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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

CAPÍTULO 1: A VIDA É UM (EXERCÍCIO PRÁTICO: EU SOU UM) - A HUMANIDADE QUE COMEÇA


Juntos, unidos e Divinos
Caro amigo leitor, vamos, agora, tentar fazê-lo entrar na única verdade, a mais profunda de tudo o que constitui os fenômenos correspondentes ao vivente.
A vida é Um, não uma, mas Um, porque tudo procede da Unidade.
Tudo volta à Unidade.
E tudo é manifestação da Unidade.

Apenas o olhar da consciência é que se desloca e que pode, em alguns períodos de sua própria manifestação, vislumbrar a noção de algo de diversificado e de dividido que possa apagar, por um momento e por um tempo unicamente, a noção de Um.

É necessário, efetivamente, compreender que o universo e os universos, em todas as suas manifestações e em todas as suas dimensões, corresponderiam, em sua linguagem, a um ponto.
E esse ponto, traçado sobre o papel, seria um ponto de onde tudo provém e para onde tudo volta.
E que os pontos criados a partir desse ponto são apenas a multiplicação do primeiro ponto inicial.
Nesse sentido, vocês são Um.
Nós somos Um com vocês.
E vocês são Um com o grande Um.
E vocês são Um com a Unidade.
E vocês são Um com o Divino.

Vocês fazem parte da Unidade.
Vocês fazem parte do Um.
Vocês são os filhos da Lei de Um, assim como nós somos Um em Cristo.

De fato, o maior neófito que levou seu planeta a dizer, um dia: «O que vocês fazem ao menor de vocês, é a mim que vocês o fazem».
O que vocês fazem à menor manifestação da vida corresponde ao que vocês fazem a mim e, portanto, a vocês mesmos.

De fato, só a consciência, hoje, através de esquemas que vocês construíram desde mais de 50.000 anos os faz vislumbrar a diversidade e a multiplicidade da vida como algo de exterior a vocês.

Ora, tudo o que vocês podem observar, o que eu lhes peço para aceitar, tudo o que vocês podem observar no exterior de vocês é apenas o reflexo do que está em seu interior.
De fato, aqui se situa o milagre do Um, da Unidade e o milagre da Divindade.
Tudo o que é um processo exteriorizado, tanto da compreensão mental como ao nível da observação visual, sonora, auditiva, conforme seus cinco sentidos e conforme outros sentidos que existem em outras dimensões, tudo o que é captado pelo fenômeno da consciência é apenas uma exteriorização do que está no interior de vocês, do que vocês são e do que vocês são em relação ao Um.

Você é um filho do Um e, como filho do Um, você tem, em si, tanto o Um como todas as outras formas de vida, manifestadas ou não manifestadas, sensíveis ou suprassensíveis.

Convém impregnar-se dessa verdade final porque, em definitivo, quando seu grande neófito dizia: «Eu sou o alfa e o ômega», Ele participava da mesma iniciativa de criação.
Ele era, ao mesmo tempo, a Fonte de partida e a Fonte de chegada.
Ele estava presente, por Sua essência, em todas as outras essências.
Ele estava presente, por sua consciência, em todas as consciências manifestadas e não manifestadas.
Convém aceitar isso como um postulado de partida.

A vida é Um.
As manifestações da vida, tanto o desenvolvimento da multiplicidade, o desenvolvimento da aparente divisão, fizeram apenas enriquecer a experiência do Um, de maneira a multiplicar ao indefinido a imagem do Um.
Assim, você deve conceber, você mesmo, como uma Unidade, como um filho da Lei de Um.

Cada uma de suas células está religada às outras células de seu corpo.
Cada molécula está religada às outras moléculas de seu corpo.
Cada hormônio presente num lugar de seu corpo não pode ser dissociado de sua Unidade.
Do mesmo modo, os corpos constituintes dos universos, dos sóis, dos planetas, das supernovas, dos buracos negros, e assim por diante, não podem ser dissociados do ponto único que se chama Fonte.

Como Fonte e filho da Fonte, você participa da multiplicidade da Unidade, da manifestação da multiplicidade da Unidade.
Como tal, você é, realmente, Um, e você é, realmente, Divino.
Mesmo a Lei de Amor, a Lei de simpatia, mesmo o mínimo evento que sobrevenha ao mundo sensível ou suprassensível pode apenas revelar, ao final, o que é essa Lei de Um.
A Lei de Um exprime isso.

Como ela havia sido compreendida nos tempos extremamente antigos, por nosso povo, que aceitou, contrariamente a você, em tempos extremamente antigos, de nos juntarmos à Unidade da Unidade, a fim de tornar-nos Um, a título coletivo, a fim de entrar na sacralidade do planeta, ou seja, em seu interior.
Vocês que estão aqui, sobre esta Terra, aceitaram o jogo do afastamento da Fonte, a fim de viver a experiência da multiplicação da Unidade, da multiplicação de vidas e da multiplicação de consciências.
Assim foi seu livre arbítrio, sua liberdade fundamental atribuída pela Unidade.
Vocês trabalharam, vocês se afastaram da Fonte, ao mesmo tempo desenvolvendo conceitos, ideias, mundos, civilizações, filhos, uniões, relações, emoções.
Tudo o que pode estar em relação com o afastamento da Fonte.

Mas, fundamentalmente, vocês perderam de vista, perderam da consciência, que vocês faziam Um com a Fonte.
Hoje, nessa grande reversão que se anuncia para os próximos anos, é-lhes pedido retomar contato com a Fonte que vocês são, retomar contato com a realidade que vocês são.
Essa realidade é, obviamente, Amor.
Mas, antes de compreender o jogo do Amor e o jogo da atração e da compreensão e da expansão, convém admitir, fundamentalmente, que vocês são Um com o conjunto da manifestação da vida, tanto nesse mundo como em outros mundos, que tudo procede e que tudo volta à Unidade que vocês são, fundamentalmente.

Assim, essa perspectiva de ponto único obriga-os a conceber que o que é exterior é interior a vocês e que o que vocês fazem à mínima parcela de vida, vocês o fazem a vocês mesmos, realmente, totalmente e em toda Unidade.
Isso se deformou, progressivamente e à medida das civilizações que recobriram e povoaram a superfície desta Terra, através de modelos religiosos, através de modelos filosóficos.
Vocês vieram estabelecer uma Lei de ação/reação, de maneira a construir sistemas cada vez mais complexos, sistemas cada vez mais elaborados de vidas e de manifestações que, pouco a pouco, progressivamente e à medida das dezenas de milhares de anos que escoaram, fizeram de modo a que sua alma fosse recoberta de certo número de experiências exteriores a vocês mesmos.
Experiências interiores e exteriores que conduziram a fazer o que vocês são hoje.

Entretanto, como a cada 52.000 anos, chegou o tempo de fazer o retorno à Fonte, de fazer o retorno à Unidade.
Primeiramente, na compreensão do que vocês são, na compreensão de sua ligação, de sua Unidade com o Um.
Cada ser que vive sobre este planeta, amigo leitor, é Um, como você.
Você tem em face de si, além das imagens e das aparências construídas pelos milênios passados na superfície deste planeta, apenas uma manifestação da Unidade perdida.

Ora, chega um momento em que, à força de multiplicar a experiência ao infinito, ou mesmo ao indefinido, chega um momento em que algumas Unidades de vida perdem consciência, totalmente, de sua ligação à Fonte e chegam a conceber a ilusão da vida como a realidade final.
Ora, a realidade não pode fazer parte da ilusão.
Sua vida é ilusão, mesmo que seja única, porque uma é importante aos olhos da Fonte, porque cada Fonte, aos olhos da Fonte, é importante.
Cada unidade indivisível faz parte da Unidade, em sua divisão.

Vocês devem compreender e aceitar isso como um postulado essencial e fundamental.
Da mesma célula original nasceu o conjunto da humanidade.
Do DNA comum da raça humana procede um único DNA, que é aquele que, um dia, decidiu experimentar a dualidade.

Certo número de fatores involutivos – mas que faziam parte da experiência da vida – foi posto em seu caminho, para permitir-lhes ir ao mais profundo de uma divisão que vocês haviam vislumbrado no momento da aceitação total de seu sacrifício.

Hoje, o sacrifício da encarnação toma fim e deve permitir-lhes reencontrar, antes de tudo, sua Unidade com o Único.
Nisso, vocês devem aceitar que tudo o que vocês veem no exterior não pode ser dicotomizado numa noção de bem ou de mal, de bom ou de mau, mas como o reflexo da Unidade.

Tão penoso que isso possa ser, através de seus sofrimentos passados, através de suas experiências, por vezes, dolorosas, cabe-lhes compreender que tudo o que vocês veem no exterior é apenas a manifestação de seu interior.

O que acontece em tal ponto do globo corresponde à tempestade que está em vocês.
O evento feliz do nascimento de uma criança no outro extremo do planeta corresponde ao nascimento de sua célula num lugar preciso de seu corpo.
Tudo o que é exterior deve reverter-se ao interior.
Tudo o que se expandiu a um dado momento, devido ao seu sacrifício, a um ponto que poderia ser extremamente afastado – seja no tempo ou no espaço – deve, o mais breve possível, agora, nesse espaço-tempo no qual vocês vivem desde tanto tempo, reverter-se à Unidade.

Ora, hoje, o meio único e essencial que lhes é dado de retornar à Unidade é, já, retornar à sua própria Unidade, ou seja, ao seu próprio centro, fazer seu tudo o que lhes parece exterior, superar, transcender tudo o que lhes parece exterior a vocês, não dar corpo ao que lhes pareceria oposto à Luz, mas compreender, mais cedo ou mais tarde, que o que vocês veem como elemento negativo representa a exteriorização do que havia em vocês.

Vai tornar-se necessário para vocês, hoje, recentrar-se, a fim de recarregar as baterias, de voltar ao seu centro Fonte.
Ora, esse centro Fonte não se situa num hipotético outro lugar.
Ele não se situa nos nossos espaços do Intraterra.
Ele não se situa num qualquer pós-vida, porque não há vida e pós-vida ou pré-vida.
Há apenas uma vida, uma e única que se desloca de acordo com vocês, de modo descontínuo, obviamente, devido à alternância de vida e de morte que vocês criaram nessa terceira dimensão de ação/reação.
Mas a vida escoa-se de modo absolutamente uno, extensivo, compressivo, ao mesmo tempo.

Tudo o que se afasta de vocês volta para vocês.
Tudo o que é vocês torna-se vocês.
Vocês são, vocês mesmos, Único.
Vocês são, vocês mesmos, filhos do Único.
Como Filhos do Único, cabe-lhes reconectar-se, a título individual, a vocês mesmos, não a vocês mesmos nesse aspecto dividido e separado de observador, que observa essa natureza, que observa os eventos como algo que não lhe concerne ou que não participa de sua própria evolução de vida, mas, independentemente de todos esses eventos, recentrarem-se em seu próprio centro Fonte.

Ora, esse centro Fonte, como eu lhes dizia, não está em outro lugar que não ao centro de vocês.
O centro de vocês é esse ponto único, esse ponto fundamental, esse ponto de reunião, de realinhamento com o Um.

Vocês são Um.
Basta-lhes aceitá-lo, postulá-lo, mesmo se o mental, mesmo se as emoções que vocês têm vivido de vida em vida tendam a dizer-lhes e a imprimir-lhes essa noção de divisão, de separação, de ruptura.

Hoje, devido aos processos energéticos, devido ao reajustamento das redes magnéticas terrestres e das redes magnéticas, simplesmente, de seu Sistema Solar, de nosso Sistema Solar, esse reajustamento de ressonância com o Sol Central da galáxia permite-lhes cruzar uma oitava, um ajustamento com sua Unidade final.
Essa Unidade final jamais os deixou, ao longo de suas peregrinações sobre esse mundo de superfície e nesta dimensão.

O que alguns de vocês, seres humanos, viveram, quando de experiências de dissociação de seu corpo físico, de acesso a essa Luz, a essa Fonte benéfica, é possível, também, em seu corpo, devido a esse reajustamento das redes magnéticas, dessa ressonância com o Sol Central.
Vocês são capazes, já desde numerosos anos – que nada são, certamente, em relação à escala de 50.000 anos – de permitirem-se ressoar com a Unidade que vocês são.
Ora, nessa noção de concordância com a Unidade não pode haver julgamentos, não pode haver dissociações, não pode haver olhares exteriorizados.
Ele se torna um olhar interior.

Convém, para isso, fazer-se amor a si mesmo, amar-se como Unidade, para reencontrar a Unidade que vocês são.

Eu não lhe pedi, caro leitor, para amar-se através de defeitos ou qualidades, através de realizações, através do que você construiu ou o que foi superado em você, mas através, realmente, da Unidade que você é, ou seja, apreciar a essência do que você é.

A essência de que você é Um, assim como você é Amor e Unidade.

A partir do momento em que você aceitar – e o mental pode, perfeitamente, soltar em relação a isso, porque o supera, de longe – não pode ser posta, em relação a essa afirmação, noção de julgamento ou de dualidade, a partir do momento em que vocês afirmam sua Unidade.
A partir do momento em que vocês afirmam sua Divindade, o mental não pode vislumbrar ser múltiplo porque, naquele momento, ele estaria no erro, e ele sabe disso.

E a condição essencial para compreender que a vida é Um e que vocês são Um é aceitar esse postulado (que seu mental, que seu estado emocional e que sua estrutura inteira aceitará): é de considerar-se como Um.
Sendo Um, não há lugar para dois.
Enquanto quando vocês decidem que são Amor, antes de passar pela Unidade, bem, seu mental vai apropriar-se dessa noção de Amor.
Ele vai transformá-la na utilização afetiva, na utilização sentimental ou mesmo de atração física, para permitir-lhes, sem parar, distanciar-se de vocês, separar e colocar-lhes atos de um julgamento dual sem fim entre o que é bem e o que é mal.
Mas, a partir do momento em que vocês afirmam, amigo leitor, sua Unidade essencial, sua Unidade indivisível da alma que vocês são, do Espírito que vocês são, da Luz que vocês são, naquele momento, ele não pode fazê-los sair dessa Unidade.
O mental é, então, obrigado a soltar, porque ele não pode mais experimentar a exteriorização da Unidade.

Convém, hoje, caro amigo leitor, que você tome consciência, que você afirme que é Um, filho de Um e filho da Unidade, que você é Um, porque você é Unidade.

