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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

BOI DE PIRANHA DA NASA

SATÉLITE DE 06 TONELADAS DEVE CAIR NA TERRA NOS PRÓXIMOS DIAS

Nota MM: Vocês já ouviram a expressão "boi de piranha"? Sim, para atravessar uma boiada num rio cheio de piranhas, sacrifica-se um boi para desviar a atenção do cardume (manada manipulada) e facilitar a passagem da boiada. É esta a TRAPAÇA da NASA para ESCONDER os eventos astronômicos que estão cada vez mais visíveis a olho nu.
Mais uma vez eu reproduzo um trecho da telepatia cósmica da querida
Maria:


"Meu filho, existem vários cometas que estão a caminho da Terra.
Existiria mesmo, eu diria, um punhado de cometas e de meteoritos que estão se encaminhando para vocês."


Não acreditem que será um satélite que vai car. Eles nos subestimam e só cai nessa quem não enxerga um palmo diante do nariz.
Não é à toa que Obama fugirá para o aeroporto com abrigo nuclear de Denver, conforme foi antecipadamente anunciado com uma desculpa esfarrapada.


SATÉLITE DE 06 TONELADAS DEVE CAIR NA TERRA NOS PRÓXIMOS DIAS
Quase seis anos depois de completar sua missão de pesquisar a alta atmosfera terrestre, o satélite americano UARS está de volta. De acordo com os últimos cálculos, o satélite deverá reentrar na atmosfera terrestre possivelmente no dia 26, produzindo uma grande chuva de fragmentos incandescentes.



Segundo a agência espacial americana, Nasa, a maior parte dos fragmentos será incendiada na atmosfera superior, mas pedaços grandes com até 150 quilos deverão chegar intactos à superfície, espalhando entulho espacial em uma faixa de 800 km de comprimento ao longo do caminho.

No entender da agência americana, a possibilidade de um desses fragmentos atingir alguma pessoa ou propriedade é extremamente baixa. Desde o começo da era espacial, nos anos de 1950, nunca houve qualquer relato de vítimas causadas pela reentrada de objetos espaciais ou danos materiais significativos provocados pela reentrada de satélites.

Dados estatísticos mostram que a chance de alguma pessoa ser atingida por algum fragmento espacial é da ordem de 1 em 3200.

DifícilDevido ao grande número de variáveis envolvidas durante um processo descontrolado de reentrada, como no caso do UARS, é muito difícil prever com exatidão o dia e a hora que um satélite vai cair. Nem mesmo a localização é possível estimar com precisão.



Uma dos principais fatores que impedem uma previsão mais acurada do momento da reentrada é a atividade solar, que interfere de forma bastante acentuada na densidade da atmosfera, alterando significativamente o arrasto produzido nos satélites. Para se ter uma ideia, uma recente tempestade solar fez com que a Estação espacial Internacional, ISS, "caísse" rapidamente 30 km em sua altitude nominal.

O satélite UARS (Upper Air Atmosferic Research) orbita a Terra na mesma inclinação que a ISS, que é de 56 graus. Assim, toda a faixa do globo compreendida entre as latitudes 56 graus ao norte do equador e 56 graus ao sul do equador podem vir a ser atingidas pelos restos espaciais. Dessa forma, se você já viu a Estação Espacial cruzar o céu também tem chances de ver os fragmentos da reentrada do satélite UARS.

EstimativasOs cálculos de reentrada são feitos diversas vezes ao dia e as melhores estimativas até o momento indicam que a data mais provável será dia 26 de setembro. Até 13 de setembro, o satélite orbitava a Terra a uma altitude de apenas 254 km, a 27 mil km/h.

À medida que o tempo passa, o artefato sofre com os efeitos da densidade do ar nas camadas mais elevadas da atmosfera. Isso o faz perder velocidade e consequentemente, altitude. Normalmente, quando atinge 180 km acima da superfície o processo é irreversível e se não houver propulsão para eleva-lo a uma altitude mais segura, fatalmente cairá.

Reentrada e queimaNaves que reentram sem controle na atmosfera, normalmente se rompem entre 72 e 84 quilômetros de altitude devido à temperatura e forças aerodinâmicas que agem sobre a estrutura. A altitude nominal do rompimento é de 78 km, mas satélites de grande porte que têm estruturas maiores e mais densas conseguem sobreviver por mais tempo e se rompem em altitudes mais baixas. Painéis solares são destruídos bem antes, quando os satélites ainda estão entre 90 e 95 km.



