verdadeiramente, para aqueles que nada percebem, a Via da Evidência. Lembrem-se que não existe inimigo, que não existe combate a travar. Mesmo se tudo, neste mundo, parece provar-vos o inverso, e mesmo se numerosos ensinamentos espirituais insistiram muito neste combate, do bem contra o mal. Tudo isto não é )como vos disse, e como vos disseram certos Anciãos e BIDI), senão uma farsa, uma fraude, um disfarce, uma ilusão.
Aos que não vivem a percepção, eu tenho necessidade de vos dizer: não se ocupem da percepção. Mas precisamente, ocupem-se, em vocês, do que é percebido em relação ao vosso passado e que vem entravar o que é para viver.
Se vocês forem honestos com vocês mesmos, vocês verão que é o conjunto dos hábitos e das crenças que vos impedem. E que sendo assim honestos, não há nenhuma circunstância exterior (familiar, profissional, afetiva) que represente um obstáculo. Mas as construções que vocês colocaram sobre esta situação, sobre estas questões, são o obstáculo. Não é nunca o outro que é o obstáculo, mas sempre vocês mesmos, sem nenhuma culpabilidade.
É preciso olharem-se com ternura, com Amor, e estar lúcido disso. Nesse momento, a percepção virá até vocês.
Aqui estão os elementos, de fato muito simples, que eu vos queria dar. Porque eles completam, eu diria, de forma evidente, o que pode dizer a nossa Irmã GEMMA sobre este Casamento Místico (ndr: intervenção de GEMMA GALGANI de 10 de abril 2012 [em tradução]) que é, efetivamente, a coisa mais impressionante que há a viver.
Porque é a Libertação, total, de toda a ilusão.
Se tivermos tempo, e se vocês tiverem questões, e somente se nós tivermos o tempo, eu vos escuto.
Nós não temos questões, nós vos agradecemos.
Eu rendo Graça, humildemente, à vossa escuta.
Eu volto simplesmente, dentro de alguns instantes, para vos acompanhar no partilhamento do Manto Azul da Graça, e da Onda da Vida.
Eu vos digo, portanto, até daqui a alguns instantes. De seguida.
Mensagem de Irmão K no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1413
10 de abril de 2012
(Publicado em 11 de abril de 2012)
Tradução para o português: Cristina Marques e António Teixeira
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