A partir daquele momento, toda capacidade, toda vontade de julgamento, toda vontade de experimentação supérflua desaparecerá de você.
E, desse sentimento de Unidade, não pode nascer a divisão.
Desse sentimento de Unidade e dessa compreensão intelectual da Unidade que você é, em momento algum você poderá estar no julgamento, porque o que afasta o homem da Unidade é o julgamento, é a exteriorização, é a observação do que acontece no exterior.
Para isso, não é questão de se trancar em seu interior, de isolar-se de sua família, de isolar-se de seu trabalho, de fazer como os primeiros ascetas e ir viver nas cavernas, mas, efetivamente, por o ato fundador da nova consciência, da emergência da nova dimensão.
E o ato fundador é afirmar, totalmente, a Unidade que você É.

Eu Sou Um é, simplesmente, Eu Sou, I am, Ehieh, em hebraico, porque o Eu Sou coloca as fundações da Unidade reencontrada.
E é isso que lhe é pedido hoje, caro amigo leitor: reencontrar sua Unidade, não através de uma busca, não através de uma técnica, não através de uma compreensão, mas, unicamente, através da afirmação consciente do Eu Sou.

Estando no Eu Sou, você sai da divisão.
Você sai da experimentação da divisão e entra, enfim, na Unidade.
Você se realinha com a Fonte, com sua alma e com seu Espírito, a fim de ser, você mesmo, Único.

Nisso, a experiência que lhes é proposta para os anos que vêm, caros amigos leitores, é essencial.

Eu me dirijo do Um ao múltiplo.
Eu me dirijo ao um de vocês como à totalidade de vocês que lerão este livro.
Vocês são Um, Você é Um.
Eu Sou.

Aceitem isso.
Seu mental não pode fazer oposição a essa afirmação e ele não pode fazer construir dualidade através dessa afirmação.
O ensinamento essencial da Unidade é esse.

Progressivamente e à medida que vocês construírem, na certeza, na base de sua Unidade, a afirmação do Eu Sou Um, Eu Sou, Eu Um, progressivamente, vocês impregnarão suas estruturas celulares, genéticas, energéticas, psicológicas e espirituais dessa verdade essencial e final, que lhes permitirá elaborar as estruturas e os fundamentos da Unidade.

Permitam-me, agora, caros amigos leitores, dar-lhes um resumo, certamente histórico, mas, entretanto, útil para incitá-los a declarar essa Unidade fundamental e essencial.

Para isso, vou narrar-lhes, vou contar-lhes a história de nossa civilização, não desde sua origem (o que seria extremamente complexo, extremamente longo), mas, simplesmente, através de decisões e de modos de funcionamento que decidimos, um dia, passando sob a superfície do globo, levar a efeito, a fim de reencontrar nossa Unidade.

Isso aconteceu há extremamente muito tempo: há 320.000 anos.
A primeira decisão foi como povo delfinoide.
Nós evoluíamos, à época, como vocês hoje: distanciados, separados, na observação dessa divisão ligada à multiplicação de suas Unidades.
E, a um dado momento, nós tentamos, para alguns indivíduos, simplesmente para alguns indivíduos (nós éramos muito poucos em relação à totalidade de nossa civilização), funcionar de maneira unitária.

Nós reunimos nossos campos energéticos, nós reunimos nossas consciências, nós reunimos nossa intenção de bem, num primeiro tempo, nossa intenção de Amor.
E, a um dado momento, nós sincronizamos e harmonizamos nossas consciências.
E, nesse momento – a marcar como um momento único em nossa história de civilização, mas que vai, em breve, chegar a vocês, humanos – nós compreendíamos, nesse momento de sintonização de nossas consciências, que podíamos fusionar nossa Unidade individual com uma Unidade maior.
E, no momento em que havíamos sincronizado, de maneira formal, a Unidade de nossas irradiações, nós fomos capazes de funcionar não mais em Unidades divididas e separadas, mas como uma super Unidade.
E nós nos apercebemos, nesse espaço de tempo mágico que vivemos há mais de 320.000 anos, que fomos capazes de recriar essa Unidade através de 24 pessoas, 24 entidades individuais, 24 delfinoides que, a um dado momento, reencontraram-se por fenômenos de sincronia, por fenômenos, certamente, desejados por outros planos.

A partir do momento em que aceitamos entregar nossa Unidade a uma Unidade superior – que nada mais era do que o conjunto de nossas manifestações potenciais individuais – nós compreendemos, naquele momento abençoado do universo, que podemos funcionar sem nada perder de nossa individualidade, mas funcionar em sincronia, em sintonia.
E, a partir daquele momento, não tivemos parada a convencer todo o nosso povo.
E isso se fez pelo que vocês chamariam, hoje, ressonâncias de campos, ressonâncias mórficas.

Nós fomos extremamente contagiosos, porque havíamos conseguido, a partir daquele momento, recriar uma Unidade de natureza superior, na qual a Unidade individual não era perdida, mas, bem ao contrário, enriquecida e multiplicada pela presença de 23 outras, porque não se trata de 24 de 24 à potência 23.
Portanto, nós fomos capazes, a cada vez, de recriar núcleos de estruturas geodésicas que constituem, hoje, a própria base de nossa civilização.
Nós criamos essa Supra-Unidade através da unificação de nossos mentais e não a unificação de nossos corpos.
Através da unificação de nossas consciências, a unificação de nossas almas para uma intenção comum de manifestar a Unidade num grau superior, manifestar a Unidade num grau de coerência, não de estruturas, mas de coerência de evolução, de coerência de retorno à Unidade.

Assim, nós compreendemos, naquele momento, que podíamos viver, na condição de manter essa intenção pura porque, a partir do momento em que havíamos estabelecido esses planos de comunicação de 24 delfinoides a reunirem-se numa supra-Unidade, nós fomos capazes de funcionar de maneira coletiva, em Unidade.

Não houve perda da individualidade, mas do individualismo.
Isso é, efetivamente, diferente, porque nós nos tornamos conscientes, em nossa célula geodésica de 24 almas, de 24 consciências de um campo unificado.
Esse campo unificado tomava consciência dos 23 outros participantes e de todas as relações que se estabeleciam de um ao outro.
Isso necessitou, num primeiro tempo, um período de aprendizado, um período de compreensão de funcionamento de leis energéticas de estruturas geodésicas.

Nós ali chegamos com extrema rapidez.
Naquele momento, tornou-se evidente que, tendo encontrado nosso interior, nós não podíamos permanecer no exterior da vida, ou seja, na superfície desse globo, mesmo se estivéssemos nos elementos água e ar.
Nós pudemos migrar, de maneira consciente e voluntária, para nosso interior, o que nos fez, naturalmente, passar peneiras de transição, para as portas do Intraterra.
Nós passamos à dimensão interior e sagrada de seu planeta.
E estamos ali há 320.000 anos.
Há 320.000 anos nós somos as garantias da evolução para a sacralidade do planeta.

Assim, revelamos, progressivamente e à medida dos ciclos evolutivos, a humanidade e, desde esse período de 320.000 anos, nós já vivemos seis deles.
Seis ciclos de mais de 50.000 anos, nos quais, a cada vez, nós asseguramos a transição, a transmigração e a transmutação de almas que estavam prontas para fazer o caminho de passagem de terceira para a quinta dimensão.

Nisso, nós somos seus guardiões.
Nós somos os guardiões da Terra e os guardiões da Unidade.
Nós funcionamos de maneira coletiva.
«Nós» funcionamos, mesmo se hoje eu me exprimo em meu nome, como indivíduo chamado Ramatan, mas, obviamente, o que eu digo, o que eu escrevo, hoje, é percebido de maneira consciente por 23 outras entidades que constituem minha estrutura geodésica.

Do mesmo modo, vocês compreenderão, progressivamente e á medida dos anos, caros leitores, que lhes cabe recriar essas estruturas de sintonia e de afinidade, não através de qualquer fusão de corpos – que é apenas acessória – mas através de uma Unidade de funcionamento, uma Unidade de consciência, uma Unidade de intenção que os aproximará uns dos outros e permitir-lhes-á reencontrar-se nessa Unidade fundamental de estrutura a 24.

Apenas a partir do momento em que vocês tiverem recriado essa estrutura autêntica de 24 lados, de 24 Unidades é que seu DNA poderá, enfim, transformar-se e aceder, totalmente, à sua dimensão espiritual que corresponde a seis desdobramentos sucessivos, de maneira a conduzir ao DNA que, na partida, continha doze fitas.

Vocês estão, hoje, na fase final da divisão, na qual o DNA não possui mais do que duas fitas.
E, depois, pode haver apenas morte ou nova reascensão para fenômenos de sínteses de DNA muito mais complexas.

Aí está, amigos leitores, o que lhes cabe, hoje, realizar.

Convém-lhes, primeiramente, afirmar essa Unidade.
Eu volto nisso porque o mental não poderá dividi-los em relação a essa afirmação, porque as emoções não poderão aparecer através dessa afirmação da Unidade.
E, progressivamente e à medida que vocês se estabelecerem nessa Unidade, tornar-se-á cada vez mais fácil reencontrar outras Unidades, por ressonância, por simpatia, por ressonância de campos mórficos, obviamente, como foi o caso para nós.
E, pouco a pouco, vocês construirão estruturas, estruturas de coerência de almas, estruturas de coerência de Espíritos que serão agrupados por 24;

Quando a primeira célula de 24 Unidades indivisíveis for realizada em seu planeta, em seu mundo de superfície, naquele momento, nós poderemos construir e aceder, cada vez mais rapidamente, a um fenômeno que inúmeros autores descreveram e que vocês chamaram «a ascensão».
A ascensão é apenas um fenômeno de elevação e de redução da gravidade que é sua desde tanto tempo.

Hoje, pelo movimento dos planetas e o reajustamento das redes magnéticas planetárias e solares, o ciclo de 52.000 anos toma fim.
E, como todo ciclo que toma fim, ele deve acompanhar-se de um movimento de reversão.

Sua reversão a você vai consistir – após ter aceito ser filho de Um e, portanto, ser essa Unidade Divina indivisível – em ser capaz, através da Unidade que você é, de conectar 23 outros seres e formar uma supra-Unidade.
Naquele momento, vocês acederão ao que se chama o Supramental.
Vocês acederão ao que se chama a telepatia.
Vocês acederão ao que se chama a ressonância de simpatia dos universos iluminados, que lhes permitirá regenerar sua própria luz e tornar-se, você mesmo, essa luz, na qual a compreensão de todas as outras leis fundamentais do universo aparecer-lhe-á como evidente porque, naquele momento, você não terá que fazer intervir seu mental, mas, simplesmente, ser essas leis do universo.

Mas a primeira etapa fundamental, antes de qualquer avanço possível, antes de qualquer trabalho possível, é compreender, aceitar, afirmar, impor essa Unidade.
Não se pode impor o Amor.
Não se pode impor suas visões.
Mas pode-se impor-se a si mesmo ser Unidade, afirmar a Unidade, porque, quando vocês estão nesse estado de alinhamento, vocês serão capazes de fazer ressoar o que se aproxima dessa frequência específica que é a frequência da Unidade.

Quando vocês estiverem em afinidade de ressonância com sua própria Unidade, vocês vão sintonizar aqueles que chegaram ao mesmo estado que vocês.
E, quando vocês recriarem, de maneira não voluntária, a primeira célula de 24 Unidades indivisíveis, vocês poderão – naquele momento, e unicamente naquele momento – começar a iluminar e a compreender as outras leis do universo que seguirão, caro amigo leitor, nos outros capítulos que vão chegar na sequência.

Certamente, como eu o dizia, não é questão de técnicas, de realinhamento, de recentramento para reencontrar a Unidade.
Convém ser o Eu Sou Um e, para isso, nada mais do que levá-lo à consciência.
O mental – lembrem-se de que ele foi o principal obstáculo, mas, também, ferramenta de evolução desde 50.000 anos – deve permitir-lhes, agora, superar, através dessa afirmação, os estados emocionais que construíram desde 50.000 anos.

Esse corpo emocional – que lhes permitiu, entretanto, descobrir a beleza exterior, mas, também, as ruínas exteriores – deve ser transcendido na afirmação do Eu Sou Um, do I am, do Ehieh.

Não há lugar para a emoção, porque essa afirmação estabelece-os no instante, na exatidão do instante e o instante os faz escapar da emoção, a emoção é apenas a projeção de uma lembrança do passado ou a antecipação da projeção no futuro de um medo inexistente, sem apoio.
A emoção tira-os do instante.

Ora, quando vocês afirmam o Eu Sou, vocês estão no instante, vocês estão na Unidade do instante e da Unidade do Instante.
Nesse momento, não pode haver nem intervenção do mental nem intervenção do emocional, nem julgamento nem distância, mas vocês passam, realmente, ao mundo da hiper-sincronia e ao mundo que se chama da Fluidez da Unidade.

Na Fluidez da Unidade não há lugar para outra coisa que não a Unidade que vocês são.
Não há lugar, progressivamente e à medida do estabelecimento nesse estado, para as projeções ou os medos.
Não há lugar para as faltas.
Não há lugar para a cólera.
Não há lugar para o prazer.
Não há lugar para a tristeza.
Não há lugar para o medo.
Há lugar, apenas, para o que vocês são.
Nisso, eu os engajo a afirmar e a reafirmar, a cada sopro que os anima, sua Unidade.
Vocês são Filhos de Um, Filhos da Lei de Um.
E vocês são Um, porque a vida é Um.
Eu falei.


Exercício prático: Eu sou Um

Como estabelecer essa certeza e essa verdade que é: Eu Sou Um?

Bem, como eu dizia precedentemente, isso é, primeiro, uma afirmação consciente (em voz alta ou sem linguagem), mas é uma afirmação em sua consciência.

Assim, a partir de seu acordar, convém afirmar essa realidade, essa verdade final: Eu Sou Um.
E, à noite, no momento em que você vai dormir, convém repetir: Eu Sou Um.

Paralelamente a essa afirmação consciente, convém, também, para afirmar essa Unidade, religar-se à sua Fonte.
E, para isso, eu lhe proponho algo de extremamente simples, que você pode pensar, imaginar ou visualizar ou, simplesmente, conceitualizar.
Basta-lhe, para isso, afirmando essa frase (Eu Sou Um), imaginar, visualizar ou conceitualizar um cristal extremamente luminoso, um cristal de rocha que está situado a um metro acima da cabeça e levar sua consciência acima, afirmando Eu Sou Um.
E repetir o mesmo processo a um metro abaixo de cada um de seus pés: imaginar que ali se encontra um cristal extremamente luminoso (pé direito e, depois, pé esquerdo) e afirmar Eu Sou Um, imaginando e visualizando esse cristal a um metro abaixo de seu pé direito e, em seguida, a um metro abaixo de seu pé esquerdo.
Assim, portanto, você está religado em três pontos, a três cristais Fonte, a um metro acima da cabeça e a um metro abaixo sob cada pé.