Uma vez que a espaçonave ou seu corpo principal se rompem, diversos componentes e fragmentos continuam a perder altura e se aquecer, até que se desintegram ou atingem a superfície. Muitos dos componentes são feitos em alumínio, que se derretem facilmente. Como resultado, essas peças e desintegram quando a nave ainda está em grandes altitudes. Por outro lado, se um componente é feito com material muito resistente, que necessita de altas temperaturas para atingir o derretimento, pode resistir por mais tempo e até mesmo sobreviver à reentrada. Entre esses materiais se encontram o titânio, aço-carbono, aço inox e berilo, comumente usados na construção de satélites.

O interessante é que ao mesmo tempo em que são resistentes às altas temperaturas, esses materiais também são muito leves (por exemplo, chapas de tungstênio) e como resultado a energia cinética no momento do impacto é tão baixa que raramente provoca danos de grande porte. O problema começa com a composição química residual, que dependendo do componente que sobreviveu à reentrada, pode conter material extremamente tóxico, como a hidrazina, utilizado como combustível ou até mesmo material radioativo, usado na geração de energia elétrica.

Fotos: Acima, tanque de pressurização de um foguete Delta 2, que sobreviveu à reentrada no dia 22 de janeiro de 1997. No centro, gráfico mostra a previsão de reentrada do satélite UARS. No topo, reentrada não programada do ônibus espacial Columbia em 1 de fevereiro de 2003. Crédito: Nasa, Apolo11.com.Fonte: Apolo11.com
Enviado por Samyr Martins

http://minhamestria.blogspot.com/

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

NASA PROMOVE CAMPANHA DE ALERTA CONTRA INVASÃO DE ALIENÍGENAS



O título deste texto não é uma piada, e sim, um estado de desespero e medo. E sim, muito medo por suas máscaras que vão cair e, desta vez, para toda humanidade, inclusive os mais manipulados tomarão conhecimento. Agora, enxergar e aceitar, é outra história.

Somente aqui no MM já postamos dezenas de materiais que mostram as manipulações e mentiras da NASA. Isso não é novidade até para os menos esclarecidos, mas o que é lamentável, é o comportamento de muitos oportunistas que, por suas conveniências, ao mesmo tempo que, em seus respectivos espaços, sejam blogs, sites ou revistas, publicam matérias que comprovam as mentiras da NASA, em ocasiões posteriores, os mesmos publicam as “notícias” que a NASA semeia para disfarçar alguns eventos astronômicos. Ou seja, aqueles que deveriam ter responsabilidade e um mínimo de raciocínio lógico, se preocupam mais em colocar qualquer conteúdo em seus respectivos espaços, e trabalham como repetidores de mentiras.

Outro exemplo, e por sinal, bem ridículo, foi quando postamos as primeiras informações sobre Elenin. O material enviado a nós tinha como base de cálculo o simulador JPL da NASA, pois é o único disponível na internet, mas havia sugestões de questionamentos por outros fatos estudados. Este estudo era de origem russa. A matéria alertava sobre a órbita do Elenin e o risco de colisão com a Terra. Mas o mais curioso, e aí está o comportamento ridículo, foram as reações e manifestações dos ESPONES (especialistas de porra nenhuma) na área de comentários aqui do MM. Esses astrônomos de programinhas gratuitos limitados a uma tela, reagiram ferozmente atestando que suas avaliações eram bem diferentes, pois os mesmos se baseavam pelo simulador JPL, ou seja, um silmulador "DISPONÍVEL" criado pela NASA. É tão óbvio perceber a benevolência da NASA neste caso.

Mas é claro, estes limitados jamais tiveram a capacidade de raciocinar que a NASA, que a tudo manipula, e todos eles sabem disso, também pode ter manipulado os dados do simulador criado por ela mesma, o JPL. Portanto, aquilo não é nada confiável. Muito menos a astúcia de Chapolin dos ESPONES.

Com esta campanha, a NASA oportunamente assume publicamente o que nunca admitiu e sempre negou : “que existe vida inteligente fora da Terra”. Eles sabem o que vem aí, pois eles foram avisados muitas vezes. E quando eu digo “eles”, antes da NASA, eu me refiro aos seus comtroladores: governos e “grupo de senhores deste mundo” (os humanos que tentam a todo custo manter o controle), pois os “rapazes escamosos” que estavam no topo desta pirâmide de poder, já foram expulsos desde 2006.

E o que quero trazer com este texto? Simplesmente a atenção de todos para os espaços (sites, blogs e revistas) que contribuem como repetidores da NASA. Sabemos muito bem o que vem aí, sabemos de suas índoles e seus propósitos. Pois cada um de nós, individualmente, desenvolveu a sua compreensão e clareza sobre o que irá acontecer. Vamos assistir muitas máscaras caindo, e em alguns casos, vamos ajudar a puxar.

E não tenham dúvida que será, de certa forma, muito divertido, pois os limitados se acham inteligentes. Estes assustados têm medo do projeto blue bean, chega a ser ridículo. As suas limitadas compreensões subestimam as inteligências que já alcançaram a locomoção através das dimensões. Isso é muito mais significante que as maiores distâncias imagináveis de espaço/tempo, e, neste caso, diga-se Terra e outros planetas.

Por exemplo, a chegada a esta dimensão de um ser de uma dimensão mais elevada, Ele se comporta de duas maneiras: 1- através da transparência física, seja com suas embarcações ou corpo físico – a invisibilidade. 2- Diminuição da densidade vibratória, seja das embarcações ou corpos físicos. Com as embarcações, as tecnologias promovem a baixa densidade para serem visualizadas. Com os corpos físicos, através de trajes especiais, chamados segunda pele e autocontrole para diminuir as vibrações energéticas dos corpos físicos. Tudo isso foi para descrever a facilidade que promove a invisibilidade. E se há invisibilidade, certamente que se vê e ouve TUDO.

Sem contar as milhares de tecnologias alternativas de monitoramente que esta humanidade jamais pode conceber com essa atual limitação de consciência. Então, quem pensa que haverá o que não existe, ou seja, o projeto blue bean que foi uma mentira bem difundida para semear o medo nos facilmente manipuláveis, deverá estar bem atento e aberto para assistir alguns ESPETÁCULOS jamais concebidos pelos chapolins mais astutos. Pois até os cegos (céticos) verão. Até os mais limitados (ateus), crerão. E para rimar, eu não falei de seres apropriados pelo que esta humanidade reconhece como “religião”.

Assim como temos nesta humanidade, os loucos e os malucos, entre os que se dizem ufólogos, temos os cegos e os abertos. Dos cegos nem adianta falar, mas até entre os abertos, há o comportamento de medo, pois é natural que o “desconhecido” promova medo em seres que pertencem a uma humanidade que é reconhecida nos universos e multiversos, como primitiva e perigosa por suas reações promovidas pelo estado de medo ao desconhecido.

E por esta simples conclusão, podemos compreender porque os “ufólogos” em 99% dos casos ufológicos, são limitados a ver apenas luzes no céu. E não tenham dúvidas, pois eles só veem porque os “meninos” se mostram propositalmente e devidamente autorizados. Esta citação não serve para os avistamentos dos “escamosos”. Mas também nem vale a pena qualquer comentário, eles já foram expulsos. E os poucos que ainda restam no subsolo, são inofensivos e sofrem forte monitoramento. Pois alguns “servicinhos” na conclusão deste ciclo, eles terão que fazer em prol desta humanidade para amenizar as suas atrocidades a serviço dos “senhores da matriz”, e garantir a volta para suas respectivas origens.

Voltando aos ufólogos, o que mais vemos são indivíduos se comportando de maneira oposta à conscientização da massa. Oposta no sentido de não ajudá-los na cosncientização de vidas extraplanetárias inteligentes. Pois estes, sãos os primeiros a buscar desesperadamente uma forma de desmentir qualquer material que se apresente como UFO ou OVNI. São tão limitados que não percebem o maior objetivo: buscar a atenção da humanidade para o Céu.Na imagem abaixo segue um dos muitos exemplos de seus comportamentos:



Ora, ora, até as crianças já compreendem a correlação dos alinhamentos de Elenin com os terremotos com centenas de evidências, comprovações e confirmações, inclusive muitos astrônomos renomados e independentes da NASA. E a maior confirmação da verdade, é quando a NASA nega...rs...rs.

Sinceramente eu não compreendo como estes cegos têm dificuldade de compreender o óbvio, e o pior, publicam e atestam as próprias limitações. Mas pior mesmo são os trouxas que pagam por isso. Pois comportamentos assim eles já atestaram contra eles mesmos muitas vezes.

Enfim, está feito o convite para ficarmos de olho no que eles semeiam. Digo todos que comungam com a NASA. Mas independentemente disso, o ESPETÁCULO será o maior evento planetário que esta humanidade presenciará.

Uns estarão em alegria, outros estarão no medo. Que os medrosos aceitem o convite para se divertir conosco.

De cabeçudo para os cabeçudos: Divirtam-se!!!
Anthonio Magalhães


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