Após ter afirmado três vezes «Eu Sou Um», convém focalizar-se, aportar sua consciência, inteiramente, ao centro de seu ser, no meio do peito, no coração espiritual, e, aí, afirmar «Eu Sou Um».

Você ficará surpreso, amigo leitor, de constatar, muito rapidamente, que você sente os pontos de vibração, não em seu corpo, não em seu ovo etéreo, em sua aura etérea ou em seu ovo astral, mas, efetivamente, nesses pontos de vibrações situados a um metro acima e abaixo de você.
E que, a partir do momento em que esses pontos de vibrações se põem a ser percebidos, eles ativam o ponto ao centro de seu ser, no qual você levou sua consciência.

Num primeiro tempo, eu sugiro, amigo leitor, não embaraçar-se com essa técnica, mas, simplesmente, afirmar, logo que acorde «Eu Sou Um», do mesmo modo afirmar, à noite, no momento de seu adormecimento «Eu Sou Um».
E, ao final de um lapso de tempo, que será variável conforme seu sentir, seu próprio modo de funcionamento e suas próprias transformações que você não tardará a constatar, começar, primeiro, a focalização de consciência a um metro acima da cabeça, afirmando «Eu Sou Um».
E, num terceiro tempo, levar sua focalização ao mesmo tempo acima da cabeça e sobre esse ponto abaixo do pé direito.
E, num quarto tempo, aportar a focalização de consciência, ao mesmo tempo, acima da cabeça, abaixo do pé direito, abaixo do pé esquerdo.
E, enfim, num quinto e último tempo, afirmar essa mesma ligação ao centro Fonte, no coração de seu ser espiritual, no meio de seu peito.
Naquele momento, você se tornará apto a compreender e a viver as outras dimensões do coração.


Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

http://minhamestria.blogspot.com

Juntos, unidos e Divinos
Caro amigo leitor, vamos, agora, tentar fazê-lo entrar na única verdade, a mais profunda de tudo o que constitui os fenômenos correspondentes ao vivente.
A vida é Um, não uma, mas Um, porque tudo procede da Unidade.
Tudo volta à Unidade.
E tudo é manifestação da Unidade.

Apenas o olhar da consciência é que se desloca e que pode, em alguns períodos de sua própria manifestação, vislumbrar a noção de algo de diversificado e de dividido que possa apagar, por um momento e por um tempo unicamente, a noção de Um.

É necessário, efetivamente, compreender que o universo e os universos, em todas as suas manifestações e em todas as suas dimensões, corresponderiam, em sua linguagem, a um ponto.
E esse ponto, traçado sobre o papel, seria um ponto de onde tudo provém e para onde tudo volta.
E que os pontos criados a partir desse ponto são apenas a multiplicação do primeiro ponto inicial.
Nesse sentido, vocês são Um.
Nós somos Um com vocês.
E vocês são Um com o grande Um.
E vocês são Um com a Unidade.
E vocês são Um com o Divino.

Vocês fazem parte da Unidade.
Vocês fazem parte do Um.
Vocês são os filhos da Lei de Um, assim como nós somos Um em Cristo.

De fato, o maior neófito que levou seu planeta a dizer, um dia: «O que vocês fazem ao menor de vocês, é a mim que vocês o fazem».
O que vocês fazem à menor manifestação da vida corresponde ao que vocês fazem a mim e, portanto, a vocês mesmos.

De fato, só a consciência, hoje, através de esquemas que vocês construíram desde mais de 50.000 anos os faz vislumbrar a diversidade e a multiplicidade da vida como algo de exterior a vocês.

Ora, tudo o que vocês podem observar, o que eu lhes peço para aceitar, tudo o que vocês podem observar no exterior de vocês é apenas o reflexo do que está em seu interior.
De fato, aqui se situa o milagre do Um, da Unidade e o milagre da Divindade.
Tudo o que é um processo exteriorizado, tanto da compreensão mental como ao nível da observação visual, sonora, auditiva, conforme seus cinco sentidos e conforme outros sentidos que existem em outras dimensões, tudo o que é captado pelo fenômeno da consciência é apenas uma exteriorização do que está no interior de vocês, do que vocês são e do que vocês são em relação ao Um.

Você é um filho do Um e, como filho do Um, você tem, em si, tanto o Um como todas as outras formas de vida, manifestadas ou não manifestadas, sensíveis ou suprassensíveis.

Convém impregnar-se dessa verdade final porque, em definitivo, quando seu grande neófito dizia: «Eu sou o alfa e o ômega», Ele participava da mesma iniciativa de criação.
Ele era, ao mesmo tempo, a Fonte de partida e a Fonte de chegada.
Ele estava presente, por Sua essência, em todas as outras essências.
Ele estava presente, por sua consciência, em todas as consciências manifestadas e não manifestadas.
Convém aceitar isso como um postulado de partida.

A vida é Um.
As manifestações da vida, tanto o desenvolvimento da multiplicidade, o desenvolvimento da aparente divisão, fizeram apenas enriquecer a experiência do Um, de maneira a multiplicar ao indefinido a imagem do Um.
Assim, você deve conceber, você mesmo, como uma Unidade, como um filho da Lei de Um.

Cada uma de suas células está religada às outras células de seu corpo.
Cada molécula está religada às outras moléculas de seu corpo.
Cada hormônio presente num lugar de seu corpo não pode ser dissociado de sua Unidade.
Do mesmo modo, os corpos constituintes dos universos, dos sóis, dos planetas, das supernovas, dos buracos negros, e assim por diante, não podem ser dissociados do ponto único que se chama Fonte.

Como Fonte e filho da Fonte, você participa da multiplicidade da Unidade, da manifestação da multiplicidade da Unidade.
Como tal, você é, realmente, Um, e você é, realmente, Divino.
Mesmo a Lei de Amor, a Lei de simpatia, mesmo o mínimo evento que sobrevenha ao mundo sensível ou suprassensível pode apenas revelar, ao final, o que é essa Lei de Um.
A Lei de Um exprime isso.

Como ela havia sido compreendida nos tempos extremamente antigos, por nosso povo, que aceitou, contrariamente a você, em tempos extremamente antigos, de nos juntarmos à Unidade da Unidade, a fim de tornar-nos Um, a título coletivo, a fim de entrar na sacralidade do planeta, ou seja, em seu interior.
Vocês que estão aqui, sobre esta Terra, aceitaram o jogo do afastamento da Fonte, a fim de viver a experiência da multiplicação da Unidade, da multiplicação de vidas e da multiplicação de consciências.
Assim foi seu livre arbítrio, sua liberdade fundamental atribuída pela Unidade.
Vocês trabalharam, vocês se afastaram da Fonte, ao mesmo tempo desenvolvendo conceitos, ideias, mundos, civilizações, filhos, uniões, relações, emoções.
Tudo o que pode estar em relação com o afastamento da Fonte.

Mas, fundamentalmente, vocês perderam de vista, perderam da consciência, que vocês faziam Um com a Fonte.
Hoje, nessa grande reversão que se anuncia para os próximos anos, é-lhes pedido retomar contato com a Fonte que vocês são, retomar contato com a realidade que vocês são.
Essa realidade é, obviamente, Amor.
Mas, antes de compreender o jogo do Amor e o jogo da atração e da compreensão e da expansão, convém admitir, fundamentalmente, que vocês são Um com o conjunto da manifestação da vida, tanto nesse mundo como em outros mundos, que tudo procede e que tudo volta à Unidade que vocês são, fundamentalmente.

Assim, essa perspectiva de ponto único obriga-os a conceber que o que é exterior é interior a vocês e que o que vocês fazem à mínima parcela de vida, vocês o fazem a vocês mesmos, realmente, totalmente e em toda Unidade.
Isso se deformou, progressivamente e à medida das civilizações que recobriram e povoaram a superfície desta Terra, através de modelos religiosos, através de modelos filosóficos.
Vocês vieram estabelecer uma Lei de ação/reação, de maneira a construir sistemas cada vez mais complexos, sistemas cada vez mais elaborados de vidas e de manifestações que, pouco a pouco, progressivamente e à medida das dezenas de milhares de anos que escoaram, fizeram de modo a que sua alma fosse recoberta de certo número de experiências exteriores a vocês mesmos.
Experiências interiores e exteriores que conduziram a fazer o que vocês são hoje.

Entretanto, como a cada 52.000 anos, chegou o tempo de fazer o retorno à Fonte, de fazer o retorno à Unidade.
Primeiramente, na compreensão do que vocês são, na compreensão de sua ligação, de sua Unidade com o Um.
Cada ser que vive sobre este planeta, amigo leitor, é Um, como você.
Você tem em face de si, além das imagens e das aparências construídas pelos milênios passados na superfície deste planeta, apenas uma manifestação da Unidade perdida.

Ora, chega um momento em que, à força de multiplicar a experiência ao infinito, ou mesmo ao indefinido, chega um momento em que algumas Unidades de vida perdem consciência, totalmente, de sua ligação à Fonte e chegam a conceber a ilusão da vida como a realidade final.
Ora, a realidade não pode fazer parte da ilusão.
Sua vida é ilusão, mesmo que seja única, porque uma é importante aos olhos da Fonte, porque cada Fonte, aos olhos da Fonte, é importante.
Cada unidade indivisível faz parte da Unidade, em sua divisão.

Vocês devem compreender e aceitar isso como um postulado essencial e fundamental.
Da mesma célula original nasceu o conjunto da humanidade.
Do DNA comum da raça humana procede um único DNA, que é aquele que, um dia, decidiu experimentar a dualidade.

Certo número de fatores involutivos – mas que faziam parte da experiência da vida – foi posto em seu caminho, para permitir-lhes ir ao mais profundo de uma divisão que vocês haviam vislumbrado no momento da aceitação total de seu sacrifício.

Hoje, o sacrifício da encarnação toma fim e deve permitir-lhes reencontrar, antes de tudo, sua Unidade com o Único.
Nisso, vocês devem aceitar que tudo o que vocês veem no exterior não pode ser dicotomizado numa noção de bem ou de mal, de bom ou de mau, mas como o reflexo da Unidade.

Tão penoso que isso possa ser, através de seus sofrimentos passados, através de suas experiências, por vezes, dolorosas, cabe-lhes compreender que tudo o que vocês veem no exterior é apenas a manifestação de seu interior.

O que acontece em tal ponto do globo corresponde à tempestade que está em vocês.
O evento feliz do nascimento de uma criança no outro extremo do planeta corresponde ao nascimento de sua célula num lugar preciso de seu corpo.
Tudo o que é exterior deve reverter-se ao interior.
Tudo o que se expandiu a um dado momento, devido ao seu sacrifício, a um ponto que poderia ser extremamente afastado – seja no tempo ou no espaço – deve, o mais breve possível, agora, nesse espaço-tempo no qual vocês vivem desde tanto tempo, reverter-se à Unidade.

Ora, hoje, o meio único e essencial que lhes é dado de retornar à Unidade é, já, retornar à sua própria Unidade, ou seja, ao seu próprio centro, fazer seu tudo o que lhes parece exterior, superar, transcender tudo o que lhes parece exterior a vocês, não dar corpo ao que lhes pareceria oposto à Luz, mas compreender, mais cedo ou mais tarde, que o que vocês veem como elemento negativo representa a exteriorização do que havia em vocês.

Vai tornar-se necessário para vocês, hoje, recentrar-se, a fim de recarregar as baterias, de voltar ao seu centro Fonte.
Ora, esse centro Fonte não se situa num hipotético outro lugar.
Ele não se situa nos nossos espaços do Intraterra.
Ele não se situa num qualquer pós-vida, porque não há vida e pós-vida ou pré-vida.
Há apenas uma vida, uma e única que se desloca de acordo com vocês, de modo descontínuo, obviamente, devido à alternância de vida e de morte que vocês criaram nessa terceira dimensão de ação/reação.
Mas a vida escoa-se de modo absolutamente uno, extensivo, compressivo, ao mesmo tempo.

Tudo o que se afasta de vocês volta para vocês.
Tudo o que é vocês torna-se vocês.
Vocês são, vocês mesmos, Único.
Vocês são, vocês mesmos, filhos do Único.
Como Filhos do Único, cabe-lhes reconectar-se, a título individual, a vocês mesmos, não a vocês mesmos nesse aspecto dividido e separado de observador, que observa essa natureza, que observa os eventos como algo que não lhe concerne ou que não participa de sua própria evolução de vida, mas, independentemente de todos esses eventos, recentrarem-se em seu próprio centro Fonte.

Ora, esse centro Fonte, como eu lhes dizia, não está em outro lugar que não ao centro de vocês.
O centro de vocês é esse ponto único, esse ponto fundamental, esse ponto de reunião, de realinhamento com o Um.

Vocês são Um.
Basta-lhes aceitá-lo, postulá-lo, mesmo se o mental, mesmo se as emoções que vocês têm vivido de vida em vida tendam a dizer-lhes e a imprimir-lhes essa noção de divisão, de separação, de ruptura.

Hoje, devido aos processos energéticos, devido ao reajustamento das redes magnéticas terrestres e das redes magnéticas, simplesmente, de seu Sistema Solar, de nosso Sistema Solar, esse reajustamento de ressonância com o Sol Central da galáxia permite-lhes cruzar uma oitava, um ajustamento com sua Unidade final.
Essa Unidade final jamais os deixou, ao longo de suas peregrinações sobre esse mundo de superfície e nesta dimensão.

O que alguns de vocês, seres humanos, viveram, quando de experiências de dissociação de seu corpo físico, de acesso a essa Luz, a essa Fonte benéfica, é possível, também, em seu corpo, devido a esse reajustamento das redes magnéticas, dessa ressonância com o Sol Central.
Vocês são capazes, já desde numerosos anos – que nada são, certamente, em relação à escala de 50.000 anos – de permitirem-se ressoar com a Unidade que vocês são.
Ora, nessa noção de concordância com a Unidade não pode haver julgamentos, não pode haver dissociações, não pode haver olhares exteriorizados.
Ele se torna um olhar interior.

Convém, para isso, fazer-se amor a si mesmo, amar-se como Unidade, para reencontrar a Unidade que vocês são.

Eu não lhe pedi, caro leitor, para amar-se através de defeitos ou qualidades, através de realizações, através do que você construiu ou o que foi superado em você, mas através, realmente, da Unidade que você é, ou seja, apreciar a essência do que você é.

A essência de que você é Um, assim como você é Amor e Unidade.

A partir do momento em que você aceitar – e o mental pode, perfeitamente, soltar em relação a isso, porque o supera, de longe – não pode ser posta, em relação a essa afirmação, noção de julgamento ou de dualidade, a partir do momento em que vocês afirmam sua Unidade.
A partir do momento em que vocês afirmam sua Divindade, o mental não pode vislumbrar ser múltiplo porque, naquele momento, ele estaria no erro, e ele sabe disso.

E a condição essencial para compreender que a vida é Um e que vocês são Um é aceitar esse postulado (que seu mental, que seu estado emocional e que sua estrutura inteira aceitará): é de considerar-se como Um.
Sendo Um, não há lugar para dois.
Enquanto quando vocês decidem que são Amor, antes de passar pela Unidade, bem, seu mental vai apropriar-se dessa noção de Amor.
Ele vai transformá-la na utilização afetiva, na utilização sentimental ou mesmo de atração física, para permitir-lhes, sem parar, distanciar-se de vocês, separar e colocar-lhes atos de um julgamento dual sem fim entre o que é bem e o que é mal.
Mas, a partir do momento em que vocês afirmam, amigo leitor, sua Unidade essencial, sua Unidade indivisível da alma que vocês são, do Espírito que vocês são, da Luz que vocês são, naquele momento, ele não pode fazê-los sair dessa Unidade.
O mental é, então, obrigado a soltar, porque ele não pode mais experimentar a exteriorização da Unidade.

Convém, hoje, caro amigo leitor, que você tome consciência, que você afirme que é Um, filho de Um e filho da Unidade, que você é Um, porque você é Unidade.

A partir daquele momento, toda capacidade, toda vontade de julgamento, toda vontade de experimentação supérflua desaparecerá de você.
E, desse sentimento de Unidade, não pode nascer a divisão.
Desse sentimento de Unidade e dessa compreensão intelectual da Unidade que você é, em momento algum você poderá estar no julgamento, porque o que afasta o homem da Unidade é o julgamento, é a exteriorização, é a observação do que acontece no exterior.
Para isso, não é questão de se trancar em seu interior, de isolar-se de sua família, de isolar-se de seu trabalho, de fazer como os primeiros ascetas e ir viver nas cavernas, mas, efetivamente, por o ato fundador da nova consciência, da emergência da nova dimensão.
E o ato fundador é afirmar, totalmente, a Unidade que você É.

Eu Sou Um é, simplesmente, Eu Sou, I am, Ehieh, em hebraico, porque o Eu Sou coloca as fundações da Unidade reencontrada.
E é isso que lhe é pedido hoje, caro amigo leitor: reencontrar sua Unidade, não através de uma busca, não através de uma técnica, não através de uma compreensão, mas, unicamente, através da afirmação consciente do Eu Sou.

Estando no Eu Sou, você sai da divisão.
Você sai da experimentação da divisão e entra, enfim, na Unidade.
Você se realinha com a Fonte, com sua alma e com seu Espírito, a fim de ser, você mesmo, Único.

Nisso, a experiência que lhes é proposta para os anos que vêm, caros amigos leitores, é essencial.

Eu me dirijo do Um ao múltiplo.
Eu me dirijo ao um de vocês como à totalidade de vocês que lerão este livro.
Vocês são Um, Você é Um.
Eu Sou.

Aceitem isso.
Seu mental não pode fazer oposição a essa afirmação e ele não pode fazer construir dualidade através dessa afirmação.
O ensinamento essencial da Unidade é esse.

Progressivamente e à medida que vocês construírem, na certeza, na base de sua Unidade, a afirmação do Eu Sou Um, Eu Sou, Eu Um, progressivamente, vocês impregnarão suas estruturas celulares, genéticas, energéticas, psicológicas e espirituais dessa verdade essencial e final, que lhes permitirá elaborar as estruturas e os fundamentos da Unidade.

Permitam-me, agora, caros amigos leitores, dar-lhes um resumo, certamente histórico, mas, entretanto, útil para incitá-los a declarar essa Unidade fundamental e essencial.

Para isso, vou narrar-lhes, vou contar-lhes a história de nossa civilização, não desde sua origem (o que seria extremamente complexo, extremamente longo), mas, simplesmente, através de decisões e de modos de funcionamento que decidimos, um dia, passando sob a superfície do globo, levar a efeito, a fim de reencontrar nossa Unidade.

Isso aconteceu há extremamente muito tempo: há 320.000 anos.
A primeira decisão foi como povo delfinoide.
Nós evoluíamos, à época, como vocês hoje: distanciados, separados, na observação dessa divisão ligada à multiplicação de suas Unidades.
E, a um dado momento, nós tentamos, para alguns indivíduos, simplesmente para alguns indivíduos (nós éramos muito poucos em relação à totalidade de nossa civilização), funcionar de maneira unitária.

Nós reunimos nossos campos energéticos, nós reunimos nossas consciências, nós reunimos nossa intenção de bem, num primeiro tempo, nossa intenção de Amor.
E, a um dado momento, nós sincronizamos e harmonizamos nossas consciências.
E, nesse momento – a marcar como um momento único em nossa história de civilização, mas que vai, em breve, chegar a vocês, humanos – nós compreendíamos, nesse momento de sintonização de nossas consciências, que podíamos fusionar nossa Unidade individual com uma Unidade maior.
E, no momento em que havíamos sincronizado, de maneira formal, a Unidade de nossas irradiações, nós fomos capazes de funcionar não mais em Unidades divididas e separadas, mas como uma super Unidade.
E nós nos apercebemos, nesse espaço de tempo mágico que vivemos há mais de 320.000 anos, que fomos capazes de recriar essa Unidade através de 24 pessoas, 24 entidades individuais, 24 delfinoides que, a um dado momento, reencontraram-se por fenômenos de sincronia, por fenômenos, certamente, desejados por outros planos.

A partir do momento em que aceitamos entregar nossa Unidade a uma Unidade superior – que nada mais era do que o conjunto de nossas manifestações potenciais individuais – nós compreendemos, naquele momento abençoado do universo, que podemos funcionar sem nada perder de nossa individualidade, mas funcionar em sincronia, em sintonia.
E, a partir daquele momento, não tivemos parada a convencer todo o nosso povo.
E isso se fez pelo que vocês chamariam, hoje, ressonâncias de campos, ressonâncias mórficas.

Nós fomos extremamente contagiosos, porque havíamos conseguido, a partir daquele momento, recriar uma Unidade de natureza superior, na qual a Unidade individual não era perdida, mas, bem ao contrário, enriquecida e multiplicada pela presença de 23 outras, porque não se trata de 24 de 24 à potência 23.
Portanto, nós fomos capazes, a cada vez, de recriar núcleos de estruturas geodésicas que constituem, hoje, a própria base de nossa civilização.
Nós criamos essa Supra-Unidade através da unificação de nossos mentais e não a unificação de nossos corpos.
Através da unificação de nossas consciências, a unificação de nossas almas para uma intenção comum de manifestar a Unidade num grau superior, manifestar a Unidade num grau de coerência, não de estruturas, mas de coerência de evolução, de coerência de retorno à Unidade.

Assim, nós compreendemos, naquele momento, que podíamos viver, na condição de manter essa intenção pura porque, a partir do momento em que havíamos estabelecido esses planos de comunicação de 24 delfinoides a reunirem-se numa supra-Unidade, nós fomos capazes de funcionar de maneira coletiva, em Unidade.

Não houve perda da individualidade, mas do individualismo.
Isso é, efetivamente, diferente, porque nós nos tornamos conscientes, em nossa célula geodésica de 24 almas, de 24 consciências de um campo unificado.
Esse campo unificado tomava consciência dos 23 outros participantes e de todas as relações que se estabeleciam de um ao outro.
Isso necessitou, num primeiro tempo, um período de aprendizado, um período de compreensão de funcionamento de leis energéticas de estruturas geodésicas.

Nós ali chegamos com extrema rapidez.
Naquele momento, tornou-se evidente que, tendo encontrado nosso interior, nós não podíamos permanecer no exterior da vida, ou seja, na superfície desse globo, mesmo se estivéssemos nos elementos água e ar.
Nós pudemos migrar, de maneira consciente e voluntária, para nosso interior, o que nos fez, naturalmente, passar peneiras de transição, para as portas do Intraterra.
Nós passamos à dimensão interior e sagrada de seu planeta.
E estamos ali há 320.000 anos.
Há 320.000 anos nós somos as garantias da evolução para a sacralidade do planeta.

Assim, revelamos, progressivamente e à medida dos ciclos evolutivos, a humanidade e, desde esse período de 320.000 anos, nós já vivemos seis deles.
Seis ciclos de mais de 50.000 anos, nos quais, a cada vez, nós asseguramos a transição, a transmigração e a transmutação de almas que estavam prontas para fazer o caminho de passagem de terceira para a quinta dimensão.

Nisso, nós somos seus guardiões.
Nós somos os guardiões da Terra e os guardiões da Unidade.
Nós funcionamos de maneira coletiva.
«Nós» funcionamos, mesmo se hoje eu me exprimo em meu nome, como indivíduo chamado Ramatan, mas, obviamente, o que eu digo, o que eu escrevo, hoje, é percebido de maneira consciente por 23 outras entidades que constituem minha estrutura geodésica.

Do mesmo modo, vocês compreenderão, progressivamente e á medida dos anos, caros leitores, que lhes cabe recriar essas estruturas de sintonia e de afinidade, não através de qualquer fusão de corpos – que é apenas acessória – mas através de uma Unidade de funcionamento, uma Unidade de consciência, uma Unidade de intenção que os aproximará uns dos outros e permitir-lhes-á reencontrar-se nessa Unidade fundamental de estrutura a 24.

Apenas a partir do momento em que vocês tiverem recriado essa estrutura autêntica de 24 lados, de 24 Unidades é que seu DNA poderá, enfim, transformar-se e aceder, totalmente, à sua dimensão espiritual que corresponde a seis desdobramentos sucessivos, de maneira a conduzir ao DNA que, na partida, continha doze fitas.

Vocês estão, hoje, na fase final da divisão, na qual o DNA não possui mais do que duas fitas.
E, depois, pode haver apenas morte ou nova reascensão para fenômenos de sínteses de DNA muito mais complexas.

Aí está, amigos leitores, o que lhes cabe, hoje, realizar.

Convém-lhes, primeiramente, afirmar essa Unidade.
Eu volto nisso porque o mental não poderá dividi-los em relação a essa afirmação, porque as emoções não poderão aparecer através dessa afirmação da Unidade.
E, progressivamente e à medida que vocês se estabelecerem nessa Unidade, tornar-se-á cada vez mais fácil reencontrar outras Unidades, por ressonância, por simpatia, por ressonância de campos mórficos, obviamente, como foi o caso para nós.
E, pouco a pouco, vocês construirão estruturas, estruturas de coerência de almas, estruturas de coerência de Espíritos que serão agrupados por 24;

Quando a primeira célula de 24 Unidades indivisíveis for realizada em seu planeta, em seu mundo de superfície, naquele momento, nós poderemos construir e aceder, cada vez mais rapidamente, a um fenômeno que inúmeros autores descreveram e que vocês chamaram «a ascensão».
A ascensão é apenas um fenômeno de elevação e de redução da gravidade que é sua desde tanto tempo.

Hoje, pelo movimento dos planetas e o reajustamento das redes magnéticas planetárias e solares, o ciclo de 52.000 anos toma fim.
E, como todo ciclo que toma fim, ele deve acompanhar-se de um movimento de reversão.

Sua reversão a você vai consistir – após ter aceito ser filho de Um e, portanto, ser essa Unidade Divina indivisível – em ser capaz, através da Unidade que você é, de conectar 23 outros seres e formar uma supra-Unidade.
Naquele momento, vocês acederão ao que se chama o Supramental.
Vocês acederão ao que se chama a telepatia.
Vocês acederão ao que se chama a ressonância de simpatia dos universos iluminados, que lhes permitirá regenerar sua própria luz e tornar-se, você mesmo, essa luz, na qual a compreensão de todas as outras leis fundamentais do universo aparecer-lhe-á como evidente porque, naquele momento, você não terá que fazer intervir seu mental, mas, simplesmente, ser essas leis do universo.

Mas a primeira etapa fundamental, antes de qualquer avanço possível, antes de qualquer trabalho possível, é compreender, aceitar, afirmar, impor essa Unidade.
Não se pode impor o Amor.
Não se pode impor suas visões.
Mas pode-se impor-se a si mesmo ser Unidade, afirmar a Unidade, porque, quando vocês estão nesse estado de alinhamento, vocês serão capazes de fazer ressoar o que se aproxima dessa frequência específica que é a frequência da Unidade.

Quando vocês estiverem em afinidade de ressonância com sua própria Unidade, vocês vão sintonizar aqueles que chegaram ao mesmo estado que vocês.
E, quando vocês recriarem, de maneira não voluntária, a primeira célula de 24 Unidades indivisíveis, vocês poderão – naquele momento, e unicamente naquele momento – começar a iluminar e a compreender as outras leis do universo que seguirão, caro amigo leitor, nos outros capítulos que vão chegar na sequência.

Certamente, como eu o dizia, não é questão de técnicas, de realinhamento, de recentramento para reencontrar a Unidade.
Convém ser o Eu Sou Um e, para isso, nada mais do que levá-lo à consciência.
O mental – lembrem-se de que ele foi o principal obstáculo, mas, também, ferramenta de evolução desde 50.000 anos – deve permitir-lhes, agora, superar, através dessa afirmação, os estados emocionais que construíram desde 50.000 anos.

Esse corpo emocional – que lhes permitiu, entretanto, descobrir a beleza exterior, mas, também, as ruínas exteriores – deve ser transcendido na afirmação do Eu Sou Um, do I am, do Ehieh.

Não há lugar para a emoção, porque essa afirmação estabelece-os no instante, na exatidão do instante e o instante os faz escapar da emoção, a emoção é apenas a projeção de uma lembrança do passado ou a antecipação da projeção no futuro de um medo inexistente, sem apoio.
A emoção tira-os do instante.

Ora, quando vocês afirmam o Eu Sou, vocês estão no instante, vocês estão na Unidade do instante e da Unidade do Instante.
Nesse momento, não pode haver nem intervenção do mental nem intervenção do emocional, nem julgamento nem distância, mas vocês passam, realmente, ao mundo da hiper-sincronia e ao mundo que se chama da Fluidez da Unidade.

Na Fluidez da Unidade não há lugar para outra coisa que não a Unidade que vocês são.
Não há lugar, progressivamente e à medida do estabelecimento nesse estado, para as projeções ou os medos.
Não há lugar para as faltas.
Não há lugar para a cólera.
Não há lugar para o prazer.
Não há lugar para a tristeza.
Não há lugar para o medo.
Há lugar, apenas, para o que vocês são.
Nisso, eu os engajo a afirmar e a reafirmar, a cada sopro que os anima, sua Unidade.
Vocês são Filhos de Um, Filhos da Lei de Um.
E vocês são Um, porque a vida é Um.
Eu falei.


Exercício prático: Eu sou Um

Como estabelecer essa certeza e essa verdade que é: Eu Sou Um?

Bem, como eu dizia precedentemente, isso é, primeiro, uma afirmação consciente (em voz alta ou sem linguagem), mas é uma afirmação em sua consciência.

Assim, a partir de seu acordar, convém afirmar essa realidade, essa verdade final: Eu Sou Um.
E, à noite, no momento em que você vai dormir, convém repetir: Eu Sou Um.

Paralelamente a essa afirmação consciente, convém, também, para afirmar essa Unidade, religar-se à sua Fonte.
E, para isso, eu lhe proponho algo de extremamente simples, que você pode pensar, imaginar ou visualizar ou, simplesmente, conceitualizar.
Basta-lhe, para isso, afirmando essa frase (Eu Sou Um), imaginar, visualizar ou conceitualizar um cristal extremamente luminoso, um cristal de rocha que está situado a um metro acima da cabeça e levar sua consciência acima, afirmando Eu Sou Um.
E repetir o mesmo processo a um metro abaixo de cada um de seus pés: imaginar que ali se encontra um cristal extremamente luminoso (pé direito e, depois, pé esquerdo) e afirmar Eu Sou Um, imaginando e visualizando esse cristal a um metro abaixo de seu pé direito e, em seguida, a um metro abaixo de seu pé esquerdo.
Assim, portanto, você está religado em três pontos, a três cristais Fonte, a um metro acima da cabeça e a um metro abaixo sob cada pé.

Após ter afirmado três vezes «Eu Sou Um», convém focalizar-se, aportar sua consciência, inteiramente, ao centro de seu ser, no meio do peito, no coração espiritual, e, aí, afirmar «Eu Sou Um».

Você ficará surpreso, amigo leitor, de constatar, muito rapidamente, que você sente os pontos de vibração, não em seu corpo, não em seu ovo etéreo, em sua aura etérea ou em seu ovo astral, mas, efetivamente, nesses pontos de vibrações situados a um metro acima e abaixo de você.
E que, a partir do momento em que esses pontos de vibrações se põem a ser percebidos, eles ativam o ponto ao centro de seu ser, no qual você levou sua consciência.

Num primeiro tempo, eu sugiro, amigo leitor, não embaraçar-se com essa técnica, mas, simplesmente, afirmar, logo que acorde «Eu Sou Um», do mesmo modo afirmar, à noite, no momento de seu adormecimento «Eu Sou Um».
E, ao final de um lapso de tempo, que será variável conforme seu sentir, seu próprio modo de funcionamento e suas próprias transformações que você não tardará a constatar, começar, primeiro, a focalização de consciência a um metro acima da cabeça, afirmando «Eu Sou Um».
E, num terceiro tempo, levar sua focalização ao mesmo tempo acima da cabeça e sobre esse ponto abaixo do pé direito.
E, num quarto tempo, aportar a focalização de consciência, ao mesmo tempo, acima da cabeça, abaixo do pé direito, abaixo do pé esquerdo.
E, enfim, num quinto e último tempo, afirmar essa mesma ligação ao centro Fonte, no coração de seu ser espiritual, no meio de seu peito.
Naquele momento, você se tornará apto a compreender e a viver as outras dimensões do coração.


Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

http://minhamestria.blogspot.com

PRÓLOGO: DA DIVISÃO À DIVINDADE - A HUMANIDADE QUE COMEÇA


Bem, caro amigo leitor, antes de entrar e de acompanhá-lo no coração e no espírito desse livro, gostaríamos, inicialmente, em nome da junta governativa que representamos, dar-lhe certo número de informações não transformadoras, nesse prólogo, mas em relação com fatos históricos importantes quanto à sua filiação, mas, também, quanto à nossa filiação.
Seu maior neófito sobre a Terra disse: «há numerosas moradas na casa do Pai».
Efetivamente, mas essas numerosas moradas participam, todas, sem exceção, da mesma filiação de Unidade de Divindade.

De fato, quaisquer que sejam as formas manifestadas de vida, seja em seu mundo de superfície, seja no que você chama os planos sutis ou, ainda, nos planos espirituais ou nos planos do Intraterra ou, também, em outras galáxias, em outros universos ou em outras constelações, essas numerosas moradas, que são em número indefinido, possuem, todas, habitantes que têm a mesma filiação, a mesma Unicidade de evolução, de potencialidades e de evolução.

Apenas a separatividade de alguns planos o fez ver, com seu olhar crítico de terceira dimensão, alguns elementos vivos como podendo não pertencer ao plano da Unidade e da Divindade.
Mas, entretanto, você deve compreender, caro leitor, que absolutamente toda criação e toda a vida, toda consciência é parte indivisível da Unidade fundamental da vida e da manifestação da expansão/contração do Divino.

Partindo disso, é extremamente importante, sobretudo para os eventos e as manifestações que devem advir à superfície de nosso globo, que é também o seu, que você não seja surpreendido pelas manifestações de vida que poderão aparecer nos anos a vir.
É necessário, entretanto, compreender que, nessas consciências que vão manifestar-se a você, há as que estão em fase de contração, há as que estão em fase de expansão, há as que estão em fase de divisão ainda mais avançada que sua humanidade de superfície, e há outras que estão em fase muito mais avançada para o retorno à famosa Fonte.

Entretanto, as forças a que vocês chamam involutivas, diabólicas, separadas, reptilianas, e eu passo os qualificativos e os adjetivos que vocês empregam para nomear essas forças, fazem parte, também, da criação de Deus.
Mesmo, amigo leitor, se elas o saibam ainda menos do que você, elas foram ainda mais longe do que você nos caminhos da divisão, nos caminhos da separação e nos caminhos da negação do Divino.

Entretanto, toda consciência, mesmo a mais sombria, possui, em si, essa semente de Luz.
Mas pertence ao seu caminho, à sua consciência não julgar, mas, fazer as boas escolhas quanto ao que você desejará seguir, tanto como entidade como ensinamento.

Você está pronto para retornar à Fonte ou você ainda está no caminho de divisão?
Você ainda está no caminho de experiências, de separatividade?

Sua liberdade, caro amigo, é total.
Cabe a você decidir, total e livremente se, a partir de hoje, você aceita fazer o retorno, tal o Filho pródigo, para a Fonte ou se você ainda tem necessidade de certo número de ciclos de separatividade, de distanciamento em relação à sua Fonte, porque você tem sede de experiências, porque você tem sede de divisão, porque você tem sede de experimentações em planos cada vez mais densos.

Em momento algum a Fonte o julgará.
Em momento algum nós o julgaremos.
Em momento algum os planos espirituais portarão sombra às escolhas que você deverá fazer em toda consciência: escolher o controle individual para chegar ao funcionamento coletivo ou, então, escolher o controle e meter-se cada vez mais no distanciamento e na separatividade, a fim de experimentar ainda mais o afastamento da Fonte.
A liberdade é total.
Sua liberdade de consciência deve fazer-se em função de afinidades vibratórias que você escolheu em função do que você decidirá livremente.

É extremamente importante, nos momentos que vêm para nosso Sistema Solar, de estar na escuta, estar atento e estar consciente às marcas de sincronia, às marcas de hipersincronia, ou mesmo às marcas de Fluidez da Unidade que se manifestarão em sua vida, em suas escolhas.
Nisso, o Pai/Mãe deixa-o totalmente livre para escolher, sem qualquer julgamento, sem qualquer possibilidade de interferir com sua liberdade total de escolher um ou o outro campo porque, em definitivo, você compreendeu, amigo leitor, a finalidade é, era e continuará, sempre, a mesma.
Não pode haver outra finalidade que não o retorno à Fonte, porque vocês são filhos da Fonte, nós somos filhos da Fonte e, mesmo as forças a que vocês chamam involutivas fazem parte da Fonte.

Isso pode ser difícil de admitir, de compreender, de assimilar, de aceitar, mas, entretanto, isso é verdade, mesmo se seu plano de realidade não possa apreender, de momento, porque vocês estão numa escala de tempo que não lhes permite ter uma visão ampliada do que é a verdade e do que é a realidade da verdade.
Há, em vocês, filtros que, como nós o dissemos, foram postos há 50.000 anos, de maneira a permitir-lhes experimentar cada vez mais o distanciamento, a separatividade, o afastamento ou mesmo o abandono da Fonte.

Mas já há mais de 2.000 anos, o movimento de reversão tornou-se possível, voltando a tornar-se, você mesmo, um Mestre, voltando a tornar-se, você mesmo, um Cristo, voltando a tornar-se, você mesmo, a Fonte.
Para além de todas as limitações que foram colocadas desde 50.000 anos, a que vocês chamam «carma», «ação/reação», é-lhes, hoje, em toda lucidez, possível cortar e aceitar entrar, total e livremente, no que nós chamamos e vocês chamam conosco: a ação de graça;

É-lhes pedido, hoje, por um ato de consciência, por um contrato firme, decidir não mais estar sob a influência da lei de ação/reação, não mais estar sob a influência de leis passadas, mas entrar, diretamente, em seu futuro, que é pura Luz.
E, para isso, é necessário que sua consciência, sua alma aceite, totalmente, livremente, a ação de graça, a fim de caminhar para o perdão, para a ausência de julgamento, para a integração da Fonte, para a revelação da Fonte que vocês são.

Ninguém outro que não você mesmo pode fazer a escolha.
Ninguém outro que não você mesmo julgará sua conduta.
Ninguém outro que não você mesmo será obrigado a seguir um caminho que não quiser seguir.

Aí está, caros amigos leitores, o grande desafio que, hoje, apresenta-se a vocês, para os sete anos que vêm de seu tempo terrestre.

Quanto a nós, desde extremamente longo tempo, como nós o dizíamos no preâmbulo, nós superamos essa fase evolutiva por uma escolha livre e consciente que fizemos há mais de 300.000 anos.
Nós aceitamos estar no serviço da Fonte e, para isso, privarmo-nos de manifestações na terceira dimensão na qual vocês vivem.

O paradoxo é o seguinte: é que nós estamos, em nosso nível de evolução, no que vocês chamariam, totalmente integrados na quinta dimensão, mas, estando muito próximos do elemento água, que nós mantivemos um corpo de terceira dimensão, que, entretanto, não tem medida comum com o seu, devido à sua estrutura celular, biológica, psicológica, espiritual, devido à sua arquitetura visível e invisível, tanto nos planos densos como nos planos sutis.

Nós podemos, efetivamente, ser assimilados a corpos físicos de carne, vocês diriam, ao mesmo tempo sendo profundamente avançados, profundamente mais distantes, mais adiante no caminho de retorno para a Fonte.
É nisso que, hoje, vocês devem ver-nos como seus servidores, porque o maior serve o menor, e isso é uma lei inefável para aqueles que se engajam no caminho de retorno para a Unidade da Fonte.

Assim, amigos leitores, cabe-lhes, totalmente (a título individual, mas, também, nós o esperamos, a título coletivo, nos anos que vêm, devido à sua reconexão a essa Fonte comum, devido a essa reunificação de seus seres individuais na coletividade humana, em sua humanidade em evolução), constituir esse famoso corpo coletivo que alguns de vocês chamaram, nesses últimos tempos: a Embarcação de Luz, a Merkabah ou, ainda, o fenômeno de ascensão.

Fenômeno de ascensão individual, mas que apenas pode ser realizada pela reunião de Unidades individuais numa coletividade de função, numa coletividade de reunião de ascensões.

Aí está, caros amigos leitores, a escolha diante da qual vocês serão, progressivamente e à medida do tempo que vai passar, obrigados a compreender, obrigados a assimilar em sua confiança e em sua consciência e em sua alma.

Ser-lhes-á revelado, em vocês mesmos, o que vocês são, realmente, e não o que vocês creem que fossem desde 50.000 anos.

As forças ditas involutivas jogaram esse jogo de arrastá-los para mais materialidade, para mais fossilização, para mais estrutura e estruturação.
Mas, hoje, isso terminou, se tal é seu desejo, se tal é seu anseio, se tal é seu contrato de alma e se tais as informações e as transformações que nós lhes transmitimos são capazes de despertá-los e de elevá-los acima de sua condição, nós diríamos, de «sub-homens».

É-lhes pedido para tornarem-se totalmente humanos, uma humanidade em evolução, tornarem-se seres livres, mestres e responsáveis, e totalmente lúcidos das escolhas que farão.

Aí está, caros amigos leitores, o que nosso coletivo da junta governativa tinha a dizer-lhes.
E vamos, agora, deixar a palavra àquele que está instalado no meio de nossa geodésica estrutura de Conselho e que vai, agora, exprimir-se, a fim de introduzir, mais precisamente, a trama, o caminho energético, o caminho espiritual autêntico que vamos propor-lhes através do conteúdo desse livro, do conteúdo do que vocês têm sob os olhos, do que será um dos maiores catalisadores que vocês tiveram, a integrar, de maneira a permitir-lhes reencontrar a totalidade do que vocês são, ou seja, uma Fonte, ou seja, um Amor, no sentido mais autêntico e mais nobre.

Assim, a Junta governativa vai deixar a palavra a Ramatan.

Assim, caro amigo leitor, a Junta Governativa dirigiu-se não a você mesmo, mas à toda a humanidade.
Mas eu gostaria de entrar, agora, diretamente, como Governador, em seu ser, a fim de fazê-lo viver a realidade do que você é.

Antes mesmo de entrar na essência e no conteúdo da estrutura do que você lerá, nos capítulos que virão em seguida, eu gostaria que você aceitasse, como algo de possível, como algo de eventualmente verdadeiro (não como uma verdade estabelecida, mas como algo que vai, pouco a pouco, infundir-se e irradiar-se em você) é admitir a possibilidade que você seja, totalmente, inteiramente, uma consciência cuja realidade final (mas a realidade, também, manifestada mesmo nesta dimensão na qual você evolui) é Amor.
Você foi criado pelo amor;
Você foi criado para o Amor.
Toda consciência foi criada nesse único objetivo de ser o que ela é.
E o que você é, amigo leitor, você deve aceitá-lo como uma potencialidade (ou uma hipótese de trabalho, diríamos), que é dizer e afirmar que você é Amor.

Poder-se-ia mesmo dizer que, quaisquer que sejam as limitações que a sociedade impôs, que sua educação impôs, que seu «carma» (entre aspas) impôs, devem ser, hoje, deixados de lado, a fim de que você aceite a eventualidade do que você é, ou seja: Amor.
E esse Amor é autenticamente puro, autêntica e totalmente o que você é.

Não há, nessa hipótese de trabalho e na afirmação do que você é, qualquer vestígio ou possibilidade de zonas ligadas ao seu passado, ligadas aos elementos que nós acabamos de dar, a possibilidade de interferir com o que você é.
É tempo, hoje (devido a um fenômeno de inversão que nós estudaremos um pouco mais longe) que você aceite que tudo o que o condicionou, desde seu nascimento nessa vida (mas, também, em todos os nascimentos passados, se você crê nisso) está, hoje, em vias de ser dissolvido, não por qualquer milagre, não por qualquer fenômeno exterior, mas, realmente, por uma decisão consciente do que você é.

E é-lhe pedido, hoje, para aceitar, totalmente, o que você é, ou seja, um filho da Unidade, um filho da Lei de Um, uma Fonte que é a mesma que a Fonte original, uma Fonte Pai/Mãe, uma Fonte irradiante que é Amor, porque o Amor é uma fonte, porque a Fonte da vida é Amor, porque a Fonte da consciência é Amor, porque sua consciência e sua alma são Amor.

O que você poderia interpretar como erros, o que você poderia interpretar como algo que não foi conforme em sua vida, não tem, hoje, absolutamente, mais lugar de ser.
Porque, hoje, você está, realmente, diante da possibilidade de ver-se tal como você é, na condição de aceitar esse fato essencial e primordial: é que não há qualquer limitação, qualquer possibilidade de confinamento em relação ao que você é.
E que é, efetivamente, necessário convir (mesmo se, de momento, você não possa aceitá-lo, você é obrigado a postular, a aceitar como hipótese, de trabalho, diríamos) que tudo o que você manifestou até o presente de limitado, de limitações, de impedimentos, de doenças, de mal-estares, de falta de alegria é, unicamente, ligado ao não reconhecimento de que você está, totalmente, em você, e do que você é.

A partir do momento, caro amigo leitor, em que você puser o postulado fundamental de que você é Amor, de que você é Fonte e de que você aceita isso o tempo de ler esse livro, naquele momento, você se tornará, realmente, o que você é, de toda a eternidade.
Naquele momento, todos os véus que você mesmo colocou, progressivamente e à medida de sua descida nesses planos densos, poderão ser queimados, tal uma transfiguração, tal uma iluminação.
Você se tornará, realmente, o que você é e não o que você crê ser ou o que os outros creem e querem que você seja.

É importante que você conceba, em você (a partir de hoje, a partir dessas linhas que você está lendo), que você é único.
E, sendo único, você faz parte do Um e você é o Um.
E você é o Amor.
E você é a Consciência.
E você é a manifestação perfeita do Amor e a manifestação perfeita da Harmonia.
São apenas processos que foram necessários para voltar, para voltar a tornar-se essa Fonte, para voltar a essa Fonte, que você jamais cessou de ser de toda a eternidade.

Aí está, amigo leitor, o que eu lhe peço, antes de entrar, precisamente, na leitura, na transformação em sete etapas, como você o compreendeu, através dos sete capítulos.
Através da revelação das sete etapas do coração, através de uma subida ascensional, através das sete etapas correspondentes aos seus sete centros de consciência, através dos sete dias da semana.
Esse trabalho vai emergir de suas profundezas, do que você é, vai preencher, progressivamente, cada uma das parcelas de seu ser, cada uma das células que o anima, que anima esse corpo, mas, também, cada uma das parcelas de sua vida, cada uma das parcelas, dos compartimentos que você compartimentou.

A família, o trabalho, os filhos, o passado... que foram confinados e que vão, progressivamente e à medida da expansão de consciência, ligada à leitura desta obra, torná-lo real e verdadeiramente real em tudo o que você é, em toda sua magnificência, ou seja, uma parcela e uma totalidade da Unidade da Luz.

Aí está, amigo leitor, o que nós vamos engajar, juntos, através dessas sete etapas.
Vamos despertar as sete etapas do coração, a fim de conduzi-lo ao seu próprio santuário, a fim de conduzi-lo ao que você é, a fim de que você possa, você mesmo, despertar o que você é.
E não através do que nós lhe diremos, e não através de um ensinamento novo, não através da aplicação de preceitos vindos de modos de funcionamento ultrapassados de sua humanidade, mas através de seu presente.
Através de sua realidade presente você descobrirá, nós o esperamos, eu e meus irmãos humanoides, delfinoides, meus irmãos em Cristo, meus irmãos no Pai e na Mãe, porque, quaisquer que sejam as distâncias e as distorções que possam existir entre nossas formas físicas, nós participamos, creia-me, da mesma fonte e da mesma origem.

Apenas o desenvolvimento incessante da vida e dessas dobras incessantes que permite uma miríade de manifestações de consciências, em função de miríades de desenvolvimentos de planetas ao nível de sua consciência.
De acordo com tal ou tal elemento que é privilegiado no desenvolvimento, vão manifestar-se formas de vida que podem parecer, aparentemente, diferentes, mas que, creia-me, amigo leitor, têm, todos, a mesma Fonte.

Nosso maior desejo, de nós todos no Intraterra, é que, hoje, você realize, enfim, o sonho do por que você mesmo criou-se, ou seja, afastar-se, o mais possível, do que você é para voltar a tornar-se, realmente, o mais próximo do que você é e ser, enfim, totalmente, você mesmo, o que você é.

Aí está o caminho que vamos percorrer, juntos, durante essas sete etapas, durante essas páginas que você vai virar, nas quais você vai impregnar sua substância, impregnar sua alma, a fim de tornar-se, realmente, essa Fonte.

Aí está, amigo leitor, para o que nós nos dirigimos.
Obviamente, em cada um dos capítulos, seremos obrigados a recorrer a modos de funcionamento que nós utilizamos no Intraterra desde tanto tempo, mas que nos permitiram ser os guardiões fiéis e as garantias da Unidade da Fonte Mãe na qual nós estamos e sobre a qual vocês vivem, mas, também, as garantias de nosso Sol.

Eu os lembro que seu Sol, aquele que vocês veem todos as manhãs ao levantar-se, é apenas o pálido reflexo do verdadeiro Sol, que está no Interior e que nos rega, a nós, no Intraterra, permanentemente de sua luz, que nos permite não sermos confrontados às alternâncias dia/noite que vocês conhecem e que foram tão indispensáveis ao seu afastamento de sua Fonte, para permitir-lhes retornar à sua Fonte, que é a nossa.

Aí está, caros irmãos (leitores, sou tentado a dizer, através dessa linguagem que emprego, através de meu walk-in) saibam que essa foi, para nós, uma longa preparação porque, para nós, a linguagem não é verbal.
Nós conhecemos apenas o pensamento.
Nós conhecemos apenas o pensamento direto.
Nós conhecemos apenas um modo de comunhão, que é o pensamento e o coração.
A linguagem foi uma criação colocada em seu caminho para permitir-lhe exteriorizar-se e afastar-se de sua Fonte, mas é através dessa linguagem que, hoje, você poderá, enfim, retornar à sua Fonte.

A experiência da humanidade terrestre foi única nesse sentido, porque ela privilegiou o aparecimento da linguagem como ferramenta vibratória Divina exteriorizada, enquanto a comunicação a mais fácil com a Fonte e entre consciências não é uma comunicação de linguagem, mas uma comunicação vibratória direta, de alma a alma, sem passar pelo formalismo das palavras, sem passar pelo formalismo de conceitos, mas diretamente, por uma impregnação e uma impressão de consciência a consciência, de cérebro a cérebro.

Esse modo de linguagem verbal, escrito, que me permite exprimir meu walk-in consciente deve desembocar, para você, amigo leitor, na superação disso, porque além da linguagem, além das palavras formadas nessas páginas, há, efetivamente, um modo de funcionamento que corresponde, realmente, ao que acontece ao nível da Fonte, ou seja, uma irradiação, uma ressonância total de Fonte a Fonte, de Sol a Sol, de célula a célula e, sobretudo, de consciência a consciência.

Nisso, amigo leitor, eu lhe peço para postular, pela última vez, aceitar o tempo da leitura, o tempo da transformação, que você é Amor, que você é perfeito e que você é inteiro, desde a criação e seu afastamento da Fonte.

Eu sou Ramatan e, amigo leitor, eu lhe desejo uma entrada total nesse postulado e nessas sete etapas.
Eu lhe desejo abrir as sete portas.
Eu lhe desejo reencontrar, totalmente, o que você é, assim como nosso Pai e nossa Mãe têm apenas um desejo, que é o que você volte a tornar-se o que você é.

Meu desejo, como delfinoide, como Governador de regiões do Intraterra, é que você reencontre, também, o que você é.

Eu terminarei dizendo que toda consciência que se manifestaria a você e que quisesse arrastá-lo ao caminho dela, ao ensinamento dela, ou que lhe permitiria coisas que não estão em relação com a Fonte, que o afastaria da Fonte e que o afastaria de sua Fonte e que lhe retiraria, portanto, seu controle para substituir-se a você em suas decisões, são caminhos de amor, mas, também e sobretudo, caminhos que ainda não acabaram de estirar-se, de afastar-se da Fonte.
Enquanto você, humano, você, amigo leitor, hoje, devido ao seu caminho e à sua história, você tem a liberdade total de voltar a ser o que você é, ao Amor, à liberdade e à consciência total.

Aí está, amigo leitor, eu lhe desejo bom caminho e digo-lhe, obviamente, «até breve» para interagir, para ressoar, para vibrar, talvez, não da maneira pela qual faço através desse canal, mas, entretanto, por vias múltiplas de ressonância de consciência, de contato de alma a alma, na falta, de momento, de contato corpo a corpo.
Mas não há qualquer obstáculo que não seja varrido pela potência do Amor que você é.
Só seu mental gostaria de fazê-lo crer o inverso, para preservar a separatividade, para preservar o distanciamento e a separação do que você é.
Tal foi o papel do mental desde 50.000 anos.
É-lhe, hoje, pedido para passar ao que alguns chamaram, há 40 ou 50 anos, o supramental, passar à dimensão do coração, da empatia, da compreensão direta, sem passar pela análise mental, sem passar pelos conceitos mentais e, sobretudo, sem passar pelo julgamento.
Enquanto há julgamento há distância, porque o julgamento necessita que vocês se coloquem no exterior do que julgam.

Ora, hoje, é-lhes pedido para colocar-se no interior de tudo o que vocês veem, ouvem, vivem, sentem.
Fazendo parte de tudo isso, vocês não podem estar na distância nem no julgamento.
E, obviamente, o que conduz à ausência de julgamento é uma palavra bem mal compreendida, hoje, e que foi utilizada por seu maior Mestre, que é o «perdão».
Mas, antes de querer perdoar, é necessário, efetivamente, quando você perdoa a si mesmo, você perdoa ao universo inteiro.
Você perdoa o que não há necessidade de perdoar, uma vez que você já está perdoado.

Basta afirmar o perdão.
Basta, simplesmente, não julgar, estar na ausência de julgamento total, a fim de abordar as sete etapas, os sete pilares que nós vamos abordar, agora, na abertura total.


Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

http://minhamestria.blogspot.com

A HUMANIDADE QUE COMEÇA - PREÂMBULO: VOCÊ E EU SOMOS UM

Mensagens da intraterra

Dedicado a Orionis, à ordem de Melquizedeque, à Luminescência do Ser.


Os filhos não são seus filhos.
Os filhos da Terra são os filhos do Céu.
Vocês são responsáveis e coautores de cada filho sobre este planeta.


Os textos que vocês vão ler são provenientes da transcrição de "encontros" com um dos governadores da Intraterra pertencente a uma raça não humanóide, mas delfinóide: Ramatan.

Essas trocas ocorreram entre agosto de 2005 e outubro de 2005, sob forma de "walk-in bidirecional", como as qualifica Ramatan, ou seja, troca pontual de corpo. Isso explica que esse "walk-in"pode se lembrar de imagens, de sensações...colhidas durante essas trocas no Intraterra. Respostas a questões sobre o corpo do livro foram dadas em dezembro de 2005 e setembro de 2006.

Ramatan especificou que o vocabulário empregado, o ritmo das frases, seu "estilo", os sujeitos abordados e sua ordem de apresentação, são todos elementos de suporte de uma vibração transformadora que se emana. A fim de não prejudicar este impacto particular das transcrições retomando fielmente os propósitos de Ramatan. Isso se refere igualmente às dedicatórias, aos títulos propostos, ao preâmbulo, ao prólogo, aos exercícios práticos …


Atualização em 8 de outubro de 2011

Em 8 de outubro de 2011, RAMATAN interviu para fazer um balanço sobre os acontecimentos que nós vivemos.
Vocês encontrarão a totalidade de sua intervenção aqui em Ramatan 08/10
RAMATAN especificou, em particular, que todas as informações comunicadas em 2005 e 2006,
sendo objeto deste livrete, estavam mais do que nunca atualizadas, tanto em seus fundamentos
como em seus exercícios a praticar. Ele nos pediu então, hoje, "para liberar esses ensinamentos
a fim de que a totalidade daqueles que o desejam possa estar em contato com eles".

É por isso que nós os incentivamos a divulgar, por sua vez, este documento, se vocês o desejam,
sem ter que nos pedir autorização prévia. Nós atraímos, entretanto, sua atenção sobre a importância dos seguintes pontos:

• Este texto deve ser divulgado em sua totalidade e na ordem cronológica dos capítulos.
RAMATAN ele mesmo explicou a importância Vibratória no preâmbulo (página 7).

• Qualquer intervenção do mental (comentário, resumo, explicação, interpretação …) estaria em
completa contradição com este impacto transformador Vibratório. É ainda mais verdadeiro,
hoje, permanecer centrado nos 4 Pilares do Coração: Simplicidade, Humildade, Transparência,
Infância.

• Convém indicar a fonte deste texto citando o site: www.autresdimensions.com, a fim de que
cada um possa ter a oportunidade de acessar, por este intermédio, outros elementos que
poderiam esclarecer ainda mais sobre seu caminho.

• O texto original não foi alterado, vocês podem, dessa maneira, difundir qualquer livrete que nós distribuímos desde 2006.

Nós mesmos expandimos esta divulgação criando a possibilidade de download gratuito
deste livrete, em nosso site (www.autresdimensions.com), na coluna "A Humanidade que começa" («Humanité em devenir») ou na coluna "Loja" («Boutique / Brochure Humanité en devenir»).

Nós mantemos, paralelamente, a possibilidade, sob pagamento, de enviar a versão impressa e
encadernada, que foi proposta e que até hoje está descrita na coluna "Loja" ("Boutique /Brochure Humanité en devenir"). Portanto, cada um pode escolher a solução que preferir.


Intervenção de RAMATAN .................................................................... 4
8 de outubro de 2011 .................................................................................... 4

Preâmbulo.................................................................................................. 7
VOCÊ E EU SOMOS UM ............................................................................. 7

Prólogo......................................................................................................13
DA DIVISÃO À DIVINDADE .................................................................... 13

Capítulo 1 ................................................................................................ 17
A VIDA É UM ............................................................................................ 17
EXERCÍCIO PRÁTICO: EU SOU UM .......................................................22

Capítulo 2.................................................................................................23
O UM EM SUAS MÚLTIPLAS FORMAS DE VIDA ................................. 23
A MANIFESTAÇÃO DA LUZ NOS MUNDOS DA INTRATERRA .......... 27
EXERCÍCIO PRÁTICO: A LUZ ................................................................ 29

Capítulo 3 ............................................................................................... 30
O GRANDE FUTURO DOS HOMENS ..................................................... 30

Capítulo 4 ............................................................................................... 36
AS NOVAS LEIS ........................................................................................ 36

Capítulo 5 ................................................................................................ 41
AS NOVAS VIDAS SOCIAIS ...................................................................... 41
EXERCÍCIO PRÁTICO: CONEXÃO A 24 UNIDADES ............................. 45

Capítulo 6 ................................................................................................ 46
A REVELAÇÃO FINAL .............................................................................. 46

Capítulo 7.................................................................................................. 50
OS ESTADOS DO DIVINO ......................................................................... 50
Epílogo ...................................................................................................... 53
MENSAGEM RECEBIDA PELO WALK-IN EM CANALIZAÇÃO ............. 53

Questões / Respostas ............................................................................ 56



Amigo leitor, antes de entrar no que poderá parecer para você algo bastante desconcertante ou, segundo sua origem, muito mais de acordo com o que você sente no mais profundo do seu ser, nós devemos inicialmente confirmar certo número de coisas que para você irão parecer-lhe talvez surpreendentes, extravagantes, ou até mesmo perfeitamente naturais.

Mas é importante, para nós que trabalhamos através desta obra que você vai ler, que você esteja ciente dos acontecimentos, dos elementos, que são aos nossos olhos úteis para sua compreensão e, muito além, para sua transformação, porque este livro que está em suas mãos é evidentemente um livro, não de informação, mas, bem além, um livro de transformação.

Primeiramente, saiba que nós somos um grupo de muitos que vivemos, não em uma distância hipotética, não em um outro lugar hipotético, mas bem abaixo de você mesmo, quando nosso caminho evolutivo está acima de você.

Nós fazemos parte de um povo que ganhou as profundezas deste planeta que é nosso planeta bem antes que a humanidade surgisse. Nossa origem se embaralha a eventos geológicos muito anteriores a civilizações como a Atlântida, até mesmo a Lemúria.

Nós vivemos realmente no que nós podemos chamar de corpo, mas que, para vocês, pareceríamos mais dos reinos da natureza animal, o que nós não o somos, evidentemente.

A entidade que nos permite dirigirmo-nos a você possui um nome. Esse nome é Ramatan. Mas saiba bem, amigo leitor, que nós intervimos em nossa estrutura geodésica, aí onde nós estamos, por intermédio de focalizações de pensamentos de 12 indivíduos conectados a 12 outros indivíduos.

A vibração que você vai sentir ao longo desse livro corresponde, de fato, a uma assembleia de 144 sábios que estão, desde muitíssimo tempo, na lógica da sua humanidade. Nós somos, dentre outros títulos, os guardiões de muitas outras coisas que nós iremos revelar gradualmente e à medida do desenrolar da vibração deste livro.

Como preâmbulo, é preciso compreender algumas coisas quanto à nossa estrutura física e onde vivemos. Por nossa localização precisa debaixo da sua humanidade Terrestre, mas, entretanto, acima do seu plano evolutivo, é preciso compreender que nós estamos muito próximos, mas também muito distantes de vocês. Tudo depende da atitude de consciência que vocês tomam e que os anima nesta vida pelo sentir.

Nossa aparência, apesar de um corpo no sentido em que vocês o entendem, situa-se muito mais próxima da aparência dos corpos da dimensão que está bem além da sua, que vocês chamam de 3ª dimensão. Se vocês tentam estabelecer uma classificação quanto ao que nós somos, nós poderíamos nos nomear delfinóides. Nós somos, na realidade, derivados dos grandes golfinhos hoje desaparecidos de seus oceanos porque eles ganharam os ares e desapareceram das águas desde muito tempo.

Em sua escala de tempo nossa migração ao interior do seu manto Terrestre remonta desde mais de 300.000 anos. Nós estamos muito exatamente 323.000 anos à frente do advento do que foi denominado "o reino dos gigantes" sobre a superfície da Terra. Por uma decisão coletiva nós decidimos nesta época instaurarmo-nos, em relação a um futuro extremamente longínquo do planeta, como sendo os guardiões desta evolução para uma sacralização do seu planeta Terra, que é também o nosso.

Para isso, nós tivemos que aceitar privarmo-nos da irradiação solar, a fim de ficar sob a influência de um outro sol que não era visível a partir do mundo de superfície. Por outro lado, como nós o explicaremos bem mais à frente nesta obra, nós conseguimos passar na Intraterra pelo benefício de uma luz que não vinha desse sol, mas certamente do Sol Central da galáxia.

De fato, nos mundos da Intraterra existe certo número de fenômenos de portas que permitem aceder neste estado vibratório de irradiações solares que não são oriundas do seu sol físico, mas de um sol (bem mais brilhante e bem mais luminoso do que seu sol) que nós chamaremos, no momento, de Sol Central de nossa galáxia.

Este destino, que nós assumimos desde mais de 300.000 anos, corresponde a uma elevação vibratória extremamente potente que nos conduziu, gradualmente e à medida do desenvolvimento de nossa sociedade, a partir de modelos de consistência e de modelos de organização que foram elaborados de acordo com o Sol Central da galáxia, como nós o revelaremos a vocês gradualmente e à medida do conteúdo deste livro.

Outro preâmbulo que me parece importante definir hoje: nós somos entidades de natureza coletiva ainda que o que vocês chamam de individualidade existe de maneira formal como para vocês.

Nosso funcionamento é mais proveniente de um modo de funcionamento coletivo. Seria para nós impensável que um dos nossos membros/indivíduos se manifestasse individualizado ao invés de coletivamente. Nosso funcionamento coletivo é uma etapa evolutiva indispensável.

Alguns de seus mestres presentes na superfície no curso de sua história recente chamaram isso de empatia, de Unidade de funcionamento e de Unidade do coração e de Unidade de amor. Quanto a nós, nós iremos falar de Unidade coletiva assistida por várias Unidades individuais e representada pelo conjunto dessas Unidades individuais.

O nosso modo de funcionamento absolutamente nada tem a ver com o seu. Nossos alimentos não são os mesmos. Nossos modos de vida, nossos modos sociais, nossos modos de reprodução, nossos modos de funcionamento ao nível do Espírito, não são absolutamente os mesmos. E, no entanto, nós podemos desde já certificá-los de que nós vimos da Fonte comum, evidentemente.

Mas como lhes disseram alguns dos seus mestres na superfície da Terra, existem muito numerosas moradas, mas também muito numerosos caminhos evolutivos para as almas e para os Espíritos que os animam.

Hoje nos parece importante revelar-lhes nossa existência, mas também nossos modos de funcionamento porque, evidentemente, neste período abençoado pelos Deuses que chegam, vocês são os dignos representantes das almas de luz que devem transformar-se para aceder a um novo modo de vida.

Na realidade, nós devemos especificar que raras são as ocasiões que nós tivemos para manifestarmo-nos de maneira coletiva à sua consciência. O terreno foi preparado desde alguns anos (que remonta desde 14 anos por diversos ensinamentos, tanto na América Latina como na América do Norte, como no Canadá, mas também por algumas pessoas na França) quanto à existência de nossa realidade e à existência de nossas consciências, tão próximas e tão distantes de vocês.

Esse trabalho preparatório foi destinado a colocar-lhes a questão de nossa realidade, de nossa existência debaixo de vocês, enquanto estando bem acima de vocês em caminho evolutivo da consciência.

É importante compreender desde já (se vocês já têm este livro em mãos, vocês estão já parcialmente de acordo até mesmo na interrogação positiva em relação a este fato) que a consciência é uma e que sua manifestação é infinita porque há um desenvolvimento permanente, incessante, do potencial de vida que começa e que a experiência de enriquecimento deste desenvolvimento (em todos os sentidos da consciência) vai permitir, a um dado momento, um fenômeno de retorno à Fonte, enriquecido de todas as experiências vividas durante éons e éons, de manifestações nos diferentes planos de vidas possíveis, de planetas possíveis para as almas em peregrinação.

Porque é bem questão de uma peregrinação, de uma viagem que os afasta da Fonte, no momento em que vocês irão se sentir desconectados desta Fonte (o que é o caso de sua humanidade). Mas, no entanto, como o elástico que se estende justo antes da ruptura, há um momento em que o retorno pode engrenar-se. E esse momento chegou para seu plano da Terra.

O momento em que o elástico atingiu seu ponto de ruptura, mas que realmente rompe o ponto e vai começar seu fenômeno de retorno, não mais por um fenômeno de resistência (como no fenômeno de expansão), mas, muito pelo contrário, por um fenômeno, nós o qualificaríamos de "abandono" à vontade do céu que vocês denominam o Pai, o Filho ou a Mãe, segundo seus humores.

No abandono à vontade da Fonte de reconduzi-los a ela hoje, a título individual, a título coletivo, a título planetário, nós estamos bem conscientes de que vocês chegaram neste ponto de ruptura.

Jamais na superfície do nosso planeta houve presente tantas potencialidades que podem tanto ir para além deste ponto de ruptura ou então acompanhá-los, no abandono à vontade da Fonte, para fazer retornar a ela.

Dependendo do olhar da sua consciência que vocês irão portar neste período de sua história que está sob seus olhos, que se desenrola sob seu olhar, que se desenrola sob sua consciência, que se desenrola segundo seus sentidos, segundo suas faculdades intelectuais e espirituais, é-lhes possível ver o que vem como uma catástrofe importante ou como uma iluminação a mais espetacular que o ser humano possa viver.

Somente o caminho de sua consciência, que aceitará retornar ou ir a um pouco mais na resistência, orientará perfeitamente o sentido do que vocês são e do que vocês desejam ser em um futuro, enfim, extremamente próximo.

Ainda uma vez, no que se refere a nós, nosso destino é acompanhar a Terra para sua sacralização, se vocês preferirem, para seu retorno à Fonte. Isso pode compreender-se como uma ressonância mais importante, como um momento em que a tensão tornando-se mais forte, a Terra irá escolher abandonar-se a esse movimento de retorno, assim como o conjunto do nosso sistema solar, a fim de reintegrar a uma oitava superior, a uma oitava onde as leis de funcionamento da individualidade, da coletividade, mas também as leis físicas, serão profundamente diferentes e profundamente novas, ao menos para vocês, mas também em certa medida para nós, embora nós já tivéssemos experimentado desde 300.000 anos esses fenômenos.

O que nós já passamos largamente a título individual, nós o experimentamos a título coletivo. Mas, no entanto, nossa coletividade deve agora, doravante, consagrar-se a esse fenômeno de sacralização, e como eu o dizia a vocês, ao abandono à vontade da Fonte.

O que nós realizamos a título individual, nós estamos prestes a realizar isso a título coletivo. Se eu lhes digo isso é para fazê-los compreender que, hoje, vocês, por sua vez, vocês devem começar, a título individual, o caminho que nós começamos desde 300.000 anos. É preciso nos conceber como seus irmãos e irmãs em humanidade, mesmo se a palavra humanidade para nós, no sentido em que vocês a entendem, não participa das mesmas definições, nem das mesmas compreensões. Entretanto, nós iremos falar mais, no que lhes concerne, de uma coletividade unida, uma coletividade que se dirige para uma consciência ainda maior.

Vários foram os papeis que nos foram atribuídos desde esses 300.000 anos. Nós assistimos, nós registramos em nossas imensas câmaras memoriais (o que vocês denominariam "bibliotecas") um conjunto de fenômenos que lhes permitiu viver, tanto a título individual como a título coletivo, no decorrer das diferentes civilizações que vocês tiveram na superfície deste planeta.

Nosso papel foi, por um lado, como vocês o compreendem, ser os guardiões das experiências vivenciadas, mas também ser os guardiões deste planeta a fim de que vários erros, entretanto indispensáveis, não tivessem provocado desordens bastante importantes no que se referia ao núcleo do seu planeta.

Nós retornaremos, aliás, muito mais amplamente sobre o que é esse núcleo planetário que vários de seus cientistas absolutamente não compreenderam e não poderão compreender enquanto eles funcionarem em um modo de consciência separativa, distanciada e analítica.

Enquanto eles não compreenderem que as leis do universo não são as leis de resistência, mas as leis de abandono, vocês continuarão, e eu me dirijo aos seus cientistas, a errar nos limbos de resistências, de oposições e de limitações.

A energia, o que vocês denominam energia, hoje é compreendida como um modo de resistência, mas, em certo nível, a energia torna-se um modo de abandono e de Fluidez total. E esse momento, as leis energéticas que prevalecem hoje, seja em seus meios de comunicação, seja em seus meios de exploração, faz apenas impor normas quando elas poderiam ocorrer segundo as leis de abandono e permitiriam, evidentemente, um acesso à riqueza interior, mas também à riqueza exterior para toda alma vivendo na superfície deste planeta.

Entretanto, os planos evolutivos permitiram que se instalasse este ato de resistência extrema à Fluidez de maneira a acelerar o momento da ruptura. Não vejam através desse momento de ruptura, qualquer aniquilação de todos seus potenciais, de toda sua natureza, mas sim, pelo contrário, a última oportunidade de preparar um retorno para a Fonte Central (que nós iremos definir mais tarde).

No que nos diz respeito, e nos mundos de funcionamentos que vocês irão apreender-se bem mais tarde na essência deste livro e através do que nós iremos lhes dizer, saibam simplesmente que nossa alimentação não é de qualquer maneira no mesmo sentido que a sua, que nossa forma de nos exprimir não intervém absolutamente através do que vocês chamam de zonas de linguagem ao nível do cérebro, que nosso cérebro não é absolutamente constituído de 3 cérebros como o seu e que nossa estrutura a mais íntima ao nível celular não tem absolutamente a mesma constituição que a sua.

Contudo, a Divindade que é a nossa corresponde exata e perfeitamente à sua Divindade. Somente os caminhos tomados desde mais de 300.000 anos permitiram diferenciar suficientemente nossa estrutura celular, nossa estrutura genética, nossa estrutura fisiológica, e também metabólica. Mas, evidentemente, o Espírito enquanto de acordo com a matéria, com nossa materialidade, nós não temos mais nada a ver com sua materialidade.

É assim para nossas estruturas sociais, para nossas estruturas de vida que vocês denominam "habitat", para nossas estruturas econômicas que vocês denominam "enriquecimento", que nada tem a ver com o que vocês concebem e vivem como enriquecimento.

Há nos mundos da Intraterra, que são numerosos, uma forma de vida coletiva que escapa totalmente ao seu mundo de compreensão e de vida, hoje. Mas, no entanto, se nós lhes damos hoje certo número de ensinamentos referentes às nossas estruturas de vida, é bem para vocês darem a vocês, seres humanos que têm este livro em mãos, a possibilidade de elaborar, de andaimar modos de funcionamentos futuros, e, no entanto, tão próximos, que irão lhes permitir desenvolver novas formas de organização de vida em sua nova Terra como a que vem a vocês a toda velocidade.

Enquanto que no coletivo da Intraterra, nós iremos dar as palavras a uma Unidade mais precisa que é Ramatan.

Inicialmente, eu desejaria dizer-lhes como vai funcionar o que vocês irão ler. Há na potência de assimilação da vibração escrita, através de algumas palavras pronunciadas em seu idioma, e em outros idiomas, a possibilidade de fazer ressoar diretamente em vocês algumas zonas de sua estrutura cerebral, mas também de sua estrutura genética e energética que vão lhes permitir ao organismo que vocês façam contato diretamente com uma de nossas Unidades coletivas.

O que eu quero dizer assim é que a própria leitura desta obra vai, durante certos momentos, pelo que será ativado em vocês, permitir-lhes entrar em contato com o mundo da Intraterra.

Eu me apresento primeiramente. Enquanto Unidade coletiva, eu sou um dos governadores de uma das regiões da Intraterra situada ao nível do que vocês denominam, vocês, na superfície, a América Latina. Nossas cidades e nossas administrações são tão grandes como as que vocês têm na superfície. Nós não estamos limitados a determinados locais extremamente específicos do seu manto Terrestre.

Há cidades extremamente grandes que se comunicam entre elas por vias de comunicações que são certamente um pouquinho diferente de suas autoestradas ou de suas vias de comunicação a nadas, mas que não são menos vias de comunicação.

No que me concerne, eu dirijo e administro, na coletividade na qual eu estou, tudo o que corresponderia a um grande terço da América do Sul em sua parte a mais alta. É permitido dirigir Unidades coletivas diferentes situadas em outras regiões.

Minha estrutura, através da qual eu me expresso, tornou-se possível através de uma ligação extremamente particular que foi construída, desde muito numerosos anos, entre o canal que se exprime e eu mesmo. Isso não é um processo de canalização, nem de transe mediúnico, no sentido em que vocês o entendem na superfície, mas um processo que alguns iniciados descreveram neste planeta que se chama um fenômeno de walk-in. Mas, diferentemente de um walk-in habitual, onde há necessariamente parte de uma das 2 almas, nós somos 2 almas, 2 Unidades Divinas extremamente ativas e presentes que podemos trocar nossas partículas originais, de maneira consciente e de maneira contratual, de modo a poder experimentar esse processo de transferência de consciência total, de corpo a corpo, mas também de eu a eu, sem, no entanto, prejudicar a integridade dos 2 canais que nós somos.

Isso faz parte de uma potencialidade que foi ativada desde muito tempo agora no início da criação do que vocês chamam de Atlântida. Foi permitido naquele momento, e estabelecido por contrato de maneira selada e definitiva, que um como o outro poderíamos, através do veículo de vida no qual nós estaríamos nesta época final, comunicar e trocar, não unicamente pelo modo de canalização, mas, sobretudo, por transferência total de consciência de um ao outro de maneira que eu posso, eu, relatar as informações, não mais vibratórias, mas através dos seus 5 sentidos, ao nível da Intraterra, como o canal que permite a criação deste livro pode ver e traduzir, através desses 5 sentidos, o que ele terá percebido de maneira vibratória ao nível de sua estrutura energética sobre todos os modos de funcionamento, a título individual e coletivo, mas também a título familiar, econômico, político e cultural, em nosso mundo da Intraterra.

Eis o objetivo deste livro. Agora, no que me concerne, eu volto ao impacto que terá este livro em suas estruturas. Isso pode ser estabelecido em 7 planos que irão compreender os 7 capítulos bem precisos sobre os quais irá se articular a abertura de consciência que vai ser a sua gradualmente e à medida da leitura desta obra.

A primeira etapa será o reconhecimento da Unidade da vida.

A segunda etapa será a descida da informação da Unidade trinária da vida no seu organismo dissociado e separado a fim de reunificar esta Trindade separada em vocês.

A terceira etapa: reconhecimento vibratório e subida vibratória de sua estrutura reunificada, a partir da Trindade separada, a fim de permitir-lhes alinhar totalmente suas tríplices estruturas celulares, energéticas e mentais sobre a nova vibração que está agora em ativação sobre este planeta desde 14 anos.

A quarta etapa vai consistir em fusionar suas 3 partes separadas de corações físicos, de corações Divinos e de corações espirituais, no interior de um canal único que nós iremos chamar de canal do coração.

A quinta etapa: permite-lhes revelar as primícias de uma comunicação nova e correspondendo ao que nós iremos chamar, para maior facilidade, de canal do éter. O canal do éter não é um canal de comunicação nem de alimentação com o Divino, mas um canal por intermédio do qual vocês poderão, gradualmente e à medida das semanas que se seguirão à leitura desta obra, permitir-lhes conectar as 4 direções, os 4 elementos, mas também os 4 elementos constitutivos da matéria a fim de poder, vocês mesmos, transformar em vocês o que deve sê-lo. A quinta etapa é um canal de comunicação que vai funcionar em vocês de maneira radial, de maneira a permitir-lhes elaborar e desenvolver esta Unidade coletiva na qual nós vivemos, de maneira a permitir-lhes entrar na forma de comunicação de modo telepático diretamente com todas as Unidades de vida humana (irmãos e irmãs da superfície encarnados com vocês, mas também irmãos e irmãs desencarnados que participam do mesmo plano evolutivo que o seu).

Sexto plano e sexta ativação em vocês (correspondendo ao 6º capítulo): vai permitir-lhes desenvolver modelos elaborados pelo seu Espírito, novos modelos de funcionamento de sua humanidade, novos modelos de desenvolvimento da vida em outros modos dimensionais e em outros modos físicos, evidentemente.

Sétima etapa, enfim: integração em sua vivência e em sua realidade ordinária a cada instante, para os momentos que restam a viver nesta dimensão, do desenvolvimento de possíveis futuros de sua humanidade.

E finalmente, nesta sétima etapa, ocorrerá um fenômeno de unificação com todas as outras muito depois de ter lido este livro a fim de preparar a comunidade coletiva do Um que irá permitir-lhes passar, enquanto Unidade individualizada, à Unidade coletiva e à realidade da comunicação dos corações com a comunicação do Divino.

Enfim, eu gostaria de terminar este preâmbulo sobre o que poderia parecer uma advertência. Vocês devem abordar este livro em um primeiro momento como simplesmente uma informação e, sobretudo, tentem evitar colocar um julgamento, qualquer que seja, sobre o que vocês irão ler.

Pouco importa de vocês dizerem: "isso é falso, isso é verdadeiro, isso é delirante, isso é Divino". É-lhes pedido simplesmente para ler este livro como vocês iriam ler um romance, para ler o que está escrito sem preconceito, deixar-se simplesmente colocar e imergir pelas palavras, deixar-se imergir, mesmo se vocês não compreendem o que está escrito, mesmo se isso lhes pareça além de suas áreas de percepção e de coerência.

O trabalho ocorrerá de qualquer maneira unicamente através da leitura da obra. É-lhes pedido insistentemente para não procurar intelectualizar. É-lhes pedido insistentemente para não procurar referenciar o que vocês leem em relação a outros ensinamentos antigos ou mais recentes.

É-lhes pedido para não manifestar a menor emoção, tanto contentamento, como raiva, em relação ao que vocês irão ler, mas simplesmente deixar-se impregnar. Se vocês chegam a ficar nesta neutralidade de atitude, vocês irão constatar extremamente depressa o impacto que haverá o simples efeito de ler, sobre o conjunto de suas estruturas tanto físicas, como psicológicas, como espirituais.

Lembrem-se de que nós estamos aí desde muito antes do nascimento de sua humanidade, de que nós estamos aí e de que nós permitimos a vida exprimir-se realmente. Nós somos os guardiões. Nós não estamos aí unicamente para viver como vocês vivem. Nós estamos aí para organizar, para regulamentar um projeto de vida bem além do projeto planetário, do projeto da consciência humana, ou da projeção do projeto da galáxia.

Nós permitimos, pela nossa irradiação, pela nossa presença amorosa em sua 3ª dimensão material, a presença e a manifestação de entidades situadas bem além do nosso plano comum de vida.

A consciência é uma, a consciência é indivisível, a consciência é infinita. Somente o olhar que vocês portam pode ser limitado e limitando suas percepções, limitando suas concepções, limitando sua ferramenta cerebral, vocês limitam muito as possibilidades de desenvolvimento da vida.

Nesse sentido, é-lhes solicitado insistentemente para ler, não para buscar compreender, mas mais para deixar-se penetrar totalmente pela vibração do que vocês leem. As palavras que serão empregadas estarão no lugar correto, na página correta, em relação ao efeito que será induzido em suas estruturas.

Não há um ponto necessário para estabelecer uma explicação. Não há um ponto necessário para estabelecer uma leitura da leitura. Basta unicamente ler estando simplesmente em seu presente.

É-lhes solicitado insistentemente, quando vocês lerem esta obra, para estar em momentos onde vocês não arriscam ser incomodados, em momentos onde o seu mental estará esclarecido, no momento onde nenhuma emoção age em suas estruturas, tal como uma criança que descobre o que vocês chamam de desenho animado e se imerge totalmente em seu desenho animado, independentemente de qualquer contexto exterior.

É-lhes solicitado, em relação a este escrito, em relação ao que vocês irão ler, para imergir-se, não no conhecimento que lhes é dado, mas no poder transformador, no fato de ler o que estará escrito.

É-lhes solicitado, também, enquanto o sétimo capítulo não for lido, para não compartilhar o que vocês terão lido com outras pessoas. Dar a ler, dar a compreender, mas não fazer compreender ou fazer ler.

Eis o grande desafio que nós queremos, eu e minha Unidade coletiva, transmitir-lhes a vocês, humanidade da superfície, para ajudá-los, para permitir-lhes abandonar a resistência e não mais resistir ao abandono, a fim de permitir-lhes, finalmente, começar o caminho do grande retorno para sua Divindade manifestada, através de sua nova raça/raiz que começa a atualização.

Nós os acompanhamos desde muito tempo sem nos manifestar que, hoje, através desta manifestação que prediz vários contatos concretos com nossa realidade, a um dado momento nesse último ciclo da humanidade, nós lhes pedimos para impregnarem-se do que está escrito.

Nós lhes pedimos insistentemente para não rejeitar e para não mais se apropriarem do que é dado através deste escrito, mas simplesmente para vivê-lo. Viver um escrito é totalmente diferente de apropriar-se ou de se apropriar de um escrito como têm feito as grandes religiões em seu sistema de superfície.

É-lhes solicitado para não travestir, para não interpretar. É-lhes solicitado para não interferir com a qualidade do que vai ser lido, mas simplesmente se nutrir enquanto Unidade individual.

Apenas lembrem-se, no ultimo estágio, no último capítulo, de que lhes será possível vislumbrar e construir esta Unidade coletiva. Contentem-se, por enquanto, em encontrar sua Unidade individual porque é a partir do momento em que vocês terão reencontrado sua Unidade individual que vocês poderão conceber a Unidade coletiva e que vocês poderão vislumbrar o sentido do destino humano e, em particular, o seu destino e do meu individual encarnado neste modo dimensional.

A verdade é una e a verdade irá libertá-los. Em caso algum a verdade pode induzi-los a um caminho de erros. Em caso algum a verdade pode ser um grilhão a mais para pôr peso em sua encarnação.

Em caso algum a verdade pode liberá-los de quaisquer apegos que vocês tenham colocado, vocês mesmos, nesta liberdade de verdade.

Em caso algum a liberdade e os escritos podem interferir em seu livre arbítrio e em sua livre escolha para aceitar, para recusar ou para fazer seu este conhecimento a fim, não mais de informar, mas de realmente transformar a natureza do seu ser.

Estejam certos de que no fim desta obra, vocês não estarão nunca mais divididos, nunca mais separados de sua entidade unitária Divina, mas também da Unidade coletiva dos outros seres humanos, mas também da Unidade coletiva que nós somos.

Há numerosas moradas, numerosos planos de manifestação de vida, mas a Unidade é una e única. A Divindade é Una e Única.

É tempo hoje, através da leitura, de ligar-se de novo à sua Unidade indissociável de sua Divindade. Vocês são únicos, vocês são Um, e vocês são o Um Divino manifestado. Nesse sentido, nós rendemos Graças à sua Divindade.

Nós rendemos Graças ao seu caminho que foi, certamente, desde algum tempo, um caminho às vezes de sofrimento, às vezes de alegria.

O que nós lhes propomos hoje é um caminho de liberdade além de tudo o que vocês puderam sonhar, além de todos os dogmas, além de todas as revelações, além de todas as informações e além de tudo o que vocês puderam imaginar porque nós nos situamos agora na liberdade da consciência e na realidade da Unidade da consciência.

E nesse sentido nós poderemos juntos trabalhar para a sacralização do nosso planeta e para a sacralização do nosso sistema solar, inteiramente, porque nós realizaremos juntos e somente juntos.

Nós não podemos, em momento algum, imaginar, qualquer que seja nosso lugar em relação a vocês, poder trabalhar sem vocês. Nós lhes pedimos agora insistentemente sua colaboração. Nós lhes pedimos insistentemente agora para reencontrar sua Divindade e sua Unidade. Isso é agora fundamental e extremamente urgente porque é apenas com vocês que nós poderemos, todos juntos, elevar nosso nível vibratório e nosso nível de consciência para aceder ao que nos estende a mão, mas que nós devemos, entretanto, aceitar não mais julgar, não mais dissociar, não mais separar, a fim de funcionar totalmente segundo um modo de Unidade coletiva.

Eis o grande desafio que, para hoje e para os próximos 7 anos, nós devemos empreender juntos.


Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com

Participam da elaboração deste material: Zulma Peixinho, Maria Luisa, Bernardo Conceição, Rosa, Thaís Vidal e Anthonio Magalhães.

Depois deste livrete traduzido e publicado, disponibilizaremos um arquivo único para download.

http://minhamestria.blogspot.com